Ser mãe é o trabalho mais difícil do mundo. Mas também é o melhor.
Há algumas semanas rodou pela web um comercial assinado pela P&G, feito para homenagear as mães que estão por trás dos atletas olímpicos numa referência às Olimpíadas de Londres 2012.
Bom, a marca mandou bem. O vídeo é emocionante e cai como uma luva para reverenciar as mães de verdade em mais um Dia das Mães.
É isso meus queridos.
Aproveitem essa data para, ao invés de presentes caros, dar um abraço sincero, dizer um “mãe, estou aqui” e agradecer cada minuto dedicado à vocês, afinal, a ingratidão de um filho é um câncer na alma.
O alimento do meu ócio (cada vez mais raro diga-se de passagem) dos meus últimos dias é jogar The Witcher 2 (Enhanced Edition).
Comecei no Xbox 360, mas depois de ver os gráficos dele no PC, pulei pra ele. Do 360 só continuou o controle. Não adianta. Ainda tá pra nascer um console com um processador que dê uma surra no PC.
Mas enfim. A versão Enhanced é uma versão mais completa do The Witcher 2, com a inclusão de vários outros elementos. Pra quem gosta de RPG, é um jogaço!!
E nessa versão estendida, tem uma CG de abertura no início do jogo que é uma coisa de louco. Frisando que se trata de um jogo adulto, esqueçam as partes violentas (isso se você for fresco e cheio de mimimi pra games desse tipo) e reparem na riqueza dos movimentos e na perfeição gráfica. É arrepiante!
Eis o vídeo:
A arte gráfica de The Witcher 2 : Assassins of Kings – Enhanced Edition, que por si só é arte em seu sentido mais estrito, ainda agrega uma trilha sonora incrível.
A música abaixo, uma das faixas da trilha, é uma das melodias mais lindas que já ouvi em games.
Gatos podem ser facilmente protagonistas de coisas geniais. Vide o fofucho Maru, que mesmo fazendo algo estúpido como entrar em caixas de todos os tamanhos, ofereceu munição ao seu dono pra transformar isso em algo genial tornando-se um dos maiores hits da internet.
E eis que agora fiquei conhecendo Henri, O Gato Preto, um gato francês cheio de tédio que protagoniza um monólogo sobre sua crise existencial ponderando sobre o sentido da vida e das coisas.
Não tem como não rir alto com as divagações de um gato no seu jeito “me, myself and I” de ser. O dono teve a manha e criou um personagem com seus conflitos, agregando aos vídeos o charme vintage dos filmes monocromáticos. O resultado ficou foda!!! Coisa de gênio mesmo!
O primeiro vídeo foi em 2007, onde Henri se apresenta e ensaia suas primeiras lamentações.
PS: As legendas estão em inglês, mas se você tem dificuldade com o idioma, peça ajuda para traduzir. Vale à pena!
E agora (por que demorou tanto tempo?) saiu o segundo vídeo ainda mais hilário!
Mark: "Se outra pessoa tentasse isso, seria o jantar de Agee"
O que parece ser um ataque mortal de um urso polar, na verdade não passa de uma cheirada no congote hauahauahauahauahaua
Explico. O home da imagem acima é o canadense Mark Dumas, especialista em treinar animais para filmes e comerciais. Ele treina ursos polares há 40 anos e conhece todas as linguagens corporais desta doce fera. Com isso ele diz saber como se manter a salvo de Agee, sua ursa polar de 16 anos e mais de 360 quilos.
Agee foi retirada de um Zoo e vive com Mark e sua esposa com a devida autorização, desde quando ainda era um filhote. Ela cresceu dentro de casa e por isso está tão acostumada ao casal, especialmente Mark com quem deita e rola, abraça, lambe, abocanha de brincadeirinha, nada na piscina e tudo mais que seu bom humor matinal permitir.
