Onde tem mais violência: games, filmes, desenhos animados ou na bíblia?

09.12.09 - 7:41 PM Ester Castro






Esse lance daquele senador sem noção me deixou pensativa.
Fiquei imaginando o que ele viu nos games, se é que já passou perto de algum console, que não tenhamos visto em filmes, em desenhos animados ou até mesmo na bíblia?

Vamos por partes.

Os filmes passeiam entre o real e a fantasia sem limites. Violência, drogas, sexo, traição, vampirismo, magia negra e muito mais. É de sua prerrogativa explorar isso e é de nossa alçada desfrutar disso com o devido discernimento. Aliás, o que nos atrai é justamente essa possibilidade de brincar com o impossível e o inimaginável. Não é diferente com os livros e tampouco com os games.
A diferença é que com relação aos filmes há uma classificação etária e poderia inclusive ser aplicado aos games como bem sugeriu o Vitor nos comentários ao invés de proibí-los sumariamente.

cartoons

Okay, e os desenhos animados?
Vejam os fofinhos e engraçadinhos Tom e Jerry e Pica-Pau por exemplo, que passam a rodo nas TVs abertas. Não existe um episódio em que um não destroça o outro e  ainda ensina desvios de conduta como trapacear, mentir e  tirar vantagem em tudo a qualquer preço.
Miolos explodindo, tortura e maldade são a máxima em um alguns clássicos cujo público alvo são crianças e que na prática partem da premissa de não só divertir mas também de ensinar.
A violência nos cartoons foi inclusive inspiração para uma exposição numa galeria de arte em Londres, há um tempo atrás.

Bom, e o que dizer da bíblia?

Deus

Bem, já é por si só uma ofensa ensinar que a raça humana surgira de Adão e Eva, mas é melhor não entrar nesse mérito né?
No entanto, já pararam pra pensar como o Livro Sagrado usado para catequizar e evangelizar possui as piores atrocidades possíveis como incesto, infanticídio, impiedade, genocídio e por aí vai?
Mas como se trata da bíblia, é lindo, sublime e aceitável matar o irmão, tomar uma irmã como esposa, dizimar cidades inteiras com fogo, destruir o mundo com água, matar recém-nascidos ou primogênitos de várias famílias. Pelo menos essas são as “lendas” contadas lá e se fossem virar enredo de um game, passaria a ser ofensivo e violento?
O fato é que o Deus do Velho Testamento era tão implacável que faria o Nemesis parecer uma moça e aí entram em cena os falsos moralistas sem conhecimento de causa achando que a humanidade está ameaçada por um brinquedo de gente grande.

Os games apenas exploram a mesma surrealidade da bíblia, de um filme ou mesmo de um desenho e é tido, segundo o nobre senador em questão, como o grande vilão capaz de ameaçar costumes, tradições, credos e o diabo a quatro. Meus queridos, quem endossa isso está exercendo o ápice da ignorância.

Resumo da ópera:

Se for pra caçar chifre em cabeça de cavalo então vamos ampliar o foco. O que eu quero dizer é que se formos olhar tudo sob a mesma ótica veremos que em tudo existem coisas e situações refutáveis.  Ou seja, se colocarmos na balança tudo deveria ser proibido.

Já disse e repito. O que faz alguém se tornar violento, ter desvios sociais e de conduta não é estourar a cabeça de um traficante no morro do Rio em Modern Warfare 2, mas sim a falta de amor em família, de comida, de escola, de dignidade. Até porque sabe-se que o índice de criminalidade é bem maior entre os desfavorecidos e estes com certeza não possuem um videogame de última geração pra colocá-los no “mau caminho”.

Eu apenas não consigo aceitar que a hipocrisia se alie à burrice pra cercear um direito com medidas arbitrárias enquanto o que realmente precisa ser mudado continua na mesma. #prontofalei



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  1. Roger Plocharski
    10, março, 2012 em 00:07 | #1

    e esse simbolo do teu blog, um olho gigante bem massom hein… ;)

    • 10, março, 2012 em 18:43 | #2

      Se é ou não, não tenho a menor ideia. Não tenho ligação com qualquer seita ou religião. É apenas um olho que observa o mundo para buscar sabedoria. Foi isso que eu quis passar com o logo.

  2. Roger Plocharski
    10, março, 2012 em 00:03 | #3

    tu ja leu a biblia e sabe porque as pessoas foram castigadas, pq elas faziam atrocidades guerras prostituição, homossexualismo etc…por isso deus devastou todos.ele os criou, os amou, e eles só faziam coisas erradas…

  3. Jeorane
    3, agosto, 2011 em 09:18 | #4

    Veja o Link abaixo:
    http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2011/08/03/apo

    Trecho:

    Várias lojas no país, que foi alvo de um atentado terrorista que causou quase 80 vítimas, retiraram das prateleiras títulos como World of Warcraft.

    Depois do duplo atentado na Noruega, que custou a vida de quase 80 pessoas, várias lojas no país estão banindo de suas prateleiras games considerados violentos, além de brinquedos associados a combates.

    Segundo o New York Times, a rede de supermercados Coop proibiu a venda de cerca de dez games, entre eles World of Warcraft e Call of Dutty: Modern Warfare, que seriam alguns dos jogos preferidos do terrorista Anders Behring Breivik, responsável pela tragédia na Noruega.

    Logo após os atentados de julho, foram publicadas algumas reportagens afirmando que Anders Behring Breivik, o norueguês que admitiu ter praticado os atentados em Oslo, utilizava jogos de tiro que simulam ações militares.

    O assunto rende mais ainda:
    http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2011/

  4. 11, julho, 2011 em 20:24 | #5

    tudo isso ja e sinais do fim dos tempos
    isso e persseguição contra a palavra de deus,
    niguem bate em quem esta morto rsrsrrsr!!!!
    E inversso, o derrotado tenta tirar o lugar do vitorioso
    mais aquele que encherga alem do que esta a frente,
    e ouve alem do que falam, entedera coisa que nem a ciência , nem a humanidade e
    que ninguem nesse plano terrestre pode explicar
    que e a escencia do amor de deus por noiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiis!!!!!!
    Que cegos enxerguem , que os surdos ouçam em nome de jesus reis dos reis,
    jogos enjoam com o tempo,
    a biblia?, A biblia não
    tanto que ate quem não cre, de uma forma ou de outra acaba lendo( ou séra que estão falando dela sem ler) rsrsrsrrsrsrs!!!

  5. bruno
    11, abril, 2011 em 19:29 | #6

    Acabou a ração,chega de alimentar trolls…

  6. oi
    16, setembro, 2010 em 15:11 | #7

    a biblia ensina a viver e fala que matou o irmao mas isso e para n ser feito aqui no mundo atual vcs tds entao errados sobre a biblia so isso que falo….

  7. jean
    20, abril, 2010 em 15:50 | #8

    Ester só oro a DEUS que Ele venha ter misericordia da sua vida e de toda a sua familia, Olhai para mim, e sereis salvos, vós, todos os confins da terra; porque eu sou Deus, e não há outro.

    Por mim mesmo jurei; Já saiu da minha boca a palavra de justiça, e não tornará atrás. Diante de mim se dobrará todo joelho, e jurará toda lingua.

    De mim se dirá: Tão somente no Senhor há justiça e força. A ele virão, envergonhados, todos os que se irritarem contra ele.

    Mas no Senhor será justificada e se gloriará toda a descendência de Israel. (Is 45-22:25).

    Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele. (Pv 22:6).

    Ester, ensina seu filho a orar! No inicio, as primeiras palavrinhas, dirigidas a Deus são como um balsamo ao coração do Senhor! O perfeito louvor sai da boca dos pequeninos. Os filhos devem VER os pais orando, VER os pais lendo a Biblia, VER os pais louvando ao Senhor. Serão informações que eles guardarão em seus corações e desejarão ser como seus pais. Nós, pais, somos oexemplopara eles. De nada adiantará você falar algopara ele fazer, se você mesmo não o faz. Nossas atitudes falarão muito mais do que as nossas palavras.

    Quando forem orar, chamem os filhos para estarem juntos, na oração. Durante as refeições, peça aos filhos para dirigirem à Deus uma prece. Sempre mostrando à eles, desde o primeiroaninho, que Deus é o nosso Senhor e que devemos aprender a amá-lo e honra-lo em todo o tempo. Que Deus te abénçoi.

    A palavra de Deus diz que o povo perece por falta de conhecimento da palavra, a palavra de Deus que é a Biblia.

  8. Felipe Marques
    2, março, 2010 em 09:33 | #9

    Sabem o que é mais incrível?

    É que ainda existem pessoas que falam mal de certas coisas sem ter o menor conhecimento mesmo. Vamos por partes:

    Alguém aqui do blog se lembra das cartinhas do famoso anime YU-GI-OH? Lembro-me que quando sairam essas cartinhas, foi uma febre só. E sabem porque? Porque era um simplesmente um jogo. Ninguém fez ritual de magia negra ou algo do tipo por caua desas cartas. Elas foram feitas pra serem jogadas. Apenas isso. Me lembro que na Globo passou uma reportagem sobre as cartas, e um entrevistado, que se dizia cristão, dizia que essas cartas eram malígnas e coisa e tal. Achei uma atrocidade essa reportagem e estou citando-a como exemplo.

    Era sobre isso que a Ester estva falando. Ninguém aqui está atacando a Bíblia ou coisa assim. Eu, por exmplo, não tenho religião, mas já li a Bíblia e posso dizer que tem muitas coisas bonitas, assim como atrocidade também, mas tudo isso faz (ou fez) parte da história. A educação começa em casa, e se um filho não tem uma educação sólida dentro de casa, as probabilidades desse filho ser um marginal são muito maiores. Claro ue existem casos de filhos que, mesmo com a melhor educação do mundo, viram marginais. Eu acho que isso vai muita da índole da criança também. Assim como existem casos (raríssimos) de filhos que não tem nem pai e nem mãe em casa, mas são ótimos filhos. Eu conheço um amigo assim.

    Eu, por exemplo, apesar dos meus 23 anos, sou do tempo (ou do finalzinho do tempo) do Atari 2600. Hoje tenho um PS2, um Master System, e futurmente terei um Mega Drive (isso porque quero colecionar videogames). Gosto de games até hoje, e nunca virei bandido ao algo do tipo por causa disso.

    Eu sempre acredito em DEUS e não foi por intermédio de religião alguma, até porque DEUS é um só. E acho que aqui todo mundo sabe diso né.

    Concluindo o que a Ester quis dizer, o motivo dessa discussão foi por causa de um senador patético que fez um comentário infeliz sobre algo ue provavelmente ele nem sabe o que é. Isso colocaria qualquer pessoa para pensar. O mesmo caso foi esse que citei das cartinhas de YU-GI-OH. Acho que isso nem tem comparação. São coisas totalmente diferentes. Cada macaco no seu galho.

    Parabéns Ester pelo post. Abraços

  9. Michel
    10, janeiro, 2010 em 12:45 | #11

    A Bíblia é uma baboseira quase completa. A única parte que se salva são os passos de Jesus nos 4 livros principais (Mateus, Marcos, Lucas e João). De resto, queima ou joga no lixo.

    Adoro games, jogo o que tiver e quero que esse Arruda queime no inferno quando morrer. Não só ele, como todos os políticos corruptos.

  10. Silas
    5, janeiro, 2010 em 09:13 | #12

    Eu gostei muito do blog mas esse texto me chamou a atenção e me intrigou….

    Ñ consigo entender como em tudo as pessoas tentam ver motivo para uma brexa para falar da Biblia e questionar…

    Sou um super fã de games..cresci jogando-os.Concordo que os games podem influenciar uma pessoas mas acredito que influencia uma pessoa de mente fraca…Se a criança tiver uma boa orientação não será influenciada facilmente.

    Concordo quanto a faxetaria dos jogos mesmo sabendo que isso ñ impessa as crianças de jogar jogos inadequados (eu mesmo joguei jogos para maiores).Confesso que há muita violencia explicita em alguns e pode gerar reações as crianças.

    Posso dar exemplo em meus priminhos pequenos.Eles vêem um desenho de herois e depois ficam brincando de herois…um bate no outro e tal….O mesmo acontece em jogos inapropriados.

    Quanto a livros, eles ñ interferem tanto assim na personalidade…nunca houvi diser que alguem matou segundo um livro….Os livros estimulam a criatividade.

    A BIBLIA é um livro histórico e de fé….possui trechos de guerras por relatar a época.Quanto a leviticos mostra o pensamento de Deus quanto a essas abnominações que hoje se tornam comum (orgias e etc).Deixo claro que quem criou as leis foi Moises e ñ DEUS…Deus fez apenas os 10 mandamentos e deixou Moises para orientar o povo….e Moisés fez segundo os ensinamentos de Deus uma Lei bem "forte" chamada a época do "Olho por Olho e Dente Por Dente".

