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Posts com a tag ‘Comportamento’

Esclarecendo o caso da bebê Vitória compartilhado no Facebook

April 9th, 2012 57 comentários

O Facebook é uma maravilha se você souber usá-lo. Infelizmente muitos não sabem. Passam correntes idiotas e compartilham imagens levantando uma bandeira sem conhecimento de causa.

O assunto da vez é a imagem de uma criança de nome Vitória que segundo a descrição seria uma criança “anacéfala” (isso mesmo, ainda escreveram o termo errado) que vivia bem e feliz. Pediam para compartilhar a imagem levantando a bandeira contra a votação do Supremo Tribunal Federal que acontece na próxima quarta-feira dia 11, que decidirá se mulheres grávidas de anencéfalos (termo correto) podem ou não interromper a gestação sem precisar recorrer à justiça.

Só pra refrescar a memória, a anencefalia é caracterizada pela ausência de córtex cerebral, camada externa do cérebro rica em neurônios e responsável pelas funções mais complexas do cérebro. Sem ele não há linguagem, percepção, emoção, cognição, memória. Mais.
Popularmente é denominada ausência total do cérebro e da caixa craniana. Sem cérebro não há vida. Existe no máximo o tronco cerebral que possibilita a respiração e outras funções. Quanto ao coração, um órgão relativamente autônomo, não precisa de estímulo cerebral pra bater por si só, explicando assim os batimentos cardíacos num anencéfalo.
A criança anencéfala normalmente morre durante a gestação, ou horas após o parto ou excepcionalmente alguns dias após.
Há entretanto, um caso de um bebê, uma menina que vivera 20 meses e apesar do diagnóstico inicial ter sido anencefalia, uma ressonância meses depois, constatou algumas porções do cérebro que mantinham suas funções vitais. Segundo especialistas, era um caso de encefalocele associada à microcefalia.

Mas voltando ao ponto, eu tenho a mania de fuçar e vasculhar tudo que vejo na internet antes de me posicionar sobre o assunto.

Encontrei o blog da bebê Vitória. A foto em questão não era montagem. É real. E o pior, foi usada sem autorização pra criar uma corrente tosca. Os pais deixaram a mensagem abaixo para que esta sim fosse compartilhada a fim de coibir o uso indevido da imagem.

Vitória de Cristo
Créditos imagem: Blog Amada Vitória de Cristo

Olá amigos, infelizmente alguém, sem nossa autorização, usou uma foto da Vitória com informações incorretas e promovendo de forma polêmica e sensacionalista o compartilhamento no Facebook. Ainda que esse post tenha intenção de promover a vida, e que a pessoa tenha tido boa intenção, tem também permitido comentários ofensivos e preconceituosos a uma criança (muito) especial. Por favor, não compartilhem essa corrente e peçam que deletem os comentários ofensivos a respeito onde a tenham visto. Se desejam divulgar a história dela, o melhor é compartilhar o blog – onde há inclusive um link para compartilhamento no Facebook – e onde a sua história de vida e sua deficiência são tratadas de forma séria e respeitosa, com moderação dos comentários. Por favor, compartilhem essa mensagem.

Muito obrigado,

Joana, Marcelo e Vitória

A história desse anjo é realmente incrível. Durante a gestação, ela apresentou ausência da calota craniana que resultou na inibição do desenvolvimento cerebral, porém não houve ausência “total” do mesmo como ocorre na anencefalia.
O diagnóstico atual da pequena Vitória é encefalopatia neonatal por malformação cerebral. Vocês poderão conhecer a história dela em seu blog.

Contudo, no meu entendimento, o exemplo da pequena Vitória não deve servir de exceção à regra para  inibir uma votação favorável ao aborto de anencéfalo. Vitória sorri, se movimenta e interage, logo, possui massa cerebral. A mãe decidiu prosseguir a gestação e para sua surpresa e felicidade o diagnóstico não bateu com o prognóstico.


Mas esse é o ponto. O direito da mulher decidir se quer ou não prosseguir com a gestação anencefálica. Se após exames minuciosos e isentos de dúvidas constatarem a anencefalia propriamente dita, a mãe precisa ter o direito de decidir abortar sem precisar recorrer a decisão judicial. Se ela decidir continuar, deve ser por escolha e não porque foi impedida do contrário. Sabemos que existem desfechos realmente tristes e dolorosos de mães que esperaram meses pra conseguir a autorização do aborto de um bebê indubitavelmente condenado. É isso que precisa ser mudado.

