Há uns quatro anos a água mineral francesa Evian causou geral lançando um comercial onde bebês aprontavam todas sobre patins. E agora eis que os bebês estão de volta.
A marca que adota a chamada de ordem “live young”, encontrou uma forma genial (mérito dos publicitários geniais, claro) de reprentar isso ao pé da letra.
Assim como no primeiro comercial, os corpinhos são computação gráfica e os rostinhos são de bebês espantosamente selecionados para parecerem fiéis aos seus respectivos adultos.
Eu joguei praticamente todos os títulos da nova geração desta franquia, inclusive alguns da primeira geração cujos gráficos eram bem Minecraftfeelings.
Bom, o que posso seguramente afirmar depois de ter zerado esse novo Tomb Raider é que esqueçam (no bom sentido tá) as Lara Crofts anteriores e seus respectivos jogos. Claro que merecem sim um lugar cativo em nossos corações, afinal Tomb Raider será sempre Tomb Raider e Lara Croft será sempre outraLara Croft. A gente simplesmente ama!!!
Mas o que eu quero dizer é que nesse reboot da saga, a Crystal Dynamics trouxe um novo formato tanto do jogo em si, como da protagonista. Apesar do enredo ser sempre o mesmo, exploração, mistérios, perigo e fuga, este novo Tomb Raider traz elementos que não existem nos títulos anteriores. Antes você conseguia as armas no decorrer do jogo e só precisava se preocupar em encontrar as balas.
Agora, você precisa “farmar” peças quebrando caixas que serão usadas para fazer upgrades destas armas. As peças e balas também “dropam” dos inimigos abatidos. Ah sim, agora temos também um arco, que acreditem, será a arma mais usada no jogo, embora possamos ter belos momentos com a escopeta, a metralhadora e até uma bazooka, esta só lá pelo final do jogo.
Lara também vai acumulando pontos que são utilizados pra aumentar seus skills. Você escolhe quais você julga ser mais importantes pra tornar Lara ainda mais habilidosa nas fugas ou mais implacável nos confrontos. Ela também acampa para recuperar a energia e fazer os melhoramentos e alguns acampamentos permitem que você se teleporte para outros acampamentos, podendo inclusive voltar no jogo se quiser explorar a área com mais calma e usar tools e armas que antes não podia usar.
Outro ponto que o gamer precisa ficar atento é com os quick time events mestres em te pegar de surpresa nos momentos mais cruciais. Me acostumei com eles em God of War, então eles não me incomodam.
Quanto ao cenário, jogabilidade e situações de confronto, me fez lembrar e muito o também apaixonante Uncharted. Os gráficos são de babar e a nova Lara Croft… man, é belíssima!!
A voz, o corpo e o mockup são da atriz inglesa Camilla Luddington, mas ela merece um post à parte.
O que tem de diferente mesmo nesta nova protagonista é que ela tá bem mais gostosa humana, se suja e se machuca de verdade. Ela toma tanta porrada que mais parece uma mistura de Rambo e Jack Bauer. A cada queda e deslizamento ela parece de fato estropiada, mancando e bem suja de lama e sangue. Se mostra extremamente durona fazendo seus próprios curativos. Com certeza é infinitamente mais emocionante comandar esta nova Lara.
Abaixo um gameplay feito pelo próprio Noah Hughes, diretor de criação desse jogo, que ilustra bem o que se passa com Lara:
Enfim, é um jogo eletrizante, cheio de ação e altamente viciante. Apenas um defeito, assim como Uncharted, achei curto. Ainda assim, recomendo com afinco!
William, meu filho número dois sempre foi um pavão, totalmente o oposto do irmão mais velho que é tímido.
Espelho, câmera e filmadora é com ele mesmo. Nas festas então é que a pavonagem corre solta. Não tem o menor pudor em dançar em público mesmo estando sozinho na pista.
Juntando a extroversão com a paixão por filmes, ele mantém um grupo de amigos que vez ou outra se reúne pra filmar umas farras. Algumas delas ele hospeda no canal dele no youtube.