    Jesus veio ao mundo para quebrar essa lei do "Olho por Olho e Dente Por Dente" trasendo a Lei do AMOR, segundo a Biblia a Lei era rigorosa assim pois se vc errasse com um determinado pecado vc iria para o inferno.Depois com a vinda de Cristo qualquer pecado pode ser perdoado e todos podemos ser salvos…

    Se forem para ler a Biblia para critica-la ñ vale a pena ler…Recomendo ler Genesis….Proverbios (Livro que aprendemos muito, podemos ver a sabedoria de Salomão em ensinamentos comuns hoje e eles já sabiam a muito tempo)..Salmos…

    To adorando a parte dos games e tecnologia…

  11. Marcelo
    30, dezembro, 2009 em 05:35 | #13

    Amiga adorei seu post, concordo absolutamente com tudo o que você disse, a biblía, aquele best-seller muito ruinzinho que Deus escreveu, ops, desculpa, pessoas inspiradas por Deus escreveram, aff… faça-me o favor, a bíblia foi escrita por pessoas comuns, que nem conheceram Jesus, foi adulterada por séculos e séculos, monopolizada por Constantino, um imperador pagão, isso mesmo, ele era pagão que se converteu "será mesmo?" ao cristianismo e este best-seller hoje é motivo para racionalizar o preconceito, a discriminação, o ódio e o fanatismo. Pois é gente, pintaram Deus com ares de psicopata infantil. Pois há algo mais infantil em dizer… aquele que ama sua mãe mais do que a mim não é digno de mim…. Aff, faça-me o favor, merecimento apenas para a máxima: Amai aos outros como a si mesmo, agora sim merece meus louvores. Prontofalei. Te adoro amiga. beijos!

    • Jeorane
      30, dezembro, 2009 em 11:28 | #14

      "…A Bíblia começou a ser escrita há mais de 3 000 anos, e desde

      seu início se revelou um livro sem rival no poder de moldar culturas

      e civilizações. Essa força permanece inesgotável: ler a Bíblia é essencial

      para entender o mundo do qual viemos e em que vivemos hoje…"

      "…Porque contam, entre todas as fés, com o mais extenso, detalhado, profundo e variegado plano jamais disposto para os seguidores de uma divindade, do surgimento do mundo ao seu fim, ou sua transmutação total no reino de Deus: a Bíblia, um conjunto vasto não apenas de ensinamentos, ditames e reflexões, mas de histórias arraigadas em nossa cultura. Para ateus e agnósticos, essa é uma razão para ler a Bíblia: para descobrir por que mesmo quem não crê compartilha a mesma herança que os que creem. É como se a Bíblia e a tradição que ela carrega fossem, enfim, o DNA da civilização ocidental: crer ou não crer corresponde àquela porcentagem infinitesimal de diferenças genéticas que nos separam – todo o resto, ou 99% dos genes, são comuns a todos nós…"

      Quem quiser ler a matéria, abaixo está o link:
      http://veja.abril.com.br/231209/historia-sem-fim-

      Na edição seguinte havia vários comentários elogiando o artigo, inclusive chamando a Revista VEJA de "corajosa", não tinha nenhuma crítica.

      PS.

      Essa matéria foi escrita depois dos comentários do Jeorane nesse post, mas parece até que a articulista da VEJA se inspirou nos comentários do Jeorane para escrever o artigo de capa da Revista VEJA. Coincidência?

      • 30, dezembro, 2009 em 15:49 | #15

        Comentários das cartas ao editor são do teor que o editor escolher. Caso ele seja um religioso fervoroso – ou talvez nem tão fervoroso – não seria realmente esperado cartas criticando a Bíblia, retomando a idéia de que não interessa a esse tipo de organização jornalística fazer críticas a instituições religiosas de nenhum típo, pois vai contra os interesses da mesma.

        Eu pessoalmente já tenho uma crítica nessa mesma citação – infelizmente fora de contexto de um texto muito maior – que diz:

        "É como se a Bíblia e a tradição que ela carrega fossem, enfim, o DNA da civilização ocidental: crer ou não crer corresponde àquela porcentagem infinitesimal de diferenças genéticas que nos separam – todo o resto, ou 99% dos genes, são comuns a todos nós…"

        Crer que um livro religioso é o que nos separa genética ou culturalmente do resto do mundo é no mínimo uma afirmação ultra radicalista. A própria idéia de segregação cultural permeada pelo livro que prega igualdade entre os seres humanos é bastante contraditório.

        Venho também citar outra comparação do mesmo artigo:

        "Combina uma miríade de formas narrativas distintas e envolve um sem-número de autores, muitos dos quais nunca virão a ser identificados, mas que se sabe provenientes das origens mais distintas, de profetas a funcionários de governo e pescadores. Com tantos cozinheiros na mesma cozinha, torna-se sobre-humana a tarefa de tentar decifrar a receita."

        O que reforça que minha falta de crença da acuidade dos dados bíblicos vem exatamente dessa "mistura" de autores, línguas e representações, muitas vezes sujeitas a erros grotescos, com transformam o que poderia ser um "livro de regras" em apenas uma "obra de arte" e não mais do que isso.

        Inclusive gostaria de citar outro trecho, que fala sobre a parte "colorida" do mesmo livro:

        "É, em certo sentido, uma reportagem. Uma reportagem colorida pelas crenças típicas da época em que cada trecho foi escrito […], ou moldada para inculcar esta ou aquela impressão no leitor."

        O conceito "reportagem colorida" já é torpe em si. Não é nem preciso ter faculdade de jornalismo para saber que a imparcialidade, apesar de ser uma questão filosófica utópica, é o principal alvo do ato de "reportar" algo de maneira adequada. Realmente é possível se pautar, principalmente no quesito "violência" por um livro que é retratado (no mesmo artigo que você indicou) como uma "reportagem colorida". Acho duvidoso.

        De qualquer forma, foge muito ao assunto que é a comparação de níveis de violência entre mídias: videogames vs. bíblia.

        PS: Link deu em "página não encontrada". tem um "L" faltando no final. Link correto…
        http://veja.abril.com.br/231209/historia-sem-fim-

  12. Wagner Nascimento
    21, dezembro, 2009 em 05:09 | #17

    É muito fácil para alguém que tem nos games seu passatempo predileto querer compará-lo com a Bíblia. É necessário ter o coração aberto e muito amor para começar a entender e a praticar os conhecimentos narrados no livro de Deus. Infelizmente as prioridades das pessoas passaram a ser outras. Deixaram de viver a bondade. Passaram a ser egoístas e achar que já sabem de tudo. Um grande passo para o crescimento seria deixar a hipocrisia de lado e ter o mínimo de respeito pelas coisas de Deus.

    • 23, dezembro, 2009 em 10:19 | #18

      Acho engraçado chamarem a Bíblia de "Livro de Deus". Se era auto-biografia, ele esqueceu de por na primeira pessoa. huahauahu

  13. Carla
    15, dezembro, 2009 em 08:46 | #19

    Adorei a postagem. ^^

    Não é que nunca houve psicopatas(raríssimos!) que matam pessoas devido a influencia de jogos…mas eu nunca vi um tentando convencer outras pessoas a seguir sua ideologia.

  14. Otávio
    13, dezembro, 2009 em 22:02 | #20

    "Vá beber uma “Kaiser”, como você disse que gosta e aprenda a lição."

    Eu aprendi:

    Troll é troll.

    Não faça debates com troll.

    • 14, dezembro, 2009 em 04:19 | #21

      Então Otávio, até porque ter que lembrar que eu não disse que gostava de "Kaiser" e somente usei o jargão "Dá pra tomar uma Kaiser antes" utilizado no tal comercial para enfrentar situações maçantes e complicadas, seria perder tempo com pleonasmos né?

      É, aprendi a lição… :=)

      • 14, dezembro, 2009 em 09:20 | #22

        É Ester, acho que não vai dar em nada ficar debatendo mesmo. Até porque, depois que o fulano diz "Fui" e ainda volta pra encher, se percebe que não tem solução.

        Sabe o que mais, acho que a gente devia tomar um Dreher, por que nunca vi tamanha cabeça dura auheuaheaeu

        FLWS!!!

  15. Jeorane
    13, dezembro, 2009 em 13:40 | #23

    _

    Ester, se lembra daquele post no velho.com?

    Pois é, o Velho fechou os comentários dele, senão ia ter uns 500 comentários ou mais.

    Você quis causar polêmica misturando Bíblia com VideoGames, agora aguenta.

    Sugiro que você feche os comentários desse post, se não vais enlouquecer.

    Vá beber uma "Kaiser", como você disse que gosta e aprenda a lição.

  16. Ana , serva do senho
    12, dezembro, 2009 em 09:25 | #24

    Deus perdoe estas pessoas elas não sabem o que falam de ti , zombam do teu nome riem de ti e de quem te segue , ABRANGE O CORAÇÃO DELAS FAZEI COM QUE PENSEM ANTES DE DIZER COISAS SOBRE TU E TUA PALAVRA !

    • MICHELE
      12, dezembro, 2009 em 15:24 | #25

      huahuahuahuahuahua

      É, depois do ultimo comentário, o nível caiu muito!

  17. Jeorane
    12, dezembro, 2009 em 07:00 | #26

    _

    Citação de Tranceman:

    Hipocrisia, como voce infelizmente parece não saber, apesar de essa ser uma de suas palavras favoritas, significa fingir ter uma opinião que na verdade não se tem. Por exemplo, é hipocrisia se dizer chocado com um video game violento e ao mesmo tempo achar inocente e engraçadinho um desenho onde um gato é picotado, esmagado e afins, chegando mesmo a morrer em alguns episódios.

    Minha resposta:

    Uso o sua definição de hipócrisia contra você:

    Ser hipócrita é tentar justificar a VIOLÊNCIA BRUTAL E CHOCANTE DE ALGUNS GAMES comparando-os com desenhos animados infantis inocentes, tentando exagerar as características desses últimos para tentar iludir os leitores.

    Ser hipócrita é ser falso, é o que você demonstra ser com a sua argumentação pífia, infelizemente a autora ainda aplaude…

    • 12, dezembro, 2009 em 08:35 | #27

      Mas é claro que eu aplaudo! Só vc não está escutando o que diz ou mesmo lendo o que escreve. Você está sendo incoerente.

      Vai um conselho: esse assunto já rendeu o que tinha que dar e não vai adiantar "bater boca" porque ambos os lados não vão mudar suas opiniões.

      Já está ficando maçante. É o mesmo que discutir com uma porta. Desculpe, mas é isso.

      • Jeorane
        12, dezembro, 2009 em 08:54 | #28

        Então tá. Foi mal. Desculpa aí.

        Mas acho que nem todos os que leem esses comentários são como "portas".

        Se você define a si e alguns de seus apoiadores como "portas", vai se dizer o quê em resposta?

        Uma última resposta:

        Eu não estava tentando mudar a opinião sua e de outros interlocutores, estava apenas defendendo do ataque que foi feito a algumas coisas que eu acho que devem ser respeitadas, e expondo minha indignação contra certos comentários que eu achei perniciosos pois considero que defender qualquer tipo de "entretenimento violento" é um absurdo.

        Fui.

  18. Jeorane
    12, dezembro, 2009 em 05:52 | #30

    Fernando Quirino,

    Você disse que leu o Alcorão e ainda recomendou a leitura desse livro, será verdade?

    A sua afirmação é duvidosa, motivos:

    1 – Procurei o Alcorão em português na Livraria Saraiva, uma das maiores do Brasil, não tinha.

    2 – Procurei na Livraria Cultura, só tinha na seção de livros importados, em português de Portugal, edição de 2002.

    Você sabe ler em árabe?

    Ou estava recomendando a leitura do Alcorão em inglês?

    Experimenta digitar "Bíblia Sagrada" na Livraia Cultura e veja o que acontece, que diferença!

    • 12, dezembro, 2009 em 09:16 | #31

      Se acredita que estou mentindo, talvez devolvo o insulto dizendo que você pode ser extremamente incompetente em suas pesquisas.

      http://www.alcorao.com.br/loja.asp

      Eles vendem diretamente a versão oficial.

      Continuando. Eu expliquei no comentário acima porque as traduções são tardias e escassas, principalmente para línguas ocidentais. Existe precedente cultural. Não sou mulçumano e não prego o Alcorão, citei a título de exemplo de diversidade cultural e popularidade já que o Islamismo É a religião mais seguida no mundo em questões numéricas (pesquise rapidamente no Google público as populações de nações com religião islâmica como base). Por favor não insulte minha honestidade fugindo ao tópico.

      • Jeorane
        12, dezembro, 2009 em 12:06 | #32

        Desculpa aí, é que eu só compro meus livros ou na Saraiva ou na Cultura, eles entregam rápido.

        A Livraria Cultura sempre tem tudo, como não tinha o Alcorão em português brasileiro…

        • 12, dezembro, 2009 em 13:07 | #33

          Também adoro comprar na Saravia e no Submarino pro exemplo, mas eles estão longe de ter "tudo" =]

          Tenho que recorrer a leitura e outras livrarias obscuras para bons livros específicos, como os de psicologia, por exemplo. E livros "proibidos" também são difíceis de se encontrar nas grandes livrarias. hehehe

          De qualquer forma, está explicado onde tem para comprar e como conseguir. Não lê só se for por questão de "preferência" agora e não porque é impossível encontrar mais. Boa leitura. ;]

  19. Jeorane
    12, dezembro, 2009 em 05:24 | #34

    Fernando Quirino,

    Respondo aqui o seu último comentário, pois não havia outro lugar.