Vale lembrar que uma decisão favorável do STF não irá legalizar o aborto em seu sentido amplo, mas irá ampliar o direito ao livre arbítrio de abreviar um sofrimento futuro e inevitável.

Pra encerrar, faço um convite à leitura do texto Chega de torturar mulheres da jornalista Eliane Brum sobre o assunto ao qual concordo plenamente.

Categories: Comportamento, Tudo

Como conquistar uma mulher… errada!

February 3rd, 2012 3 comentários
Como conquistar uma mulher... errada!

Imagem: reprodução

 

Há um tempo atrás alguns blogs postaram o vídeo abaixo que na verdade trata-se de um comercial russo para uma locadora de carros. A chamada do comercial é algo do tipo como conquistar uma mulher com um carro.

No vídeo corre uma historinha ao som delicioso de Soon or Later (Mat Kearney) em que um rapaz subalterno e simples se encanta por uma bela mulher mas esta lhe dá uma boa esnobada. Ele então decide dar um trato na carcaça, alugar um carrão e fazer uma nova tentativa de abordagem. O plano funcionou. A mulher se rendeu aos “encantos” do gajo.

Eis o vídeo:

É tudo muito lindo, muito envolvente, muito glamouroso e muito legal ver o cara se dar bem. Mas vamos jogar um balde de água gelada na situação toda e transportar a ideia para a nossa realidade.

Os homens de fato tem muito disso de conquistar mulheres usando um bom carro e roupas caras. Não os culpo. Para algumas mulheres esse é o preço de um simples olhar, de um sorriso ou de uma boa chave do coxa. Nem preciso dizer que isso envergonha a classe.

A questão é: se um homem precisa usar ou depender destes artifícios para conquistar uma mulher, que tipo de mulher ele estaria atraindo? Seria a mulher ideal?
Indo mais além, suponhamos que este homem se apaixone por esta mulher a ponto de querer se casar. Aí a carruagem vira abóbora e aparecem as primeiras dificuldades. A mulher que este homem conquistou pelas aparências aguentaria o tranco da pindaíba? Of course not!

Por isso eu já digo aos meus filhos o que eu dizia aos meus irmãos: a mulher que olhar para um homem pelo que ele tem e não pelo que ele é, será sempre a mulher errada!  :8:

A mulher que quer ser a mais gorda do mundo!

August 17th, 2011 2 comentários
A mulher que quer ser a mais gorda do mundo!

Imagem: reprodução

Susanne Eman, uma Americana de 32 anos do Arizona nos EUA tem uma meta: se tornar a mulher mais gorda do mundo. Para isso, ela que hoje pesa 330 kg quer chegar aos 730 kg comendo mais de 20 mil calorias por dia. As informações são do tabloide Daily Mail. Leia mais…

A mente das pessoas é uma incógnita e acaba produzindo muita maluquice pra pouca cachola. Veja o caso dessa mulher.

Enquanto meio mundo está preocupado com o crescente número de pessoas acima do peso, porque claro isso não é uma questão estética, mas porque implica riscos à saúde, alguém decide encarar uma roleta-russa gastronômica pra bater um recorde e diz querer quebrar o estigma de que ser gordo não é ruim.

Ser gordo de fato não é ruim, mas ser obeso mórbido é fatal! É claro que o corpo não aguenta!! Segundo ela, as taxas ainda não estão na zona de perigo, mas a julgar pela dieta molotov e pelo peso exorbitante, é uma questão de fração de tempo para que suas coronárias entrem em colapso e ela comece a fazer uma hipertensão severa, sem falar em outros inúmeros problemas paralelos que surgem como consequência.

Realmente não dá pra entender…

Isso que é levar ao pé da letra o dito popular “comer pra morrer”!

Fonte: UOL

 

Categories: Comportamento, Notícia, Tudo

Entenda a classificação dos games segundo a ESRB

October 19th, 2010 4 comentários

A ESRB é a organização que classifica os games distribuídos na América do Norte, de acordo com o seu conteúdo adequando-o para as respectivas faixas etárias. É a mais conhecida. Os jogos que temos aqui em casa são todos classificados por ela.

Existe também a BBFC do Reino Unido, a CERO do Japão, a PEGI da Europa,  entre várias outras. Aqui no Brasil temos a DJCTQ, que além dos jogos eletrônicos, também classifica filmes e programas de TV.

Veja os exemplos de classificação segundo a ESRB:

Early Childhood (Maiores de 3 anos)

Early Childhood (Maiores de 3 anos) – Contém conteúdo considerado próprio para crianças até 6 anos. Jogos nesta categoria não contêm qualquer material impróprio. Esses jogos são especificamente destinados a crianças e jovens e geralmente de natureza educativa.