Mark e Agee com 6 semanas de vida
O vídeo abaixo mostra um pouco dessa relação tão bonita quanto assustadora, afinal ursos polares são considerados os maiores predadores terrestres e qualquer “mal humor” repentino por parte do animal pode ser fatal, mesmo com toda essa cumplicidade e afinidade.
Me fez lembrar de outra relação incomum que já postei aqui no blog, Kevin Richardson – “O encantador de Leões”.
De qualquer forma é sempre muito bom ver amor nas situações mais improváveis…
A novela Fina Estampa terminou devidamente cheia de falhas, “defeitos especiais” e desfechos nonsenses como é o final de toda e qualquer novela.
É isso, vamos encarar os fatos. A gente fica igual besta perdendo meses de um tempo precioso acompanhando uma trama que depois terá um final idiota, como se isso fosse de praxe.
Aí você faz uma promessa a si mesmo de que nem por um decreto irá começar a acompanhar a novela seguinte pra não incorrer no mesmo imbróglio. Mas sabemos que não é assim. Por alguma força sub-humana você acaba repetindo o erro. Noveleiros assumidos e não assumidos sempre seguirão uma novela pra passar raiva depois.
E as chamadas para Avenida Brasil, a próxima novela global das 9, estão fazendo lá a sua parte para atrair o telespectador.
Foto: João Miguel Jr./ TV Globo
Mas indo direto ao ponto, vi o making of da abertura de Avenida Brasil (se o link não abrir, tem cópia aqui) e segundo informa a matéria, os dançarinos estariam dançando charme, só que ao ritmo de kuduro.
Fiquei em dúvida. Pelo que se sabe, o charme é um estilo musical e de dança, que aliás será bastante abordado em Avenida Brasil, é uma vertente da black music americana com influência do soul e do funk americano, tendo uma pegada que lembra o hip hop e o street dance. Me corrijam se eu estiver errada.
Já o kuduro, que também é tanto gênero musical quanto dança, surgiu em Angola, portanto de origem africana com alguma influência de reggae e rap. Originalmente tem uma conotação mais humorada, mais desengonçada e brincalhona por se dançar com o “quadril duro”. No entanto deram um jeito de atribuir uma nuance mais caliente à dança.
A música de abertura é uma versão de Vem dançar kuduro do português-francês Lucenzo, que para abrasileirar foi transformada em Vem dançar com tudo na voz de Robson Moura e Lino Krizz (não, não é a versão de Latino).
Pra entender melhor, veja os bastidores da aula de charme feita pelos atores da novela e veja abaixo o original de Lucenzo junto com Big Ali (ele também gravou com Don Omar que foi trilha de Velozes e Furiosos 5) mostrando um pouco do ritmo kuduro.
Então, daí a dúvida. Se é charme, porque o som é kuduro? É tudo a mesma coisa ou tá havendo uma confusão aí?
Não que esclarecer isso mudará o destino da humanidade, mas que fiquei intrigada, fiquei…
Ontem, numa roda na festa do cinquentenário do meu cunhado, um dos diretores da Mitsubishi da minha city estava comentando sobre o referido comercial, assinado pela Agência África, que começou a ser veiculado há dois dias. Fiquei curiosa.
Hoje nem precisei googlar. Foi só abrir meu reader pra ver que já tinham postado sobre.
A Mitsubishi resolveu investir pesado em termos de grana para apresentar o lançamento do sedan Lancer, já que envolver um dos filmes mais modafóca da década de 80, implicou em royalties a Universal Studios, ao ator Cristopher Lloyd (Dr. Emmet Brown) e ao produtor Steven Spielberg, pelo uso de som e imagens. Aliás, Spielberg, também participou do processo de elaboração do roteiro do comercial e elogiou o resultado.
Eis o vídeo:
Ficou muito massa!!! Até a falha técnica do momento em que o DeLorean retorna do futuro inicialmente “limpo e brilhante” e só depois aparece embassado pelo gelo, se repetiu no comercial. But who cares!