    Desculpe por ter falado que seu comentário não tinha nexo, mas realmente estava ininteligivel, não estava nada claro. Realmente você é muito polido em seus comentários, procurarei seguir seu exemplo.

    O segundo comentário eu entendi, estava bem mais claro.

    Acho que eu também não fui bem claro. Vou tentar elucidar mais.

    Estamos saindo fora do assunto do post, mas eu discordo sobre a sua opinião acerca do Alcorão.

    O Alcorão também é um livro que merece respeito, mas não foi muito traduzido. Isso é, não há muito interesse por ele, só recentemente (em 2005!)foi lançada uma tradução em português. Existem dezenas de traduções da Bíblia para o português há muitas décadas!

    Você conhece algum outro livro que tenha sido traduzido para 2000 idiomas ou que tenha chegado perto desse número? Não tem! A Bíblia é a única.

    O interesse pela Bíblia foi contínuo, durante milênios, pessoas dedicaram a vida para que ela fosse traduzida, e ainda dedicam. Intelectuais de respeito gastaram muitos anos em seu estudo, e ainda gastam.

    Ninguém nunca cita o Alcorão, eu mesmo não conheço nenhuma frase dele.

    A Bíblia é citada o tempo inteiro em livros, jornais, revistas até por quem nem sabe que determinada frase é desse livro. Até ateus citam a Bíblia em suas obras!

    Mais um exemplo:

    Já que você misturou entretenimento popular com obras eruditas, vou te dar um exemplo: Alguém ainda se lembra do grupo "Menudo"? foi muito popular na década de 80 – foi completamente esquecido. O mesmo vai acontecer com Paulo Coelho Dan Brown, Crepúsculo, os videogames atuais que alguns chamam de "arte" etc. Essas coisas não são e nunca foram obras-primas apesar de sua popularidade.

    Mais um exemplo:

    Agora te dou um exemplo de "entretenimento popular" que ao mesmo tempo é "obra-prima": a música de Vivaldi, foi feita no século 15 e foi escutada continuamente durante séculos, e até hoje é ouvida em filmes, comerciais de TV, e CDs continuam a ser vendidos, eu mesmo tenho um.

    Uma recomendação:

    Nunca deixe o preconceito ofuscar a sua visão. Esse post, seus comentários e de outros aqui estão cheios de preconceito.

    Repito a minha pergunta, (por favor, não se ofenda):

    Agora você consegue discernir a diferença entre "obra-prima" e "bullshit"?

    • 12, dezembro, 2009 em 06:11 | #35

      Então faço minha a sua recomendação. Nunca deixe o preconceito (por jogos) ofuscar a sua visão.

      Se nós estamos sendo preconceituosos, você também está. :)

    • 12, dezembro, 2009 em 09:07 | #36

      Engraçado, você foi o único que me diz que não compreendeu meu comentário. Talvez tenham sido as citações de ciências sociais, psicologia e afins. Não sei. De qualquer forma…

      Acho que você está muito enganado em relação ao Alcorão. Primeiramente noto que possivelmente não leu, leu? Recomendo, antes mesmo de criticar sua tradução e eloquência. Alcorão, até onde pude descobrir sobre sua tradução, vem da palavra "recitar", até em seu título carrega fator poético. Já foi traduzido sim para muitos idiomas, mas não foi mais difundido pois alterar o alcorão é considerado falta de respeito e a tradução é sim considerada uma forma de adulteração, pois em cada tradução existe um caráter interpretativo e nunca existe uma tradução 100% fiel de uma língua para a outra (lembrando que a bíblia já não foi traduzida diretamente de sua língua original, hmmmm…). Por isso você não encontra tantos livros traduzidos do Alcorão, por medo de represálias, especialmente de um público tão fiel. E quanto a data de tradução, fique sabendo que li o Alcorão 100% em português em 1997, quase 10 anos antes da data que publicou sobre sua tradução e já tinha amigos que tinham lido bem antes de mim. Caso esteja citando alguns links que encontrou no Google (fui tentar descobrir de onde tirou essa informação equivocada) e notei que cometeu um engano, pois a tradução "oficial" foi concluida em 1986 e tem sido revisada desde então. Além do mais já existiam outras traduções, mas nenhuma endossada pela comunidade islâmica em geral, por questões culturais. É impossível você acreditar que um livro dessa idade não tenha sido traduzido para português com quase 500 anos de pátria que temos e muitos outros séculos de idade de idioma. Alcorão está em português também a muitas décadas e recomendo você pesquisar quantas traduções existem para o Alcorão: são 40 oficiais mas já foi traduzido para maior parte da Ásia e África, que estatisticamente tem maior número de idiomas do planeta, provavelmente sendo mais difundido linguisticamente que a Bíblia.

      Mas não sou mulçumano ou cristão, apenas corrigindo fatos (e por isso fugindo do post, sou forçado pois não quero deixar informações equivocadas no blog da Ester)

      Quanto a seus exemplos, rapidamente:

      Menudos: vide Trash 80's. Tenho amigos de 15, 16 anos que conhecem, inclusive coreografias. Você conhece e maioria dos leitores aqui conhece. Ainda é popular, mas em contexto histórico

      Vivaldi: Ouvida desde o século XV? Fique sabendo que a maioria dos artistas musicais da idade média/renascentista foi mais rechaçado em vida que Calypso, por exemplo, o é hoje pela comunidade erudita. Vide Choppin. (Não significa que tenham a mesma qualidade, apenas para figurar que "as coisas mudam" e historicidade exige um certo desapego a conceituações ou "preconeituações" rígidas)

      E o preconceito maior aqui foi a relação que você fez de games violentos com a prática da violência. Não existem estudos conclusivos, mesmo por pouco tempo da mídia, ou um discurso bem fundamentado para se condenar games violentos e falo isso diretamente por palavras do meio docente da área de psicologia, não foi algo inventado ou pesquisado no Google. O preconceito para com pessoas que jogam jogos violentos foi amplamente demonstrado em seus comentários enquanto que o meu conceito formulado sobre a Bíblia veio por leitura extensa e empenhada. Recomendo que pesquise mais sobre violência e games e compare "A MAIORIA" dos estudos no caso e não apenas os estudos que os condenam. Acho que ficará surpreso.

      • Jeorane
        12, dezembro, 2009 em 11:54 | #37

        Notícia de 18 de outubro de 2005:

        "A Câmara de Comércio Árabe-Brasileira está lançando no Brasil uma edição em português do Alcorão, o livro sagrado do islamismo. É a primeira tradução para o português considerada "oficial" pelas tradições dessa religião, que tem hoje mais de 1 bilhão de adeptos em todo o mundo. Para o vice-presidente da câmara, o professor Helmi Mohammed Ibraim Nasr, a edição é "um passo para fazer a gente da América Latina conhecer o Islã de uma maneira correta"."

        Fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI…

        Eu nunca li o Alcorão, como poderia?

        1. Nem sabia que existia em português! Pensava que só tinha em árabe e em inglês!

        2. O único lugar que tem para vender é no site oficial islâmico! Deve haver uma demanda enorme por esse livro super interessante!

        São 40 traduções oficiais do Alcorão depois de séculos? Sério?

        Falta quanto para chegar a 2000?

        Tem livros de auto-ajuda que tem mais traduções que isso, acho que até o Paulo Coelho…

        • 12, dezembro, 2009 em 12:14 | #38

          Pelo visto a informação só assenta quando me faço repetir, certo?

          Caso esteja citando alguns links que encontrou no Google (fui tentar descobrir de onde tirou essa informação equivocada) e notei que cometeu um engano, pois a tradução “oficial” foi concluida em 1986 e tem sido revisada desde então. Além do mais já existiam outras traduções, mas nenhuma endossada pela comunidade islâmica em geral, por questões culturais.

          1.

          Repetindo, eu li a tradução que era a mesma da oficial, mas ela não tinha sido endossada oficialmente pela comunidade islâmica, coisa que aconteceu na notícia que você citou. O livro não é traduzido e comercializado até pouco tempo atrás porque a PRÓPRIA comunidade islâmica acha desrespeitoso traduzir e é PROIBIDO comercializar o Alcorão. Coisa que se tivesse lido o livro, saberia. Estou me repetindo, pois seus argumentos parecem ignorar o que eu escrevo. E mesmo que não tivesse lido a tradução aprovada pela comunidade cristã brasileira (que é apenas uma de muitas bem diferentes ao redor do mundo, pois o islamismo não tem uma liderança cristalizada como o catolicismo, por exmeplo), eu poderia ter procurado e encontrado diversas outras traduções não oficiais brasileiras, como aposto que existiram várias traduções não oficiais da Bíblia por séculos, algumas inclusive que fundamentaram a Bíblia como é hoje, não foram endossadas pela Igreja Católica, por exemplo, até pouco tempo atrás. Ser endossada pela liderança religiosa não significa que ela não exista. Procure se informar melhor.

          2.

          As traduções vão demorar a chegar a números de 2000 porque É DESRESPEITOSO TRADUZIR, não porque o livro é ruim. Ele não é comercializado porque é PROIBIDO pela religião islâmica comercializar o Alcorão, então dependemos de alguns dissidentes para termos essa informação disponível, o que dificulta bastante. Grandes empresas não comercializam o Alcorão exatamente porque temem represálias da comunidade islâmica. Achei que você entenderia isso lendo o que eu escrevi, já vieram comentar comigo e as outras pessoas entenderam o que escrevi.

          De qualquer forma, tentativas de fazer a Bíblia como um livro "superior" a outros é uma demonstração mais de desinformação, talvez intencional, do que na verdade de um "respeito maior" pelo livro. Respeite todos os livros religiosos… e procure ler. Pior que um cristão radical, é um cristão radical que não busca o conhecimento.

        • 12, dezembro, 2009 em 12:17 | #39

          Notícia de 18 de outubro de 2005:

          "A tradução começou há 23 anos, em 1982, quando Nasr recebeu a proposta da Liga Islâmica da América, numa viagem a Meca. Foram quatro anos trabalhando na tradução e quase outros 20 fazendo a revisão. "Aquele que queria conhecer a nossa cultura não tinha antes uma documentação legítima como essa. É uma coisa para o futuro, uma base", diz ele, que também é autor do primeiro dicionário árabe-português publicado no Brasil.

          Por princípio religioso, os exemplares do Alcorão não podem ser vendidos, apenas presenteados, por isso a edição é financiada pelo governo da Arábia Saudita e também é impressa naquele país. As oito traduções anteriores do Alcorão, segundo Nasr (quatro em Portugal e África, e quatro aqui) não haviam sido preparadas por muçulmanos, por isso não eram consideradas oficiais."

          Fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI…

          MESMO LINK que você utilizou, favor ler a matéria inteira antes de postar. Grato

        • Jeorane
          12, dezembro, 2009 em 13:58 | #40

          _

          Fernando Quirino,

          1 – Eu já tinha lido a notícia inteira quando postei o link. Só coloquei o link para que você soubesse onde eu o encontrei. Veja que eu não comentei nada sobre o link, você que deduziu e falou um monte.

          2 – Tem o Alcorão em inglês para vender na Amazon, portanto, medo de represálias não é desculpa para um livro não ser divulgado.

          3 – Muitas pessoas morreram, até mesmo queimadas vivas, para que a Bíblia fosse traduzida distribuída e divulgada, novamente, medo de represálias não é desculpa válida para que um livro não seja traduzido e divulgado.

          4 – Se um livro depois de séculos não tem nenhum trecho citado em obras importantes ou seculares, é pouco traduzido, o que você pensaria sobre ele? Ele lido porque é bom ou porque as pessoas são forçadas pela lei em seus países? Veja eu não afirmei nada aqui, apenas perguntei.

        • 13, dezembro, 2009 em 13:01 | #41

          1 – Obserei que fez uma citação da reportagem apenas que convinha ao propósito de seu comentário, fiz citação de outra parte que reafirmava o que dizia sobre a data da tradução.

          2 – A comparação Amazon com Saraiva já deveria ser um erro per si, mas o fato de uma empresa norte-americana afrontar a comunidade islâmica não deveria vir como choque, coisa que uma livraria nacional não tem como propósito. Obviamente.

          3 – Fora de contexto, pessoas foram torturadas e assassinadas para que a bíblica fosse divulgada a milhares de anos. Novamente cito que sem toda essa dificuldade o Alcorão já é lido reverenciado por mais de 1 Bilhão de pessoas no mundo. A dificuldade de divulgação enaltece um livro. Ainda em tempo, o medo de represálias hoje é diferente do contexto histórico pois são os próprios leitores do Alcorão que se proibem de divulgá-lo, NÃO POR SER UM LIVRO INFERIOR, mas por regras contidas no próprio livro. Novamente peço que leia o livro para entender o CONTEXTO CULTURAL em que está inserido. Suas críticas a sua divulgação e comparações com a bíblica obviamente não estão levando em consideração o fato que a Bíblica prega especificamente que se deve espalhar a palavra, enquanto o Alcorão prega em certos momentos que apenas os dignos terão acesso a mesma e que é proibida a comercialização do livro, forma mais comum de divulgação dos últimos séculos. Sem falar que a introdução da cultura islâmica em meio ocidental começou a pouco tempo, mas peço que reveja a "popularidade" da Bíblia se comparada aos povos orientais. Por favor, rever o contexto cultural e estatístico antes de fazer esses comentários. (Pareço repetitivo, mas é que realmente o senhor parece ignorar esse detalhe).