Everyone (Maiores de 6 anos ou livre)

Everyone (Maiores de 6 anos ou livre) – Contém conteúdo considerado impróprio para menores de 6 anos, antigamente, mas agora a classificação é representada livre para todas as idades. Títulos nesta categoria podem conter violência animada ou fantasiosa leve.

Everyone 10+ (Maiores de 10 anos)

Everyone 10+ (Maiores de 10 anos) – Contém conteúdo considerado impróprio para menores de 10 anos. Títulos nesta categoria podem conter violência animada ou fantasiosa moderada, linguagem agressiva leve, sangue animado e/ou mínimos temas sugestivos.

Teen (Maiores de 13 anos)

Teen (Maiores de 13 anos) – Contém conteúdo considerado impróprio para menores de 13 anos. Títulos nessa categoria podem conter violência, temas sugestivos, humor cruel, pouco sangue, jogos de azar e/ou uso moderado de linguagem forte.

Mature 17+ (Maiores de 17 anos)

Mature 17+ (Maiores de 17 anos) – Contém conteúdo considerado impróprio para menores de 17 anos. Títulos com essa classificação contêm violência mais forte com sangue, consumo de drogas ou álcool referências sexuais e/ou linguagem obscena.

Adults only 18+

Adults only 18+ (Maiores de 18 anos) – Contém conteúdo considerado impróprio para menores de 18 anos. Colocada em jogos adultos que contêm representações de sexo e nudez extrema e/ou violência incluindo sangue.

Existe ainda o selo RP (Raiting Pending) dado aos jogos submetidos a análise e que ainda não foram finalizados para lançamento oficial.

Só que essa classificação nem sempre é unânime. Devido as divergências culturais, um mesmo jogo pode ter classificação diferente de acordo com a região, podendo inclusive ser recusado ou proibido. Cito entre outros, o exemplo do RPG Risen (PC Xbox 360) que tem classificação Mature pela ESRB, mas foi banido no Japão por suposto conteúdo sexual e incentivo ao uso de drogas. Engraçado que esse joguinho aqui póóódchi, porque enfiar o dedo no cu dos outros é cultura, né? :8:

Alguns jogos regulamentados em uma mesma região podem ainda ter a sua classificação revista para menos ou para mais, se a opinião pública levantar a questão, como foi o caso do Oblivion (PC, Xbox 360, PS3) inicialmente classificado como Teen pela ESRB e depois alterado para Mature. Claro que existem vários outros casos como esse.

Não sei lá fora, mas aqui no Brasil, vamos combinar que a classificação de permissão etária só se restringe a mera informação e é totalmente ignorada pela pirataria, afinal nem todo mundo compra games originais, como bem lembrou o colega @finatto ao comentar num post polêmico meu sobre a violência dos games. E adultos com filhos, compram e classificam o jogo a seu bel arbítrio. O que para uns é considerado impróprio, para outros não, ou seja, em casa, os pais é que determinam o que é permitido ou não, sem acatar a orientação do selo. Acontece muito.

Aqui em casa sou bem resolvida quanto a isso e embora eu sempre defenda a ideia de que o problema não é o game que influencia, mas sim o indivíduo que é influenciável, tenho minha própria política doméstica de acesso aos jogos sempre com muito, mas muito diálogo, informação, presença e amor.

Fontes: ESRB e Wikipedia

E por falar nisso…

No que diz respeito aos estabelecimentos públicos como lojas e locadoras, existe um Projeto de Lei tramitando na Câmara dos Deputados, que se for aprovado, irá proibir a venda e a locação de jogos violentos à menores de 18 anos, sob pena de cassação do alvará de funcionamento. A proposta é da deputada Sueli Vidigal (PDT-ES) que certamente entende tudo do assunto. A pirataria agradece…

Passo a vez à vocês para opinar sobre. Concordam com o projeto ou não?

A Cultura da Irresponsabilidade by @silviamarques

September 23rd, 2010 1 comentário

Charge by Ique
Charge by Ique®

Onde está a raiz dos males do país? Por que as leis continuam vagas, falhas e pífias? Por que a “escola da vida” forma cada vez mais delinquentes? Por que a política nesse país se torna cada vez mais repulsiva quando deveria ser enaltecida? Por quê? Por quê? Por quê?