Os trabalhos de arte e idiomas do colégio, são sempre em formato de curtas. Ele escreve o roteiro, escala atores nível framboesa, filma e edita. Já saiu alguns trabalhos até bacanas para os padrões amadores, outros nem tanto, mas o que vale é que brincando que se aprende, toma gosto e quem sabe no futuro o hobby não vira profissão. Tudo é possível.
Ele gosta tanto da coisa toda que, hoje com 14 anos, fala em fazer faculdade de cinema. É claro que William tem muito chão pela frente ainda e as ideias mudam, mas se não mudarem, estarei do seu lado apoiando o que ele escolher.
Recentemente ele reuniu na casa dos primos e revolveu fazer um curta no velho estilo Paranormal feelings.
Ah sim, o logo, a animação de abertura e o casting em 3D ele mesmo fez usando o After Effects. Até nisso ele brinca.
Nas últimas férias ele foi pra casa da avó e claro, levou a câmera junto hauahauahaua
Botou o primo e o irmão caçula (o “fantasminha”) de cobaia e brincou mais um pouco. Este ele nem terminou de editar, mas eu subi pra minha conta no youtube só pra mostrar aos avós.
Como viram é tudo uma brincadeira e quem se diverte muito com tudo isso, é a mamãe aqui!
Todo mundo já viu esse truque na TV ou pessoalmente em alguma viagem. A princípio você olha e pensa, o cara é foda! Mas na verdade, o cara é muito mala!!
Falta pouco mais de mês para o início da 3ª temporada de Game of Thrones.
Até lá, quem é fã pira no trailer:
E se você também achou a música perfeita, abaixo vai ela inteira.
Com vocês, Bones por Ms Mr. E tomem nota, porque ainda vamos ouvir falar muito dessa banda!
Há alguns dias corre pela web a campanha #VemSeanPenn, que claro, não passa de um “viral planejado” pra divulgar o filme brazuca Colegas de Marcelo Galvão que estréia dia 1º de março. Aliás o filme tem um Q de ser incrível!
Mas o que se discute muito por aí é justamente o uso desse marketing viral. Grandes marcas estão cada vez mais fazendo uso dos famosos virais como forma de publicidade criando cases tanto explícitos quanto subliminares para infectar as redes sociais. Na verdade, quem é macaco velho de internet já desconfia e saca na hora que se trata de um jabá virótico muito bem feito em alguns casos.
Muitos acham que criar historinhas que “enganam” o público pra promover uma marca não é bacana. Eu acho que só se engana quem quer ser enganado. Prefiro olhar tudo sob uma ótica publicitária e não questionar se o viral é intencional ou meramente fortuito, apenas se merece ser aplaudido ou ignorado.
Esse tipo de publicidade merece crédito sim. Seria muita burrice não aproveitar o poder da internet e por tabela, as redes sociais, pra se promover.
Lembro que em 2007, falei aqui sobre o gorila da Cadbury, um comercial que viralizou de uma forma dantesca por questionarem o que um gorila tocando bateria ao som de Phil Collins teria a ver com o chocolate. Achei incrível, porque no vídeo ninguém falava SOBRE o chocolate, mas por outro lado todo mundo estava falando DO chocolate! Esse o ponto!
Voltando ao #VemSeanPenn, achei a ideia show, o vídeo é lindo, criaram uma historinha legal, tem muita gente bacana envolvida e parece que até o momento tá dando certo. Se Sean Penn virá (com ou sem cachê) ou não, não terá a menor importância, pois o intuito da ação já terá surtido o seu efeito.
Isso pra mim é inédito. Nunca vi um gato fazer algo parecido.
Agora véi, imagina você passar a noite na casa de um amigo e na calada da noite um bichano desses começa a bater na porta desse jeito??? Fazia na calça o que tava pronto e ainda deixava encomendado pro segundo round né não? hauahauahauahaua