          4 – Não sei ao que se refere quando diz "citação" e "obras importantes ou seculares". O Alcorão é amplamente citado em obras da cultura oriental e por muitos séculos. Também é citado, mas com menor frequência, na cultura ocidental, mesmo assim não deixam de comparecer suas citações em séries, livros e filmes nas mais diversas formas. Infelizmente, por questões de atritos ideológicos, a indústria cultural ocidental tem vilanizado o livro que na verdade prega paz e harmonia tanto interior quanto para com o próximo. Gostaria que explicasse sua pergunta ao se referir que mais de 1 bilhão de pessoas são "forçadas" a seguir o islamismo. E gostaria também de relembrar que um número não muito distante desse foi "forçado" a seguir a Bíblia por mais de 1.000 anos no mundo ocidental, sob risco de marginalização e até mesmo pena de morte. Já dizia o ditado sobre "Quem tem teto de vidro…", não é mesmo?

        • 13, dezembro, 2009 em 13:04 | #42

          correção: "a dificuldade de divulgação NÃO enaltece ou penaliza a qualidade de um livro"

        • Jeorane
          13, dezembro, 2009 em 13:59 | #43

          Fernando Quirino,

          Quando digo "citação", me refiro sobre frases.

          Eu leio muito, jornais, revistas, livros, sites, e não conheço nenhuma frase do Alcorão!

          Já ouviu essa frase: "Faça aos outros o que quer que eles lhe façam"? Quantas vezes você já leu essa frase ou variações dela? Adivinha de onde ela é? Adivinha quem disse? Adivinha quem escreveu?

          Todo mundo sabe citar uma ou outra frase da Bíblia, e muitas vezes a pessoa nem sabe que determinada frase que está dizendo é dela.

          Visitei hoje um site islâmico em Inglês: http://harunyahya.com/

          Percebi que eles tem um respeito enorme pela Bíblia!

          Veja, até o Islamismo e o Alcorão citam a Bíblia!

        • 13, dezembro, 2009 em 16:23 | #44

          Com certeza a grande maioria da comunidade Islâmica tem um respeito considerável pela Bíblia. Assim como uma boa parte da comunidade cristã deveria ter pela comunidade islâmica e o Alcorão e não tentar medir qual é mais popular ou que um livro é inferior ao outro – principalmente sem conhecimento de ambos. Acredito sim, que a maioria dos cristãos são respeitosos sobre a opinião alheia. Não vejo a Bíblia ou o cristianismo (ou a maioria das outras religiões) como um "mal", mas sim existem pessoas mal intencionadas. De qualquer forma, o livro está factualmente repleto de citações danosas e possíveis interpretações torpes. Seguir uma obra artística como preceito de comportamento, acredito eu, pode ser um grande erro, dependendo da interpretação, mas não imponho essa idéia sobre os outros ou tento convencê-los do mesmo. É minha forma de levar minha vida e não a forma das outras pessoas.

          Repito novamente, a citação da Bíblia é corrente e corriqueira em todas as mídias ocidentais e isso nunca refutei, apenas estou tentando lhe informar que o mesmo ocorre com o Alcorão em diversas partes do mundo e muito escassamente por aqui. O inverso é muito observado no oriente (Maiores citações budistas, islâmicas, xintoistas, etc, e menos citações bíblicas). Existe inclusive uma grande parte da nossa população que não sabe o que é o Alcorão e uma grande parte de populações orientais que não conhecem a Bíblia.

          Nota que o que tento esclarecer é que não se deve tentar diminuir um livro religioso frente a outro, por mais que você prefira um deles (até por desconhecimento do outro, isso é no mínimo muito possível), são todos em prol de uma boa causa. Também não se deve negar as falhas inerentes a todos eles, por mais que goste de suas mensagens. É apenas essa faliabilidade humana que procuro apontar (que inclusive está presente em mim também e todos nós), não mais do que isso.

          Essa falha está presente nos livros religiosos assim como está presente nos jogos e em outras mídias. Fechar os olhos para isso e se recusar a comparar diversas formas de se lidar com as nossas falhas parece ser resultado, talvez, de uma visão monista sobre o mundo. Talvez fosse mais importante nos perguntarmos: Por que há tanta violência na bíblia, nos jogos, nos desenhos, nos filmes, na tv, nas conversas de bar, no trânsito, na política, no alcorão, nos relacionamentos, etc?

          Uma reflexão mais produtiva.

  20. 12, dezembro, 2009 em 05:00 | #45

    eu acho que a lei anti fumo é ótima..

    opa, post errado!

    tá, brincadeiras a parte vc entendeu que é só p/ parabenizar pela "polêmica" :)

    (hj bebi e nao vou comentar hehe)

    • 12, dezembro, 2009 em 06:08 | #46

      hahahahaha é, a coisa tá rendendo! Adoro esse "briga" que por sinal tá se mantendo num ótimo nível.

  21. 11, dezembro, 2009 em 18:54 | #47

    Excelentes comentários postados aqui.

    Sobre a questão de violência em games defendo que é necessário haver um cuidado com crianças em fase de formação de personalidade, onde seu superego e ego ainda não se manifesta em plenitude. Também há uma notória influência em pessoas com desvio de comportamento, mas este é outro caso. Também concordo que cabe aos pais o zelo pelo crescimento sadio do seu protegido, entretanto nem sempre os pais são cônscios e nem sempre os pais acompanham os filhos todo o tempo. Neste último caso, recai para a própria sociedade o controle das atitudes do cidadão. O assunto é rico para discussão. Não acredito que proibição seja a melhor saída, mas uma melhor educação de toda a sociedade e, na minha opinião, o maior problema está justamente neste fato.

    • 11, dezembro, 2009 em 19:16 | #48

      Com certeza Elcio. Quando se trata de crianças o acompanhamento dos pais é de suma importância. Família presente e participante é a base de tudo. ;)

  22. 11, dezembro, 2009 em 11:16 | #49

    Existe uma coisinha simples que eu gosto de chamar de liberdade de expressão.

    Não interessa o quanto uma pessoa for contra a violência no jogos, nunca vai deixar de existir. E por sinal, não importa qual tipo de violência, seja um carinha gordo pulando em cogumelos ou lutadores arracando cabeças e corações dos outros.

    Pois isso se chama liberdade de expressão, as pessoas podem ter quantos faniquitos (Ester, te amo por me fazer lembrar dessa palavra) quiserem, nunca que vai mudar, pois uma pessoa pode simplesmente desenhar ou criar o que ela bem entender, ignorando completamente a opinião de seja lá quem for.

    Bem imagino que vou ser ignorado denovo T.T

    • 11, dezembro, 2009 em 11:32 | #50

      Taí Aba, você é livre pra expressar a sua ideia e o outro é livre pra comprá-la ou não. Não há complexidade nisso. :)

      • 11, dezembro, 2009 em 11:43 | #51

        Exatamente, algo tão simples que até uma criança pode entender (e aposto que entenderia melhor que muita gente). Não vejo problema em se divertir com violência virtual ou violência nos filmes. Não existe coisa mais natural do que isso. Algumas pessoas tem menos noção do que outras, mas é para isso que servem os pais, para puxar o filho de volta para a realidade.

        Já nem sei mais o que diabos está se discutindo aqui '-'

  23. Itamar
    11, dezembro, 2009 em 10:39 | #52

    Ótimo texto, parabéns pela lucidez!

    Pena que a maioria dos brasileiros e população mundial como um todo, são extremamentes estúpidos e não conseguem enxergar o óbvio.

    Mais uma vez, excelente texto.

    • 11, dezembro, 2009 em 11:01 | #53

      Obrigada Itamar! Fico feliz em saber que mais alguém captou o meu argumento. ;)

  24. Jeorane
    11, dezembro, 2009 em 05:45 | #54

    Bom dia Ester, respondo aqui o seu último comentário, pois não tinha outro lugar.

    Sobre desenhos animados antigos:

    Alguns games atuais têm uma VIOLÊNCIA BRUTAL E CHOCANTE, não tem como comparar com os desenhos animados antigos, que nunca tem uma gota de sangue, onde personagens se auto-regeneram. Eu não joguei esses games violentos, mas vi as cenas e eu não sou o único a ficar chocado. Realmente defender esse tipo de game queimar o filme do seu blog.

    Sobre a Bíblia:

    1. É o livro sagrado dos judeus e cristãos.

    2. Alguns de seus livros são considerados obras-primas da literatura mundial, por exemplo, o livro de Isaías.

    3. Completa, tem quase 2000 anos de idade.

    4. Alguns de seus livros têm 3000 anos.

    5. Foi traduzida para mais de 2000 idiomas.

    6. Traduzir do hebraico e grego é um trabalho colossal que muitas vezes durou a vida toda de alguns dos tradutores. Veja por exemplo a tradução para a língua portuguesa de João Ferreira de Almeida.

    7. Muitos morreram perseguidos pela igreja, para que esse livro fosse traduzido para a língua do povo.

    8. Já foi o livro mais lido do mundo.

    9. É o livro mais citado, ainda hoje, em todo o tipo de literatura.

    10. Muitos dedicaram a vida no seu estudo, por exemplo, sabia que Isaac Newton era um estudioso e grande conhecedor da Bíblia? Ele escreveu muita coisa sobre ela e tinha um enorme respeito.

    11. É incontável o número de intelectuais e estudiosos que respeitam e citaram a Bíblia durante toda a história. Muitos nem eram cristãos, por exemplo, Gandhi.

    Como você pode ver acima, a Bíblia merece respeito por ser considerada um livro sagrado por milhões de pessoas, mesmo que você não concorde com o que ela diz.

    Comparar a Bíblia com games baratos e moralmente questionáveis é o mesmo que comparar Shakespeare com histórias em quadrinhos. É o mesmo que comparar a Monalisa de Da Vinci com revistas pornôs. Demonstra uma total falta de cultura da sua parte.

    A sua comparação da bíblia com o lixo do entretenimento atual foi uma grande falta de respeito e demonstração de falta de cultura, pois você mesma admitiu em um comentário que nunca leu a Bíblia. Você apenas repetiu o que leu em alguns blogs idiotas e nem teve o trabalho de conferir para ver se era verdade. Você disse que esse tipo de comportamento, que você mesma demonstrou, era patético, lembra-se? Só que, ao contrário de você, eu tenho conhecimento de causa quando falo dos games violentos.

    Sobre querer mudar seu ponto de vista:

    Não era minha intenção mudar o seu ponto de vista, só comentei aqui por que acho que seu blog tem grande audiência, e você não é a única que lê os comentários.

    Sobre eu conhecer games:

    Eu sou programador de software, eu não só conheço os games, eu seu como fazê-los!

    • André Guergol
      11, dezembro, 2009 em 06:28 | #55

      Só um comentário:

      Minha vizinha lia a Biblia todos os dias, leu tanto, que o Filho entrou pras drogas, vivia na Rua enquanto ela ficava estudando a Biblia. Já minha mãe não leu a Biblia todos os dias e não sou perfeito, mas pelo menos não fui morto por traficantes.

      Parabéns para a leitura milenar, todos respeitamos a Biblia, crenças. Deu trabalho pra fazer, traduziram: Grande coisa.

      Vc como programador, deve saber a dificuldade que foi chegar na base de conhecimento que chegamos hoje, para ter o seu emprego. é claro que a Biblia fez parte disso, assim como fez parte da criação de muitas Igrejas (não estou generalizando) que a usam para fins não humanos.

      Apesar do título, o conteúdo, pelo menos meu entendimento, é para falar sobre a inversão moral que encontramos hoje em dia. O cara tá preocupado em proibir jogos violentos, sendo que temos desenhos que bichos sentam em dinamites, velhos que batem em crianças, pode não ser explicito, mas temos sim.

      Os jogos, joga quem quer, não é TV aberta. Enquanto você se atém a Biblia e toda sua Santidade, tem um tal de Arruda usando ela pra orar enquanto rouba o SEU dinheiro. O cara que quer bloquear os jogos, começa assim, logo ele coloca uma taxa em cima destes jogos pra poder desviar um pouco mais.

      Temos que nos preocupar em punir toda essa corrupção, em educar nossos filhos e ser éticos em nossa vida. É claro, que a Biblia (mais o novo testamento, minha opinião e sim eu li) pode até nos ajudar a encontrar este caminho. Mas este não é o único caminho. O velho testamento tem muita coisa que eu não concordo, não tem lógica pra mim…mas tudo bem, de tudo se tira uma lição. Agora santificar a Biblia, não consigo ver o porque disso, até porque EU não confio em nada que foi escrito pelos homens, ainda mais passado por traduções LIVRES durantes séculos. Se hoje em dia tem gente mudando texto pra conseguir o que quer, imagina naquela época que matavam mulheres a pedrada.

