Um grupo de cosplayers em todo o mundo se juntou para realizar o projeto Cosplay for a Cause, que se destina a levantar fundos para a Cruz Vermelha Japonesa em função da tragédia que arrasou o Japão em março deste ano. Eles decidiram usar a paixão pelo cosplay para dar suporte ao país que inspirou a prática. Não é bacana?
O projeto é um Calendário 2012 que reúne fotos de cosplays nunca vistos antes num ensaio exclusivo para o projeto. A renda obtida com a venda desse calendário será 100% revertida para ajudar as vítimas da tragédia no Japão.
O mais legal é que a nossa musa do cosplay brazuca,Yukilefay, sobre a qual já postei aqui e aqui, também está fazendo parte do projeto. Adorei saber disso!!
Quem quiser acompanhar o projeto pelo Facebook é só “laikar” a página lá!
Uma garota que obviamente ignora o fato do arquipélogo japonês estar localizado entre três placas tectônicas, “falou” merda no Twitter e diante das represálias acabou excluindo sua conta. Mas sempre tem alguém com um dedo no print screen pra guardar pra posteridade.
Não consigo descrever o tamanho da pena que sinto de alguém que acha que tragédias como as que acorreram no Japão sejam castigo divino. O que houve com o “Deus é amor”?
Se existe algum Deus na imensidão do cosmos, este iria canalizar sua ira destrutiva num pequeno país de um dos vários planetas da Via Láctea, dentre milhares ou talvez milhões de outras galáxias????? Ah c’mon!!
Menos pretensão, mais informação, menos ignorância e acima de tudo, independente do que você acredita ou não, mais solidariedade e compaixão por favor!
A Popin’Cookin é uma marca japonesa cujos produtos são doces que você prepara instantaneamente e que são vendidos sob a alcunha de “intellectual education candy”, algo que numa tradução livre seria doce intelecto educacional. No meu entender, é praticamente um brinquedo pra brincar de fazer comidinha e depois poder comer de verdade.
Entre uma série de variações, como tortas, comida italiana e sorvete, tem também a de sushi, cujo resultado final é bem parecido, embora seja à base de gelatina, açúcar e corantes naturais.
O preparo é quase que tão metódico quanto o de um sushi de verdade. Até a gororoba que simula o arroz fica com a textura parecida e dá até para fazer suas próprias ovas de salmão!
Se é gostoso eu não sei, mas que é de fato divertido e altamente educativo, isso não posso discordar.
Não é difícil conjeturar sobre o porquê da tara dos japoneses por olhos grandes e arredondados. Vide os animes e mangás onde a grande maioria dos personagens tem olhão.
Mas quando se trata de Japão, a coisa não fica só na película ou nos quadrinhos. As japonesas também podem ficar zoiúdas com simples truques de maquiagem. Mania, moda ou estilo típico das orientais.
O primeiro país a exibir o documentário, dirigido pelo britânico Asif Kapadia, será o Japão no dia 08 de outubro. Aqui no Brasil chega em novembro.
As exibições serão feitas inicialmente nos países que hospedam as corridas de Fórmula 1.
Já existe até site oficial para o filme no Japão e os cartazes exibem a seguinte chamada para o filme: “Senna – a lenda do maior piloto que já viveu”.
Ao que tudo indica, o documentário trará cenas de arquivo exclusivas de Ayrton Senna, depoimentos inéditos de amigos e personalidades do meio, compilando um rico material de sua trajetória de vida, passando por aquele dia fatídico em Ímola e a comoção mundial após a sua morte.
Realmente uma grande homenagem aos 50 anos de nascimento do nosso querido tricampeão.
O trailer abaixo é japonês, mas já nos dá uma ideia do quão emocionante será… Mal posso esperar.
Ayrton Senna da Silva (São Paulo, 21 de Março de 1960 — Bolonha, 1 de Maio de 1994) foi um piloto brasileiro de Fórmula 1, três vezes campeão mundial, nos anos de 1988, 1990 e 1991. Foi também vice-campeão em 1989 e em 1993. Faleceu em acidente no Autódromo Enzo e Dino Ferrari, em Imola, durante o Grande Prêmio de San Marino.
Taí mais uma mania japonesa que já existe desde os anos 90 e que agora volta a se popularizar por alguns bairros de Tokio, mesma região onde se vê as garotas harajuku, lembra?
O estilo fashion ganguro girls é basicamente isso que você vê no print acima. Rosto cor de frango assado, make elaborado e cabelos coloridos nos tons loiros e laranja.
O termo ganguro significa “rosto negro” fazendo com que a característica principal desse modismo seja um bronzeado exagerado e escancaradamente inatural.
Algumas assumem um look extremo com sombras pastéis ou metálicas ao redor dos olhos, batom branco, cabelos multicoloridos sintéticos, adereços alegóricos, roupas coloridas e muita vontade de causar. Já outras adotam um look meio-termo, pulando a parte do make forçado e das roupas e acessórios.
Dessa vez essa coluna vai ser diferente. Será uma edição especial para um filme realmente especial.
Acabei de ver Hachiko: A Dog’s Story (2009) ou em português Sempre Ao Seu Lado, e vim direto para o computador, ainda inchada de tanto chorar. Fazia tempo que um filme não me fazia irromper em choro tão intenso e por várias vezes durante a trama. E não é só porque sou manteiga em chapa quente não. Certeza que o mais durão dos durões não conseguiria se segurar. Impossível não se emocionar.
Protagonizado por Richard Gere, o filme é um remake do original japonês Hachikô Monogatari produzido em 1987 que foi inspirado em uma história real. Fala sobre um cão da raça Akita de nome Hachiko ou Hachi, que viveu entre meados da década de 20 e 30 no Japão, mais precisamente em Shibuya, um bairro de Tóquio. Sua história, inclusive, também foi contada em livros.
Hachi ficou tão famoso que ganhou até uma estátua de bronze em sua homenagem, seu corpo foi empalhado e exposto no Museu de Tóquio e todos os anos no dia 08 de março, aniversário de sua morte, é realizada uma cerimônia solene em sua memória na Estação de Shibuya, palco onde tudo aconteceu.
À esquerda, Hachiko que morreu em 8 de março de 1935. À direita, uma estátua em sua memória.
Mas por que um cão foi e é tão celebrado?
Por demonstrar uma lealdade póstuma ao seu dono por quase dez anos!!!!
Parece pouco? Só assistindo o filme mesmo pra vivenciar essa história ainda que por uma ótica mais glamourosa uma vez que foram omitidas certas circunstâncias em que Hachi fora submetido. Segundo consta, esse pobre animal literalmente fez jus à máxima “vida de cão”, sofrendo todas as sortes que um cão de rua pode sofrer como sarna grave, feridas acumuladas pela brigas com outros cães, frio e perda de peso pela fome, lhe dando uma aparência ainda mais miserável.
Muito triste…
Sempre fui mais gato do que cachorro, mas a história de Hachi com certeza me fez olhar os cães de outra forma. Também fiquei curiosa a respeito da raça Akita que muitos chamam de “cão de um dono só”. Parece que a lealdade extrema é de fato uma peculiaridade da espécie, mas nunca soube de nada parecido como acontece nessa história.
Enfim, vale a pena ver, mas antes pegue lenços, ou caixas de lenços, ou um lençol mesmo. Vai precisar.