
… de um ogro, claro!
Mas olha só o capricho na disposição dessas iguarias. Escorpiões, besouros, cigarras e corós bem carnudos assadérrimos no espeto! Tudo muito bem arrumadinho pois como todo prato, sempre comemos primeiro com os olhos, não é verdade?
:puke:
Todo mundo sabe que a culinária de certas partes do mundo consegue ser totalmente bizarra. Questão puramente cultural. Ninguém tem culpa de ter aprendido desde infante que larvas e cobras grelhadas são manjares dos deuses. Se esse hábito fosse adotado aqui, pode ter certeza que daríamos tapas pelo último grilo frito do prato.
Acreditem, tem estômago pra tudo nessa vida. Desde que o indivíduo seja preparado para deglutir esses quitutes ao primeiro contato com o mundo além útero, tudo parecerá tão normal e apetitoso quanto um prato de fritas é pra nós.
Mas se eu que fui criada com churrasco e feijoada, um dia botar o pé no oriente – pólo dessas excentricidades gastronômicas – e tiver que me deparar com estas djiliças, certamente vou precisar de terapia pra conseguir comer o espetinho domingueiro lá da praça novamente!
Via Ugly Overload
Quem me conhece sabe que sou fascinada por tudo que vem de terras nipônicas. Sua tecnologia, seus hábitos, sua inventividade, seu perfeccionismo, seu metodismo e a habilidade de fazer xixi sentado de boa parte da população masculina, que os tornam homens perfeitos e sonho de consumo de mulheres vítimas de privadas respingadas!!!
Mas nem tudo são flores e o Japão também tem uma certa fama reverenciada por suas bizarrices…
Uma delas é o Kancho, a arte milenar de enfiar o dedo no butão dos outros. E acreditem, tem até uma certa técnica para essa prática: juntar as mãos mantendo os indicadores esticados e acertar o fiofó de algum infeliz que esteja preferencialmente desprevenido. Meigo isso, não é não?
Mas essa excentricidade da cultura japonesa restringe sua prática apenas entre grupos de amigos, clubes esportivos, colegas de escola e familiares. Nesse caso se a vítima do Kancho resolver dar uma bifa como troco, estará batendo em um mui amigo e termina tudo em uma grande brincadeira.
O Kancho tem até site oficial que explica tudo sobre a prática, contém fotos e inclusive vende camisetas para divulgação.
Agora começa fazer sentido uma conversa que tive certa vez com a Krika que mora no Japão há mais de 5 anos. Ela me disse que os japoneses são muito fechados e não se abrem muito para novas amizades. Também pudera né? Com esse jeito de demonstrar afeto… quem se habilitaria em ampliar o rol de amigos???
Agora vai entender…. eles não aceitam cumprimentos através do aperto de mãos, muito menos abraço e três beijinhos, mas enfiar o dedo no cu pode???
Isso é o que se chama de choque cultural…
Via Boca Aberta
Especialistas em genética da Universidade de Passo Fundo (RS) foram, na tarde deste sábado (11), conferir o caso da gata que teria dado à luz a três filhotes com características de cachorro. O sangue dos filhotes será colhido até sexta feira (17) para exames no departamento de genética da universidade.
A dona do animal disse que nasceram seis filhotes. Os três com características de gato morreram, restando apenas os parecidos com cachorro. Um veterinário da cidade afirma que a possibilidade do cruzamento entre gato e cachorro é mínima, mas pode acontecer.
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Bem….a primeira impressão que dá é disso ser fake, mas como o próprio veterinário afirma ser possível, o negócio é esperar a notícia sobre o resultado dos exames… Não deixa de ser curioso…
Fonte: G1
No site Thaitable podemos conhecer, apreciar e aprender a fazer passo-a-passo as delícias da culinária tailandesa. Há uma infinidade de temperos e ingredientes exóticos típicos relacionados lá.
De acordo com seus chefs de cozinha, há quatro princípios filosóficos na culinária tailandesa: cozinhe com sua língua; não medir nada; seguir o gosto pessoal; e o dos quatro sabores da comida: “azedo”, “doce”, “cremoso” e “salgado”, mais o suprasabor a que chamam “calor” — ou seja, apimentado.
Mas por outro lado tem umas bizarrices bastante apreciadas pelos tailandeses como besouros, gafanhotos, grilos, vermes e afins. O site até dá as dicas de como prepará-los… É muito simples… basta fritar em bastante óleo, acrescentar um tempero ou molho de sua preferência e bom
apetite!!!!
Bobagens à parte, isso é tão natural pra eles como o feijão com arroz é pra nós. O hábito alimentar de uma região sempre será reflexo de sua cultura. Conhecer outras culturas sempre é muito bom, e nada melhor do que começar pela culinária. Faça uma visita ao Thaitable, é um excelente site!!!
Fonte: Insanus