    • 11, dezembro, 2009 em 07:10 | #56

      Eita que lá vamos nós de novo…

      Pela última vez, não estou fazendo comparações e muito menos preterindo a bíblia, o cartoon ou um filme em relação aos games. Eu apenas levantei a questão de que a violência e o comportamento duvidoso vemos em tudo isso e em todos os lugares.

      Não li na íntegra mas me "obrigaram" a ler boa parte da bíblia quando criança e partilho da mesma opinião do André.

      Existem belas passagens (gosto dos Salmos) mas o meu senso lógico (pelos mesmos motivos já citados pelo André) não me deixam acreditar no resto.

      Mas REPITO a credibilidade e a veracidade da bíblia não estão em discussão aqui neste post. Não foi isso que eu quis levantar.

      Eu apenas expressei o meu ponto de vista e se eu tivesse que manter um blog escrevendo o que vai contra isso só pra não queimar o filme posso fechar essa bodega.

      Bom e se você é programador e sabe da complexidade que é fazer um game e não admira toda a arte que está por trás disso, lamento muito. Acho que você está vivendo no século errado.

    • 11, dezembro, 2009 em 07:19 | #57

      Se chocar com games violentos não muito difere de uma longa gama de comportamentos repressores puritanos que observamos ao longo dos últimos 12 a 15 séculos formado por um padrão de conduta criado pós-Império Romano (como brilhantemente citou, suprimido por um império religioso sem precedentes).

      Para um programador, acredito estar faltando conhecimento sobre linguagens e tendências de marketing junto com conhecimento bíblico. Um livro continua não sendo exemplo de ótima literatura porque foi traduzido para um número X de idiomas, ou seguido/estudado por número de pessoas influentes, ou mesmo por ter 1.000, 2.000 ou 3.000 anos. Se for assim, livros da Cientologia podem ser também grandes obras da humanidade pois são estudados por nomes célebres da área cênica, científica e social. E a maioria das pessoas sabe que a descendência de raças alienígenas e um polígrafo para cobrar dízimos não é lá uma teoria muito plausível. Paulo Coelho ou Dan Brown não devem (não deveria pelo menos) ser considerados escritores fundamentais na construção da humanidade daqui a 2.000… assim espero, mesmo depois de muito tempo de suas obras escritas.

      A comparação games e bíblia é no sentido de carregar violência e não no sentido completo da obra. Acredito que possa lhe ter faltado interpretação do texto, ou tendenciosidade interpretativa ao ver uma "ofensa" ou "estupidez" em um texto tão bem redigido como o da Ester.

      De seus 11 tópicos citados, talvez apenas um seja coerente. O último que fala que o livro foi estudado, é seguido e respeitado por uma gama muito grande de pessoas pela história e que merece um certo grau de respeito. Por esses motivos evito fazer ataques diretos as inscrições da bíblia, prefiro apenas me referir como um texto dotado de uma gama de possibilidades de erros de tradução e interpretação tão grande que é provavelmente um dos textos menos confiáveis da atualidade, sob meu ponto de vista. Se parar para pensar nisso, podemos afirmar que existe mais verdade empírica numa tradução de legenda de uma comédia romântica de quinta categoria do que na tradução de sanscrito que está mais dotada de interpretação afetiva do que qualquer outra lingua usada atualmente. Mas não cabe entrar no caráter de refutamento bíblico aqui, o texto não entra nesse mérito.

      A comparação da bíblia com outros veículos de entretenimento, sejam requintados, eruditos, antigos, ou não, não implica falta de respeito, tanto quanto usar Shakespeare como formato comparativo a obra romântica do século XX não é ofensivo, apenas se você tem uma obra em patamar tão alto que a proíba de ser analisada e comparada a outras (inferiores ou não), o que nesse caso tira todo seu aspecto objetivo e crítico e te coloca em um caráter de fanatismo absoluto. Vide Crepúsculo e suas fãs como exemplo. (nesse caso estou comparando a afetividade fanática e não as obras, só para deixar claro).

      • Jeorane
        11, dezembro, 2009 em 09:12 | #58

        Fernando Quirino,

        Vou fazer um resumo breve de seu último comentário e sair um pouco do tema do post:

        blablabla blablabla blablabla blablabla bla.

        Nada do que você escreveu tem nexo ou sentido, nada.

        Mas, tem um ponto a seu favor: você é polido.

        Recomendo que você estude lógica e matemática, isso ajuda a melhorar a capacidade de argumentação.

        Um exemplo simples da sua falta de lógica:

        Eu digo:

        "Se um livro tem 3000 anos, foi traduzido em mais de 2000 línguas, foram feitas inúmeras teses de doutorado sobre ele, é lido no mundo inteiro, é EVIDENTE que esse livro é uma obra-prima."

        Agora você vem falar de Paulo Coelho, Dan Brown, você bebeu?

        Ainda mistura o Filme Crepúsculo no argumento…

        Sobre "Sociologia' que você citou

        Foram escritos milhares de livros sobre o assunto, só o FHC escreveu uma dúzia, só que ninguém lê, são esquecidos rapidamente.

        Agora você consegue discernir a diferença entre "obra-prima" e "bullshit"?

        • 11, dezembro, 2009 em 18:09 | #59

          Não sei se fui suficientemente claro, pois com certeza outras pessoas leram meus comentários e foram perfeitamente capazes de entender e já vieram me dar um feedback.

          Você só leu o que lhe agradou? Eu ainda frisei com muita atenção que não estava comparando Crepúsculo com a Bíblia e sim o nível de fanatismo de ambos os públicos leitores. Falei de Paulo Coelho e Dan Brown em um comparativo de como eles podem ser vistos daqui 2.000 anos, como exemplo de literatura popular, e não como são lidos hoje. Lembrando que a "Bíblia" é uma congregação de antigos escritos que na época em que foram escritos não eram conhecidos por basicamente ninguém em comparação com a população mundial. Se hoje um livro é lido por milhões de pessoas, como ele será lido daqui 1.000 ou 2.000 anos? É esse tipo de questionamento que estou levantando. Mas foi só uma pergunta reflexiva, não procurava desmerecer este livro "sagrado" para você, apenas fazer uma projeção estatística antropológica, se é que tal "cálculo" pode ser cogitado.

          Novamente, assim como recebo críticas quando critico outros simbolos populares, como o nosso Presidente da República, popularidade não é equivalente a qualidade ou acuidade histórica. Se você parar para pensar, os Irmãos Wright inventaram o avião nos Estados Unidos e para o Brasil e outras partes do mundo, foi Santos Dummont. Questão de cultura, doutrinas e perspectiva.

          Realmente, a Bíblia e textos envolvidos (como os evangelhos apócrifos, por exemplo) são amplamente estudados e tem um número infindável de trabalhos sobre, mas não em questão de elogio, adoração ou mesmo contemplando seu conteúdo e significado, mas muitos deles fazem uma análise crítica e extensa sobre a representação de seu conteúdo. Favor pesquisar sobre a Teoria Crítica e como ela aborda religião, principalmente a cristã e obras literárias relacionadas. Você pode ficar surpreso com os "milhares de teses" sobre o assunto também.

          Particularmente falando, quando você comenta meu senso de discernimento, gostaria de dizer que sou perfeitamente capaz de contemplar obra-prima de best-seller e diferenciar os dois e ainda saber criticar cada mídia dentro de seu próprio meio. Dentre livros religiosos, particularmente acho muito masi bonito o Alcorão (recomendo a leitura) do que a Bíblia, apesar de que não confio na tradução de nenhum dos dois. O Alcorão tem trechos muito bonitos e até poéticos. Sei encarar esses livros pelo que são, figuras da religiosidade e não padrões e normativas a serem seguidas ao pé da letra e pelas quais devemos nos validar para atingir a liberdade de expressão, como a da Ester, que é perfeitamente livre para dizer que acha hediondo um livro bonito, porém de caráter muito mais populista do que comportamental e que cita violênica, infanticídio, genocídio, homicídio, mutilações, tortura, etc etc etc.

          Basicamente, para atacar uma mídia como os games e se proteger outra mídia como textos antigos em linguas mortas, tem que se ter plena consciência que ambos tem seus méritos e desvantagens e nenhum deles é perfeito. Longe disso.

          E por favor, tenha melhores argumentos para refutar do que "você não sabe…" ou "misturou no argumento…" ou que simplesmente "não tem nexo…". Não é assim que me refiro a seus comentários, gostaria de ter o mesmo respeito.

        • 11, dezembro, 2009 em 18:47 | #60

          :palmas: :palmas: :palmas: Sem mais.

  25. 10, dezembro, 2009 em 17:53 | #61

    Hum… vejamos…

    Todos sabemos que video-games, jogos antigos Romanos, filmes e livros, não são a causa da violência na sociedade.

    Também sabemos que tais coisas não afetarão o indivíduo para que ele mate ou roube. A não ser que algum problema mental anterior cause alguma brecha na mente dele para que ele faça essas coisas. Só que temos também que concordar que o crime feito, não foi causado apenas pelo video-game, livro ou filme, talvez algum desses objetos tenham-no apenas influenciado, mas imagino que outros aspectos da vida social do indivíduo tenha causado um impacto muito maior para que o mesmo cometesse o crime.

    Agora, nós não podemos negar que pessoas se divertem com a violência, claro que nem todos, mas pelo que eu observei até hoje, a maioria gosta.

    Em minha humilde opinião, sou contra proibir a maioria das coisas (claro que com uma certa moderação, como por exemplo matar ou roubar, obviamente, seriam proibidos). Sou a favor da legalização das drogas (mas óbvio que com um controle), sou a favor da poligamia, e a lista continua. Ou seja, proibir jogos é algo praticamente impensável para mim.

    Já comparamos video-game com filme, com livros, e (por incrível que pareça) até com a Roma antiga. Mas eu sugiro uma nova comparação, e se comparamos video-game com arte? Nós vemos incríveis pinturas retratando guerra e sofrimento (podemoz dizer que até com gráficos melhores que dos jogos), nós vemos pessoas nuas e vemos pinturas extremamentes psicodélicas e abstratas (podemos dizer que é alusão as drogas), e os objetos estão lá, à mostra para qualquer um ver, inclusive uma criança. Então vocês me dirão, "mas o video-game se movimenta enquanto a arte é estática", então eu lhes lembrarei que em 90% (to chutando) dos jogos, os jogadores são os mocinhos, ou seja eles estão fazendo o bem, nós extiguimos demônios, nós matamos ladrões e seres malígnos, e não ao contrário, somos hérois.

    A guerra é algo cruel e frio com puro interesse econômico ou religioso, mas sem ela não tériamos as maravilhas tecnológicas que temos hoje… ou seja…

    Ao vencedor, as batatas.

  26. 10, dezembro, 2009 em 14:48 | #62

    Aviso ao colegas que estão comentando:

    Não alimente os Trolls :D

    • 10, dezembro, 2009 em 15:42 | #63

      Eu parei. :p

    • 10, dezembro, 2009 em 15:53 | #64

      É o mais divertio pow huahaahu

    • Jeorane
      10, dezembro, 2009 em 16:25 | #65

      Traceman,

      Li todos os comentários acima e não vi nenhum troll.

      A quem você se refere?

      Está se referindo ao Jeorane?

      Só porque ele derrubou a boboseira que você escreveu ele é troll?

      Vou repetir a asneira que você disse:

      "[traceman disse:]…É quase um instinto do ser humano sentir prazer com algum tipo de violencia, … Pessoalmente acho que reprimir ou evitar isso pode ser muito pior para a sociedade…"

      Minha opinião:

      Quando o mundo inteiro clama por paz e não violência, o seu comentário é o cúmulo da estupidez e da falta de inteligência.

      • 10, dezembro, 2009 em 16:39 | #66

        Ok, vamos ver onde que "o mundo inteiro" clama por paz. Muito cuidado ao falar por todo mundo e seja mais concreto estatisticamente ao falar pela maioria. Também "clamar" por algo não nega a natureza instintiva desse mesmo povo, apenas uma tendência cultural. O comentário do Tranceman pode não ser dotado de muita acuidade científica no ponto de afirmar que é da natureza do ser humano sentir prazer com violência pelo mero fato do prazer ser um conceito muito complexo também para se tratar em um simples comentário, mas também dizer que não reprimir um instinto destrutivo é estupidez e falta de inteligência é no mínimo contraditório, para não dizer outras coisas.

        • Jeorane
          10, dezembro, 2009 em 16:57 | #67

          1 – Sim o mundo inteiro clama pela paz e não violência, veja os jornais e telejornais TODOS os dias. Veja o site: http://marchamundial.org.br/

          2 – O comentário estúpido do Tranceman foi sobre "Reprimir o Prazer na Violência Pode Ser Ruim Para a Sociedade" – se isso não é estúpido o que é?

          3 – É verdade que muitos sentem prazer na violência, mas esse instinto deve ser reprimido, pois é uma doença.

          4 – Eu Não disse nada contraditório.