Novamente, claro que com todo aval de Silvia Marques, reproduzo mais um texto seu que não merece ficar limitado apenas ao TwitLonger, onde ela divaga com maestria sobre esse círculo vicioso e endêmico em que tudo tende acabar em pizza…

…. Já há algum tempo, venho me sentindo indignada com a onda de criminosos caras de pau que estamos vendo no Brasil. Desde políticos corruptos a assassinos brutais, o Modus Operandi atualmente não se limita ao crime, mas inclui também tripudiar a sociedade e subestimar a inteligência de um país inteiro. Dinheiro público em malas, meias, cuecas e gavetas, e os responsáveis nada sabem, nada viram, desconhecem os fatos. Sobra sempre para meia dúzia de testas de ferro, que, diga-se de passagem, são muito bem-recompensados para se submeter a esse papel, e tudo bem, todo um país é feito de idiota, nosso QI é reduzido a um dígito e a maioria de nós aceita passivamente, dando razão para os que consideram o povo imbecil.
Basta dizer “eu não sabia”, desafiando a lógica e o bom senso, e todos os fatos são magicamente transformados em intriga da oposição, complô da imprensa ou algo que o valha. O pior é ver pessoas esclarecidas, inteligentes e educadas acreditando nesses contos de fadas em que mocinhos são traídos por bandidos malvados no gabinete ao lado sem desconfiarem de nada. O brasileiro precisa deixar de pensar com a emoção, com a ideologia, e recorrer à razão, pensar logicamente sobre as chances da maior autoridade de um gabinete ter ou não controle das ações de seus subordinados e de estar ou não envolvida nessas ações.
Aí temos a outra categoria de cara de pau: Os criminosos sanguinários que desafiam todas as leis, inclusive as da física. Não basta matar a vítima, é preciso também assassinar a alma de seus familiares e subestimar a capacidade de raciocínio de todo um país. No Edifício London, onde foi tirada a vida de Isabella, entrou um híbrido de The Flash e Homem Invisível, que, em questão de segundos, atirou a criança pela janela e saiu sem ser visto por ninguém. Eliza Samúdio fugiu para a Colômbia e todas as evidências, inclusive registros telefônicos e de GPS, são meras coincidências. Uma prostituta voadora adentrou o carro de Mizael Bispo em movimento. Nenhum dos suspeitos ou condenados tem a vergonha na cara de admitir que a casa caiu e tomar a única atitude digna: Confessar o crime e dar paz às famílias, que precisam de um desfecho.
Cada vez que lemos os jornais, ficamos mais e mais abismados com a criatividade para criar versões fantásticas para justificar o injustificável. E parece até que nossa obrigação é aceitar esses pretextos, passar a mão na cabeça dos culpados. Pensando sobre o tema, concluí que a raíz disso tudo está na forma como a educação no Brasil é permissiva, os pais acobertam os filhos ao invés de corrigir seus erros. Quando uma criança vai mal na escola ou briga com um colega, a culpa sempre é do colega, do professor, do diretor do colégio. Não é raro ver pais e mães fazendo escândalos para exigir que os erros de seus filhos sejam apagados: “Meu filho reprovou o ano? Não reprovou, não! Eu conheço o dono deste colégio, vocês vão todos para a rua!”
Quando o filho é pequeno, “é coisa de criança”. Quando cresce um pouco, “adolescente é assim mesmo”. Mas e quando vira adulto e joga uma criança pela janela, manda aniquilar a Maria-Chuteira inconveniente ou atira o carro da namorada na represa? Aí o judiciário, a imprensa e a sociedade é que são pressionados a deixar para lá. A imagem de Antonio Nardoni defendendo o filho do indefensável será sempre emblemática. Pais como ele poderiam escrever um manual: “Como manipular o sistema ao meu favor e não me responsabilizar pelos meus erros”. É a cultura da irresponsabilidade

Link para o texto original.

Categories: Comportamento, Tudo

Fiuk e seu comentário infeliz!

September 21st, 2010 19 comentários

Fiuk

Eu acho o Fiuk um fofo muito do lindinho, mas ele foi absurdamente infeliz numa declaração que deu à revista Contigo há alguns dias atrás, quando admitiu ter usado drogas:

“Não vou falar qual. É f… porque falando isso, o tacham de drogado, sendo que o próprio cara que lê, às vezes, fuma, cheira. Não quero incentivar ninguém nem nada disso, mas tenho de ser sincero com minhas experiências. Experimentei porque acho que é preciso saber o que é para não beijar a boca da ilusão. Aí o cara quando estiver numa roda, vai poder ser firme ao falar: ‘Valeu, tô fora’. Vivo num meio que tem muita droga. O ser humano é muito curioso e, quem diz que não é, mente”

Não vou entrar no mérito dele assumir ter experimentado algum tipo de droga. Mesmo com a gama de informações e esclarecimentos a cerca do assunto que temos por aí, cada um tem seu livre arbítrio. Usa quem quer. Fode-se idem.