      • 10, dezembro, 2009 em 16:41 | #68

        E nesse caso, pela definição que tenho de troll )como alguém que vem incitar discussão com blogueiro e seus leitores insultando os mesmos) eu diria que o troll nesse post seria o senhor(a). Mas isso é pela minha definição linguística de troll né? Posso estar errado.

        • Jeorane
          10, dezembro, 2009 em 17:03 | #69

          1 – Usando a sua definição de troll, troll seria a autora do post.

          2 – É evidente a intençao dela de causar um "flame war" logo tema.

          3 – Comparar uma literatura milenar, reverenciada por muitos, com jogos de violência projetados por mentes doentias não foi nada inteligente, isso sim é ofensivo.

        • 10, dezembro, 2009 em 19:42 | #70

          Olha eu nem ia retrucar mais, porém não teve jeito…

          Joreane acho que você foi o único que não entendeu o meu argumento através desse texto e não tenho a menor intenção de remoer e reformular o que escrevi pra me fazer entender.

          Então, a exemplo do que houve naquele artigo do O Velho, não vai adiantar levar adiante essa troca de farpas porque definitivamente não chegaremos a um senso comum. Você pensa de um jeito, eu e os demais de outro e ponto.

          Não se esforce pra tentar mudar minha linha de raciocínio e eu tampouco pretendo mudar a sua. Ainda vivemos numa democracia e usufruimos a liberdade de expressão.

          Só que a maneira como vc ataca os games, me fez levantar uma dúvida: já teve algum videogame ou já jogou algum game que fizesse sua adrenalina ferver?

          Se sim e realmente não gostou, tudo bem respeito. Mas se não, fica difícil entender o seu ataque. Levantar a bandeira sem conhecimento de causa não só é ingênuo como patético.

      • 10, dezembro, 2009 em 23:17 | #71

        Pois bem, acho que você não entendeu novamente o que eu escrevi. Troll como "'alguém' que vem incitar discussão com 'blogueiro' e 'seus leitores' insultando os mesmos". Sendo basicamente a diferença entre um troll e um blogueiro muito simples. Um blogueiro usa seu espaço pessoal para divulgar suas idéias, um troll é aquele que vai até o espalho alheio para lhe esculachar as idéias alí postadas e incitar a discórdia em um ambiente até então sem perturbações. Se você estivesse postando no seu blog e a Ester fosse lá te azucrinar, ela então estaria "trollando" e você seria o blogueiro tendo seu espaço "invadido". É muito simples, uma questão de que uma pessoa não é forçada a ler o texto de um blogueiro, mas um blogueiro tem que ver todo santo dia os comentários postados alí no seu espaço particular para expor idéias.

        Se um dia tiver um blog, ao invés de tentar impor suas idéias no espaço de desconhecidos, vai entender do que estamos falando.

        PS: "Literatura milenar" não significa literatura de qualidade. Violência virtual não significa doença, fosse esse o caso, tanto você quanto qualquer outra pessoa que o tenha "violentado verbalmente" seriam igualmente doentes. E quanto a parte patológica, posso falar por conhecimento da área. ;]

        • Jeorane
          11, dezembro, 2009 em 06:41 | #72

          Sobre a sua definição de "troll":

          Entendi a sua definição de "troll" e "blogueiro".

          Mas a Ester, como dona do blog, poderia simplesmente bloquear meus comentários. Leia lá embaixo nessa página em PS1 e PS2.

          Sobre a Literatura Milenar:

          Vários livros da Bíblia são condiderados obras-primas da literatura mundial, por exemplo, o livro de Jó e o Livro de Isaías.

          Sobre a "Violência Virtual":

          A "violência virtual" não é a doença, é apenas uma manifestação da insanidade dos tempos atuais.

          Sobre a "Violência Verbal":

          Eu não gosto de usar termos fortes tais como: "estupidez", "asneira", "hipocrisia", "falta de inteligência" etc, mas eram as únicas palavras que cabiam nessa situação.

        • 11, dezembro, 2009 em 07:27 | #73

          Depende de quem os considera "obras-rimas da literatura mundial". Com certeza em círculos religiosos, ou até em alguns círculos acadêmicos serão muito mais considerados do que na área acadêmica sociológica por exemplo. E isso falo até por conhecimento de causa.

        • 11, dezembro, 2009 em 07:35 | #74

          Ela não bloqueia seus comentários por uma linha editorial simples que não impõe censura e por enquanto você está mantendo um certo nível de civilidade em comparação com outros leitores. Um blogueiro somente bloqueia comentários em último caso, quando o nível baixa um pouco mais do que já está agora – exemplo, quando o troll passa de "estupidez" e "ignorância" para um certo tipo de ataque mais baixão calão ainda – mas isso varia de blogueiro para blogueiro. Alguns nem respondem os trolls religiosos, vide Cardoso ultimamente.

    • 10, dezembro, 2009 em 19:18 | #75

      Cito 3 coisas que qualquer pessoa nessa vida ja viu:

      Pica Pau, Tom & Jerry e Chaves

      Se voce em algum momento já riu ou se divertiu com as situações de um desses programas, sinto lhe informar, mas voce sentiu prazer com algum tipo de violencia. Isso não transforma ninguem num monstro, apenas comprova que qualquer pessoa está sujeita ao que eu disse.

      Eu poderia discorrer milhares de linhas sobre porque do meu comentário, mas seria inutil e desnecessário, já que a maioria das pessoas que vieram aqui são espertas o suficiente pra entender o que eu quis dizer.

      Por fim, alguem me explica porque esse troll esta falando na terceira pessoa?!

      • Jeorane
        11, dezembro, 2009 em 06:06 | #76

        Sim já assisti e ri muito com o "Chaves".

        Comparar o seriado inocente do "Chaves" com a VIOLÊNCIA BRUTAL E CHOCANTE de alguns games atuais é muito hipócrita da sua parte.

        Nos desenhos do "Tom e Jerry" os personagens nunca sangram, caem de alturas enormes e não se machucam, explodem bombas e ficam só sujos, o rabo do gato é cortado e logo cresce, nunca vi ninguém ficar chocado com esse desenho, mas já vi muita gente ficar chocada com a VIOLÊNCIA BRUTAL ALGUNS GAMES ATUAIS. Novamente comparar Tom e JErry com esses games é muita hipocrisia da sua parte.

        Você poderia até escrever uma enciclopédia pra defender o indefensável, que eu derrubaria os seus argumentos com 3 linhas usando lógica elementar.

        Sobre o troll escrever em terceira pessoa:

        Esse troll tem estilo!

        Um pouco de lógica:

        Você disse que não era para alimentar os trolls, como você respondeu ao meu comentário, deduzimos que:

        1 – Eu não sou troll ou,

        2 – Você entrou em contradição.

        • 12, dezembro, 2009 em 00:15 | #77

          Vamos do fim pro começo.

          Sim, eu entrei em contradição alimentando um troll.

          Um pouco de lógica: Uma vez que voce se diz um troll com estilo, nao pode querer que alguem conclua que voce não é um troll. Sua lógica é falha

          A palavra que voce estava procurando para tentar rebater meu argumento é "Generalista", pois o que eu fiz foi generalizar o sentido de violencia, em todos os seus niveis dentro de qualquer das midias citadas. E afirmo, considero essa violencia tanto em games quanto em filmes, como em desenhos animados, altamente divertida.

          Hipocrisia, como voce infelizmente parece não saber, apesar de essa ser uma de suas palavras favoritas, significa fingir ter uma opinião que na verdade não se tem. Por exemplo, é hipocrisia se dizer chocado com um video game violento e ao mesmo tempo achar inocente e engraçadinho um desenho onde um gato é picotado, esmagado e afins, chegando mesmo a morrer em alguns episódios.

          O argumento de que o gato se recupera na cena seguinte pode ser usado da mesma forma dizendo que os inimigos voltam se eu recomeçar a fase de um jogo. O discernimento pra saber que aquilo é apenas fantasia se aplica nos dois casos. Da mesma forma que eu sei que o gato não se machuca por ser um desenho animado, eu sei que os litros de sangue espalhados pela tela são apenas pixels em tons de vermelho.

          Como voce se mostrou uma pessoa bastante esclarecida até então, concluo pela lógica, que voce tem o discernimento

          para perceber a semelhança entre os dois casos, portanto continuar a negá-la, apenas para não ter que admitir o exagero de seu ponto de vista inicial é hipocrisia de sua parte

          Mas enfim, eu sou só um cara que se diverte com tiros de sniper e gatos moídos.

        • 12, dezembro, 2009 em 06:16 | #78

          Também aplaudo o seu comentário Tranceman mas faço uma ressalva. Também me divirto com tiros de sniper mas não com gatos moídos, ailurófila que sou hahahahahahahahahaha

  27. Anderson
    10, dezembro, 2009 em 13:16 | #79

    Concordo com a maioria das pessoas acima, coloquem um selo no jogo como se fazem com filmes pornos (PROIBIDO PARA MENORES DE 18 ANOS), mas tb não posso deixar passar qdo falam da BÍBLIA com se tudo o q tem lá é para nos enganar, acerca da violencia que ela cita ou ainda da nossa origem (prefiro acreditar na origem de Deus, a acreditar que foi a evolução das coisas q nos guiou até a "perfeição" q somos hj e que nunca foi comprovada), a biblia é para se entender e refletir(quem quiser) sobre o que é certo ou errado, pois ela com toda a certeza não vai te dizer ou te incitar a praticar o mal.

    -A propósito, gosto muito do seu blog.

  28. Jeorane
    10, dezembro, 2009 em 10:23 | #80

    Uma Pergunta:

    Estamos alimentando a insanidade da mente no planeta ao assistir a violência nos jornais, TV ou cinema?

    Veja a resposta de Eckhart Tolle no vídeo abaixo:

    http://video.google.com.br/videoplay?docid=353441

  29. 10, dezembro, 2009 em 10:05 | #81

    Como pode se dizer é tudo uma questao de formaçao….

    Como voce mesma disse pessoas que sao educadas com amor e carinho nao se tornam "Serial Killers" no amanha…

    • 10, dezembro, 2009 em 10:23 | #82

      Não necessariamente. Se houver uma predisposição ao crime um indivíduo pode ser tornar um serial killer mesmo se teve a melhor educação do mundo e a melhor família do mundo.

      É isso que alguns não entendem. Não é um game que irá desencadear um assassino…

  30. Jeorane
    10, dezembro, 2009 em 08:20 | #83
    • 10, dezembro, 2009 em 08:31 | #84

      Fiz um super comentário explicando por A + B sobre as contingências necessárias para se equilibrar as contingências comportamentais negativas as quais somos submetidos todos os dias, mas eu comentei junto com a Ester e o comentário sumiu huhuah Então

      Li nesses outros comentários do Jeorane que:

      <cite>

      Sinto lhe informar amigo, mas não existe isso de "aceitar e enfrentar a realidade do momento" em sua totalidade. O ser humano é regulado por regras impostas pela cultura que vão de encontro contra seus "instintos naturais" (não vou entrar nessa definição a miúdo agora) e essa contrariedade das imposições culturais verbais contra esses comportamentos naturais nossos geram frustrações e essas frustações tem que ser lidadas de uma forma ou de outra. Agora, fica realmente a pergunta da Ester: "Qual sua válvula de escape?"

      Como você brilhantemente citou, algumas pessoas bebem, outras fazem esportes, outras fazem sexo, outras se empenham no trabalho, e outras jogam video game. Se você parar para pensar, todas são práticas saudáveis se feitas com um certo grau de moderação e servem todas como "válvulas de escape" em certos níveis. Se você compara isso com o vício, aí está entrando em outra área, de patologias comportamentais muito complexas para serem discutidas em um post. O que interessa é que a "ferramenta" video game não deve ser confundida com a "patologia" produzida pelo usuário. Ler um livro que fala sobre violência, jogar um video game violento, assistir um filme violento, em quantidades saudáveis, é tão perigoso quanto qualquer outro filme, livro,jogo, o que vai determinar real periculosidade são uma gama de outras variáveis, muito mais importantes, reais e presentes, principalmente para crianças, como uma discussão entre os pais, ou em contrapartida, um diálogo aberto, por exemplo.

      • 10, dezembro, 2009 em 13:21 | #85

        "Como você brilhantemente citou, algumas pessoas bebem, outras fazem esportes, outras fazem sexo, outras se empenham no trabalho, e outras jogam video game"

        eu faco tudo isso, tio. to doente? :(

        COD eh violento? Resident Evil? Street fight? maybe.

        Que tal F1? ueh, inspira a rapaziada a dirigir feito louco… deve gerar um bando de motoristas malucos, nao?

        E Mario? Nunca fui fa de Mario, mas ele matava um bucado de gente tambem…

        Nao me venham com xorumelas. A sociedade eh violenta desde os primordios, como foi falado jah. Quer falar de igreja e blablabla, vou citar soh um exemplo: http://www.umtudo.com/a-igreja-catolica-erra-conh
        Inclusive o autor desse texto eh um XUXU x) kkkkkk

        Brincadeiras a parte, violencia sempre vai existir. Video game nao eh consequencia disso, os "shows" no coliseu de Roma tambem nao. Isso eh cultural. Isso eh da epoca. Naquela epoca era correto, todos aceitavam. Hoje nao mais.