Mas o que eu questiono com todo o meu espanto é ele ter afirmado que é preciso ver qual é a da droga pra depois ser firme e dizer que tá fora. Como assim, meu querido????

DROGA é o tipo de coisa que por mais que você seja um modafóca curioso seguro de si, você NUNCA deve sanar sua curiosidade.
Na grande maioria das vezes as drogas já te fazem refém numa única e primeira vez! Tudo vai depender do grau de pureza do produto e da propensão ao vício do próprio indivíduo. É notório que quanto mais jovem ele for, maiores são as chances de se tornar dependente.

Mas o X da questão está justamente no público alvo de Fiuk, ou seja, projetos de gente no auge da formação de suas personalidades e desprovidos de qualquer estrutura racional, que tendem tomar como referência o que é dito pelo ídolo. Tipo ele disse que tem que saber como é pra dizer não, então também vou experimentar. Bem inteligente né?

Gente, gente gente….. a única coisa que realmente é preciso saber, é que é preciso ficar longe dessa merda! Só. Simples assim.

E jamais deve-se levar em conta aqueles que bebem socialmente e nunca se tornam alcoólatras ou aqueles que fumam uma maconha só pra relaxar vez ou outra e nem vão além, porque cada organismo reage de forma diferente. Você pode fazer isso e nunca se tornar um viciado, mas por outro lado pode achar que o barato tá pouco e vai a procura de algo mais forte e por aí vai. Roleta russa pura. Não dá pra jogar com a vida assim.

Fonte da nota EGO

Crossdressing masculino – tem que ser muito macho pra fazer!

September 18th, 2010 18 comentários

Crossdressing é um termo que se refere a pessoas que vestem roupa ou usam objetos associados ao sexo oposto, por qualquer uma de muitas razões, desde vivenciar uma faceta feminina (para os homens), masculina (para as mulheres), motivos profissionais, para obter gratificação sexual, ou outras. O crossdressing (ou travestismo, no Português Europeu, e frequentemente abreviado para “CD”), não está relacionado com a orientação sexual, e um crossdresser pode ser heterossexual, homossexual, bissexual ou assexual. O crossdressing também não está relacionado com a transsexualidade. [Fonte]

Crossdressing masculino
Imagem via Flickr by Christine_3830

Eu sei que parece ser bem complicado acreditar que alguém, principalmente um homem que se diz hétero, costuma praticar o crossdressing.
Esse da imagem acima, adota o nickname Christine, diz que é casado e que sua mulher sabe de sua prática aceitando muito bem a situação, embora não tenha sido assim no início. Imagino que não deve ter sido fácil acostumar com o marido usando calcinhas até mesmo enquanto usa roupas normais.
Mas ele diz que agora ambos vão ao shopping juntos para comprar make e roupas, como duas amigas…. dá pra acreditar??


Imagem do modelo Jing Cheng via Flickr by Akane

Já este outro crossdresser acima é absurdamente impressionante. Nem por mil roscas eu imaginaria que se tratava de um homem até ver um post no Trans Data Base, um blog voltado a esse universo onde o editor também é praticante.

Guitarrista Hizaki da banda Versailles
Guitarrista Hizaki da banda Versailles

O crossdressing também está associado ao visual kei ou visual j-rock, um estilo musical japonês onde o modo de vestir está intimamente ligado à música sendo tão importante quanto.
Como exemplo cito a banda japonesa Versailles, que aliás esteve no Brasil em junho deste ano. O grupo tem cinco integrantes que adotam looks variados dentro do visual kei, e o que mais enfatiza o crossdressing é o guitarrista Hizaki, assumindo quase que sempre um look medieval feminino.
E o garoto tem talento. Saca só um solo de guitarra dele.

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O que eu penso disso?
Nada contra embora eu ache estranho um hétero assumido ter esse tipo de fetiche. Mas se a orientação sexual está bem resolvida, que mal tem. Se é feliz assim e não tem o menor pudor de assumir a condição de crossdresser, palmas pra ele. Poucos tem essa coragem.

Pra quem quiser conferir mais, tem uma vasta galeria de crossdresser japonês no Flickr.

Dica do maridão que garante que jamais fará crossdressing…  :=)