        Eu aposto que Adao e Eva brigaram pra ver quem pegava a maca primeiro :P

        Entao, macacada, vao procurar o que fazer! Senadorzinho de meia tigela e todos os defensores dessa idiotice.

        Vao rachar uma lenha, capinar um lote.

        (erros de portugues pq n to no meu pc e n to afim de configurar teclado :P)

    • 10, dezembro, 2009 em 08:44 | #86

      Ih caramba!!! Tu é o mesmo (ou a mesma, sei lá) que encheu "meus pacová" no post do Velho!!

      Veio pra um segundo round? Posso "tomar uma Kaiser antes?" :=)

      • Jeorane
        10, dezembro, 2009 em 09:03 | #87

        Eu sou O mesmo.

        Quem encheu foi você, lembre-se eu comentei primeiro.

  31. Jeorane
    10, dezembro, 2009 em 05:56 | #88

    Existe uma nítida diferença entre se ler uma notícia sobre um acontecimento violento e ser o autor desse acontecimento.

    Num jogo VOCÊ é quem mata, mutila, rouba, atropela, estupra, consome drogas, se prostitui etc.

    É obvio que quando você é o protagonista, o praticante desses atos, seu nível moral se degenera, se você acha divertido roubar num mundo virtual, porque não o acharia no real?

    É muito diferente de se ler uma história e ficar chocado com ela.

    Seu post é no mínimo hipócrita.

    • 10, dezembro, 2009 em 08:20 | #89

      Vai acreditando que o que degenera nosso nivel moral é protagonizar interpretações verbais violentas em uma tela de video game. Pessoas que seguem esse tipo de "retidão" é que geralmente se frustram, se irritam, se descontrolam e… inevitavelmente…

      Dúvido que a Ester, como boa mãe que transparece, ensina para os filhos dela que o que rola nos jogos que jogam juntos é modelo de realidade. O que conta é o que fazem quando saem na rua, quando discutem um filme ou quando ela aparta as discussões entre os meninos ou ao comentar o desempenho na escola. São esses momentos definidores de "caráter" das crianças e não a pontuação no Street Fighter IV que, convenhamos, é uma contingência bem tênue frente ao exemplo presente de um pai ou uma mãe.

      Estamos bem longe – tecnologiamente, pelo menos – de um zumbi com a cabeça estourada ser mais impressionante que um acidente de moto com mutilação (real).

    • 10, dezembro, 2009 em 08:20 | #90

      Jeorane pelo que eu entendi do seu comentário qualquer um que joga videogame pode transferir para o mundo real o que faz no jogo. Bom, então me segura senão vou pegar uma sniper, ir pra sacada do meu quarto e começar explodir cabeças!! Affff tenha dó!

      Cara, não sei em que mundo vc vive mas só pra te refrescar a memória, desde os primórdios da civilizações já existiam crimes, barbáries, mentes perturbadas e fanáticos religiosos matando em nome de uma causa. Tinha videogame naquela época????

      Se o cara que vê um filme ou joga um game violento fica aloprado e sai matando gente é porque já tinha precedentes pra isso, ou seja, já era perturbado mentalmente e não foi o game que o tornou assim.

      Generalizar colocando games como responsáveis é sim no mínimo hipócrita.

      • Jeorane
        10, dezembro, 2009 em 09:01 | #91

        Eu não disse que os games violentos são a causa da violência atual.

        Os games violentos não são a causa, são uma CONSEQUÊNCIA da violência atual.

        Divertir-se com qualquer tipo de violência é sim moralmente questionável, seja nos games, livros, filmes, touradas etc.

        Na Roma antiga não tinha Videogames, mas olha o que acontecia:

        "…As terríveis cenas na arena do anfiteatro, onde gladiadores lutavam até a exaustão contra outros gladiadores ou contra feras terríveis, trazidas dos fundões do mundo, …"

        "…Prisioneiros de guerra e mártires do cristianismo eram amarrados em postes à espera de serem devorados por tigres, leões e leopardos; conservados antes, nos porões do anfiteatro, em colossais vivarium e em jaulas, num jejum permanente…"

        Isso tudo era a diversão do povo romano que ia assistir esses espetáculos.

        Você iria?

        Veja, o povo romano não estava matando, eles apenas assitiam a matança para se divertir.

        Não é muito diferente quando você joga um game violento e sente prazer em matar, roubar, atropelar, etc.

        Sentir prazer nessas coisas, mesmo que seja num "mundo virtual" é sinal de distúrbio mental.

        PS.

        E qual foi o final da civilização romana?

        • 10, dezembro, 2009 em 09:12 | #92

          Comparar jogos indviduais (ou mesmo em atitudes cooperativas sociais) com a barbarie romana é no mínimo algo ingênuo. No caso é a simples diferença entre a matança real e a virtual. E duvido muito que toda a sociedade romana (que assistia aos gladiadores) era portanto assassina, sanguinária e bárbar por conta disso.

          Já que cita textos históricos, saiba que em comparação com outras civilizações da época, a civilização romana era a mais avançada tenológica, cultural e socialmente. Era a menos "bárbara" se comparada com muitas outras (que não tinham "jogos de gladiadores") e sua decadência se deve a dois fatores: problemas sistemáticos governamentais e o surgimento do cristianismo eventualmente.

          Então eu acho que o final da civilização romana foi mais por conta de "preceitos morais religiosos bíblicos" do que por conta dos jogos, que já haviam sido extintos muito antes da queda da civilização romana. ;]

          E sinceramente, talvez se os jogos tivessem durado mais, o governo talvez teria sido mais longo, se analisarmos friamente. Mas isso é inferência pessoal minha, não tenho como saber.

          Quando citar história, cite corretamente, por favor. =]

    • 10, dezembro, 2009 em 08:34 | #93

      bom dia Jeorane. Eu também li o post e não o achei hipócrita.

      Se você é cristã (Mais de 90% dos brasileiros o são) então a hipócrita aqui é você.

      Em primeiro lugar, raros jogos tem sua temática em violência gratuíta, como a outra palhaçada sobre Counter Strike. São simulações de guerra onde um jogador compete contra outro ou outros jogadores. Isso mostra claramente que você não entende nada do que está falando e está apenas querendo defender a bíblia. Justificável, mas ainda assim, incoerente. A título de informação o xadrez é uma simulação de guerra também.

      Em segundo lugar um jogo onde um time compete contra outro não degenera nível moral de ninguém. Só aí já vemos que você não entende nada de psicologia e muito menos de comportamento humano. Pois se assim fosse, futebol deveria ser o primeiro a ser proibido não é mesmo?

      Em terceiro lugar, jogos cuja temática sejá a violência gratúita como manhunter e carmagedon são ignorados por jogadores com nível de moral mais aguçado que como a autora do posto mesmo ressaltou, isso não vem dos jogos que a pessoa joga, mas sim do que ela aprende com a familia e com a comunidade onde ela vive. Coincidentemente, se religião fosse algo que realmente melhorasse em alguma coisa, quase não existiriam crimes não é verdade? Afinal de contas, proporcionalmente, mais de 90% dos criminosos são cristãos.

      E por fim, o que é pior? Comandar um desenho da tela de um computador enquanto ele atira em outro desenho na tela ou cantar louvores a um ser que prega a matança de mulheres e crianças? Colocar uma bomba em um alojamento de soldados desenhados na tela do computador ou queimar vivo aqueles que não rezam para o deus sanguinário?

      Podemos ver claramente a sua hipocrisia em defender uma crença de moral altamente questionável.

      Até mais.

      • Jeorane
        10, dezembro, 2009 em 09:05 | #94

        Eu não estava defendendo a Bíblia.

        Só achei hipócrita a comparação, entre se ler uma história e SER o protagonista da história.

        PS.

        Eu sou O Jeorane.

        • 10, dezembro, 2009 em 11:52 | #95

          Entendo.

          Mas você concorda comigo que se formos analisar sob o ponto de vista de grau de "contato", assim como interpretar um protagonista violento tem um nivel maior de contato quanto apenas ler sobre um personagem violento (Se bem que depende do grau de indentificação do leitor para com o personagem) também mandar realmente alguém para a fogueira para agradar um deus sanguinário é pior do que simplesmente dar um tiro virtual no avatar, também virtual, de outra pessoa.

          Sob o ponto de vista dessa escala de contato o posto continua sendo lógico, visto que o que ele pretende mostrar é que, se formos banir tudo o que expoe a pessoa a situações violentas, a bíblia e o cristianismo (Na verdade qualquer religião baseada no fanatismo) teriam que encabeçar a lista e ser a primeira a ser banida.

    • Allana FFVII
      22, julho, 2011 em 13:48 | #96

      Ela defendeu o geral, cada um joga o jogo que lhe convém, eu por exemplo condeno jogos como GTA, não vejo nada que se aproveite nisso. Geralmente só "mato" zumbis, ou a tropa rival. Mas jogos de roubo, ou coisas do tipo eu não gosto mesmo, nunca joguei Bully, e já tive inúmeras oportunidades, não vejo graça nessas coisas. Meus jogos favoritos são os que prezam pela paz, infelizmente às vezes, não podemos resolver tudo com diplomacia, então a saída é a violência, é triste mas, alguns tem de lutar em defesa da justiça e dos mais fracos, vemos isso em games, é isso que eu absorvo, não faço isso através da violência, aprendo a lutar usando outros métodos. Claro que nem todos fazem o que eu faço, nem todos tem a minha conduta, aprendi muito com eles, os jogos "certos", mesmo que tenham violência. Aliás, entretenimento, vc vê de tudo, cada qual com seu público alvo, estamos falando da complexa mídia que está conosco todos os dias.

  32. 10, dezembro, 2009 em 01:16 | #97

    Ester, aqui tem uma explicação (em inglês) do rating: http://www.bestbuy.com/site/olspage.jsp?id=cat121

    ;)

    #matoacobraemostroOpau :D

    • 10, dezembro, 2009 em 07:51 | #98

      Vitor, bem interessante esse link!! Não tinha prestado atenção nestes selos ainda.

  33. 10, dezembro, 2009 em 01:11 | #99

    Ih agora ferrou. Falou da bíblia. <span style="text-decoration: line-through;">lunáticos fervorosos em 3, 2, 1</span>

    Ia falar que aqui nos EUA cada jogo tem seu rating, que é a classificação etária. Mas já foi falado acima. Só uma correção, COD é "mature" (17+).

    Amanhã vou parar na GameStop (nome sugestivo hein) e perguntar ao vendedor se esse rating implica em alguma coisa, no sentido de um piá (badeco, guri, menino) menor de 17, seguindo o exemplo citado, poder ou não comprar o game.

    Seria interessante se isso funcionasse como no cinema, assim como falei e fui até citado (que honra xP), porém resumirei o que eu penso realmente: utopia.

    Primeiro que ninguém compra jogo original, por causa do preço que é algo em torno de, bem… ridículo. Como não compram original, vão pro camelô. Já imaginou camelô pedindo carteira de identidade? Não, né? Nem eu :)

    Nunca me pediram ID pra jogo, vc pode pensar "po mas com essa cara, também!" É, caro leitor desse comentário, TODAS as vezes que eu entro em um bar ou compro cerveja em supermercado/posto/wherever pedem ID. Deveria ser a mesma coisa no Brasil. Deveria… assim como parar na placa de pare, lixo no lixo…

    Isso é educação, isso é responsabilidade. Coisa que a gente, infelizmente, ainda não aprendeu no Brasil.

    #beijomeliga :)

    • Allana FFVII
      22, julho, 2011 em 13:09 | #100

      Vitor, eu vou admitir algo que me envergonha: todos os jogos que eu tenho são piratas. Na minha cidade nem existe um lugar específico para comprar jogos, só camelôs, e eles vendem qualquer jogo para qualquer idade mesmo. Eu me envergonho porque, estou me utilizando de algo que admiro muito, mas não estou contribuindo com eles, tô contribuindo com a bandidagem. Meus pais nunca comprariam um jogo que tem um preço deveras salgado. Mas eu pretendo, quando tiver meu emprego, comprar originais, vou mudar de cidade (ainda mais porque na minha não tem o emprego que eu quero, game designer, e me esforço para isso).

  34. 9, dezembro, 2009 em 20:11 | #101

    Eu não acho bom a criança ficar exposta a violência exagerada e pornografias.

    Não precisa de classificação etária, precisa de PAI e MÃE.

    • 9, dezembro, 2009 em 20:24 | #102

      Então Roger, esse é o ponto. Não vai ser um jogo o responsável por desvirtuar uma criança mas a falta de uma base familiar sólida e de uma vida digna.

      Meus filhos jogam e sabem separar bem as coisas. Por exemplo, jamais tiveram um estilingue e mataram um passarinho sequer, coisa que é tida como normal em muitas infâncias por aí.

      Eles tem pai e mãe. :)

  35. 9, dezembro, 2009 em 19:00 | #103

    Quer ver sobre crueldade na Bíblia?

    Leiam o Levítico!

    É um dos textos mais atrozes que um ser humano pode ter acesso na vida e qualquer um pode lê-lo, afinal, é a Bíblia, né?

    • 9, dezembro, 2009 em 19:52 | #104

      Phillipe, sabe que fiquei curiosa? :mmm:

      • 9, dezembro, 2009 em 20:39 | #105

        Leia…

        e tem gente que vira pra me dizer que tudo que uma pessoa precisa saber na vida, pode ler na Bíblia.

        Só imagino a formação e o caráter maravilhosos que um sujeito poderia ter assim.

        No Levítico em especial, são descriminados todos os tipos de violência e todos os violentos castigos para cada um… Sobra pra todo mundo, pra qualquer tipo de pecado… Quase toda pena é morte e toda morte é sempre violenta.

        Sacrifiquem os animais, por nada, apenas em nome do SENHOR!

        Homosexuais? Certamente morrerão…

        Zoófilo? Cometeu abominação, vai morrer, e matem esse bicho também!

        Deficientes físicos? Não verão as portas do céu, nem mesmo entrar nos templos deveriam!

        É uma beleza!

        Às vezes acho que esse texto é banido das Bíblias publicadas por aí, porque se os fundamentalistas vissem como os padres-nossos e ave marias não significam nada na remissão de seus pecados (a todo pecado, no Levítico, recomenda-se o sacrifício de algum boi, carneiro… algum animal diante do altar da Igreja), as Igrejas seriam mares de sangue de boi ou bode… rs

        • André
          10, dezembro, 2009 em 07:38 | #106

          Na minha opnião vocês estão mudando o foco com tópico, eu entendo que a Bíblia deve ser levada em consideração o Novo Testamento, Jesus Cristo veio e condenou tudo isso que vocês estão falando sobre atrocidades. O velho testamento deve ser encarado como um livro histórico.

          Sobre Adão e Eva eu entendo que é uma metáfora e também não deve ser visto com parte científica, não concordo com a Estér sobre a "ensinar que a raça humana surgira de Adão e Eva" até porque na época em que foi escrito não teriam condições de Ensinar que houve a evolução das espécies..

          Enfim…minha opinião. Mas de resto concordo com todo mundo! rsrs..

          Abraços,

          André

        • 10, dezembro, 2009 em 08:01 | #107

          Respondendo ao André,

          Concordo que a opinião sobre a bíblia seja deveras pessoal. Se eu não acredito no que está lá (pelo menos em grande parte) não posso exigir que o outro faça o mesmo.

          Porém como vc mesmo disse o foco aqui não é a religião ou a veracidade do livro sagrado, mas sim exemplificar e ponderar que o ruim e o violento está em tudo e em todos os lugares.

          Obrigada por se expressar! :)

        • 12, dezembro, 2009 em 17:51 | #108

          Olha colocar a bíblia como exemplo para uma lei é demais e a partir do momento que você coloca isso ou aquilo sem estuda do começo ao fim ,coloca você como uma pessoa sem autoridade para dizer algo sobre a bíblia.

        • 13, dezembro, 2009 em 07:57 | #109

          André,

          Não a estou, de maneira alguma, colocando-a como lei. O que estou colocando é que é um texto deveras violento que está contido na Bíblia.

          Entre jogos filmes e qualquer obra pudessemos citar, a Bíblia, de longe tem um poder de convencimento MUITO maior. Prova disso é que há VÁRIAS organizações criadas em torno deste livro.

          Em sendo uma obra tão poderosa e arrebatadora, eu a categorizaria mais inacessível, entretanto, ela está por aí, pra quem quiser. É muito fácil adotá-la como lei e há os chamados "fanáticos" que o fazem, no entanto, como qualquer lei, a Bíblia (talvez mais que qualque lei) é passível de interpretações e seleção.

          Qualquer pessoa sensata certamente desprezaria um texto como o Levítico, por exemplo, contudo, outros podem tomá-lo e esse é o perigo de sua fácil disponibilidade.

          Eu sei bem que a Bíblia não é só horror, há sim as passagens sobre paz, sobre respeito, honra, caráter, e respeito tudo isso, apenas estava ilustrando o que foi colocado no post.

        • 13, dezembro, 2009 em 12:30 | #110

          André eu fui luterana desde que nasci até a adolescência e como eu disse fui "obrigada" a estudar a bíblia, ou melhor, parte dela durante esse período. Eu ia mais à igreja do que hoje vou ao supermercado.

          Se citei os exemplos que citei é porque além de serem notórios foram incansavelmente introduzidos na minha mente. Acho então que tenho conhecimento de causa para citá-los.

          E mais uma vez repito, não estou desmerecendo e nem criticando o seu conteúdo, até porque concordando com o Phillipe, existem passagens realmente bonitas e aproveitáveis.

          Apenas levantei a questão de que violência e afins estão presentes em todos os lugares e até mesmo na bíblia, não só nos games.

  36. 9, dezembro, 2009 em 18:51 | #111

    Se eu puder elaborar o que Trancerman falou, isso combina com uma discussão na facu (psico, pra quem não me conhece) a respeito da teoria de Jaques Lacan, onde acabamos saindo um pouco do rumo e discutindo como demonstrações onde adultos vêem a periculosidade de incitação de sexo, violência e afins, pode ser no final realmente uma vávula de investimento pulsional em que, em leigos termos, extravazamos nossas frustrações inerentes.

    Como organismos, somos dotados de energia que temos que administrar da melhor forma possível e nossos instintos, sejam sexuais, de destruição ou etc. são canalizados da melhor forma possível e jogar um video game ou até mesmo uma criança cantando que "atirou um pau no gato" é uma mera relocação dessa energia que de outra forma causaria outra manifestação em outro lugar, talvez até mesmo através da atitude física de atirar o pau no gato OU de estourar a cabeça de alguém.

    Traduzindo em termos não psicanalíticos: antes ele estourar no video-game do que na vida real e que vocês entendam, como a Ester brilhantemente colocou, que a violência não é aprendida em uma dinâmica ou brincadeira, mas pelo crivo criterioso dos símbolos de maior afeto da criança. Resumindo, os pais, professores, etc.

    PS: Quero morrer por citar psicanálise, ja´que não sou muito fã, mas encaixou na conversa. =p

    • 9, dezembro, 2009 em 19:50 | #112

      Justamente Fernando! Só endossou o que o Tranceman falou sobre válvula de escape e repito, concordo plenamente.

    • 10, dezembro, 2009 em 01:12 | #113

      Faculdade pelo menos ta servindo pra alguma coisa hein xD

      • 10, dezembro, 2009 em 07:35 | #114

        Isso, festa, conhecer cocotinhas e vagabundar algumas horas com credibilidade do governo federal hauhauh

  37. bill
    9, dezembro, 2009 em 17:42 | #115

    estava em um mau dia… hein ester?

    • 9, dezembro, 2009 em 19:48 | #116

      Engano seu Bill. Quando consigo escrever é porque tive um ótimo dia. ;)

  38. 9, dezembro, 2009 em 17:23 | #117

    Brilhante como sempre Ester

    Vou até mais longe

    Jogos violentos, são a minha melhor válvula de escape pro estress. Nada me relaxa mais do que estourar cabeças com headshots.

    Não vou extrapolar e dizer que eu sairia matando pessoas se não tivesse os jogos, mas garanto que eu seria alguem muito mais dificil de se conviver. E imagino que muitas outras pessoas tambem tenham essa relação com os jogos e que algumas delas perderiam o controle se não tivessem essa forma de descarregar a raiva (eu sei que eu perderia).

    É quase um instinto do ser humano sentir prazer com algum tipo de violencia, mesmo que seja um desenho animado levando uma panelada. Pessoalmente acho que reprimir ou evitar isso pode ser muito pior para a sociedade

    No mais, toda essa ladainha é resumidamente, tentativa de censura e se o projeto for seguido ao pe´da letra todos os jogos serão banidos do país, pois qualquer um em algum momento ofende alguma forma de crença ou cultura. Ou seja, ou isso vira piada, ou então fudeu de vez

    FLWS!!!

    • 9, dezembro, 2009 em 19:44 | #118

      Obrigada Tranceman!!

      Isso, válvula de escape. Sempre disse isso e assino embaixo! ;)

  39. 9, dezembro, 2009 em 17:03 | #119

    Belo texto.

    Alguns políticos deviam se preocupar em acabar com a corrupção que deixa vários brasileiros a beira da miséria e morrendo nas filas das unidades de saúde, se preocupar em ganhar menos para aliviar os cofres públicos, se preocupar em investir em segurança e educação.

    Se o problema é a violência nas telas de TV primeiramente deveríamos proibir os telejornais, novelas, filmes, desenhos animados, etc…

    Muitos livros também deveriam ser proibidos.

    Sair a rua deveria ser proibido. Quer contato maior com violência do que esse?

    Guerras também deveriam ser proibidas, o simples fato de se fabricar armas também deveria ser proibido.

    Enfim, o games não são nem de longe a causa da violência, existem coisas muito mais sérias esperando para serem tratadas.

    • 9, dezembro, 2009 em 19:37 | #120

      Valeu Lança! É preocupação demais com o desnecessário enquanto o que realmente importa sofre descaso.

  40. 9, dezembro, 2009 em 17:01 | #121

    De acordo com o que você falou. Só uma ressalva: Atualmente os jogos (pelo menos fora do Brasil) devem ser classificados. Tanto que o Call of Duty é 18+, Ratatouille é livre, Simpsons, se não me engano é 14+.

    A Biblia deveria ter na capa 18+, porque como diria Capitão Nascimento (18+), inúmeras vezes o homem deu a ordem: Senta o Dedo.

    Não precisa nem começar muito na Biblia para encontrarmos um irmão matando o outro com pedrada na cabeça, o que não é muito diferente da realidade atual em que vivemos.

    Os jogos, podem sim influenciar negativamente uma criança, fazer com que ela goste de armas e tudo mais…maaaaaaasss…que raio de pai é esse que deixa uma criança jogar um jogo que não é para sua classificação etária.

    Alguns jogos, Call of Duty, é 18+, mas não veria problemas em ver meu filho jogando ele com 14 ou 16 anos…mas não com 8. E a qualquer sinal de mudanças em seu comportamento…controlar.

    O problema é que atualmente vejo acontecendo uma "Terceirização Moral" dos filhos. São pais que acham que é a obrigação de dar educação pra criança é EXCLUSIVA do professor e que quando esse professor chama a atenção os pais ainda acham que o professor está errado.

    Também temos estes outros tipos de problema: A culpa é da TV, a culpa é dos jogos, a culpa é do Gibi.

    Não, a culpa são dos pais que não participam da formação ética e moral de seus filhos, não só conversando com eles (não sermão, falo de amizade sincera), trabalhando toda essa informação que as crianças recebem através dos jogos, internet, escola.

    Os pais esquecem que crianças e adolescentes, como fomos um dia, são um repositório de informações mas ainda não tem total domínio da interpretação destes dados e discernimento do que isso tudo significia.

    Desculpe o texto enrolado, mas é que preciso voltar ao trabalho. Muito bom seu texto :D

    • 9, dezembro, 2009 em 19:33 | #122

      Então André, a classificação realmente seria uma boa. Mas sempre acaba ficando a critério dos pais em casa se permitem jogar título X ou Y.

      Meu filho do meio está quase completando 11 anos e nunca o proibi jogar. Qualquer pseudo pedagogo iria ter faniquitos se o visse jogando games "violentos". Mas como vc disse, estou sempre presente, jogo junto e monitoro o seu comportamento. Posso lhe assegurar que ele é um bom filho, bom aluno e possui uma rotina normal como qualquer outra criança jogando bola com os amigos no quintal.

      Enfim, vai muito da tendência e da personalidade de uma criança e do alicerce de uma família. :)

      • André Guergol
        10, dezembro, 2009 em 15:09 | #123

        Falou pouco mais falou bonito :D É isso mesmo que tentei explanar :D

    • Allana FFVII
      22, julho, 2011 em 12:51 | #124

      Concordo com vocês.Minha mãe não me proíbe jogar nada, eu mesma sei o que devo ou não jogar. Tenho minhas preferências. Meu mano de 8 anos (ele tem mesmo oito anos,kkkkk) joga The Punisher, quem já jogou sabe que nele há mortes por tortura, eu vi a maioria, e vou jogar depois, ele é um herói da MARVEL meio polêmico não acham? Mesmo assim, meu mano também é um ótimo aluno, ele não é violento ou transtornado, e olha que de jogo violento ele entende muito bem! Ele tem sempre uma "zeração' e eu outra, nós competimos pra ver quem faz melhor e primeiro (risos). Não acho que quando a gente brigar ele vai pegar as facas da cozinha e me matar, assim como no jogo que mencionei. Violência verbal ele também não tem, nossos pais não precisam falar muito com a gente porque nós sabemos nossos limites, e eu já sei o que é certo ou errado, desde pequena minha mãe me diz que drogas são erradas, mas mesmo se ela não tivesse falado, eu saberia, porque temos informação, o problema não é dos jogos. Uma pessoa não vai agredir qualquer pessoa que lhe perturbar porque alguém fez isso no jogo, tudo realmente depende da moral de cada um.

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