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Garfield se foi…

16 December, 2008 por Ester Beatriz | Se gostou do post, envie para alguém!

Garfield Eu e Garfield Garfield - estava lindo e imenso!
Clique para ampliar.

Lembram quando eu apresentei meu Garfield à vocês?? Pois então, da mesma forma, achei que deveria dizer também que eu o perdi no último fim de semana.

Ele morreu vítima de algum trauma que a princípio achamos de ter sido por atropelamento mas com base no tipo dos ferimentos, acreditamos que pode ter sido um ataque de cachorro. Foram três dias tentando de tudo, inclusive com sinais de reação, mas em vão…

Garfield tinha um único defeito – era macho. Achei até que ele demorou bastante para pôr em prática os seus instintos de vadiagem ao começar a fazer seus passeios noturnos. E infelizmente ele tinha uma manemolência própria de sua personalidade que não lhe permitia o preparo e a destreza de um vira-lata, tornando-o um péssimo e vulnerável boêmio. Com apenas duas ou três escapadelas ele acabou se tornando vítima do seu instinto.

As fotos acima foram tiradas cerca de duas semanas antes do acontecido. Como ele tinha acabado de tomar o seu primeiro banho e estava todo cheiroso parecendo ainda mais felpudo, felizmente registrei o momento. São as últimas e queridas imagens que tenho dele… Vou sentir falta do meu bola de pêlos me acordando de manhã com o seu miado quase insonoro…

Mas eu decidi uma coisa: não quero mais ter um gato macho. Criá-lo desde pequenino, me afeiçoar a ele e depois perdê-lo de forma gratuita… não quero passar por isso de novo. Isso não foi a primeira vez  porque já tive outros machos antes, mas espero que seja a última. A menos é claro que eu caia novamente de amores por um filhote assim como foi com o Garfield. Mas enfim, vou tentar não me apaixonar e passar a preferir as fêmeas.

Eu ainda tenho a minha gata SRD que adotei e está comigo já faz muito tempo. Continua firme, forte e é uma companheirona querida. Ela inclusive está prenha novamente pela mílésima vez!!!
Continuarei apenas com ela até me sentir novamente preparada para ter mais felinos…

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Postado em Animais, Pessoal, Tudo


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16 Comentários

  • Luiza Gomes says:
    Ow Ester, nem sei o que dizer, me deu uma dor no coração como se eu fosse mto mto mto proxima de vcs.

    Realmente os machos são mais rueiros do que as femeas, tenho uma femea que é bem caseira, agora adotei um machinho e ja sinto a diferença, ele quer rasgar as telas e aprontar por todo lugar.

    Tenho certeza que essa bolinha amarela felpuda esta em um bom lugar junto com papai do céu.

    Gatos são apaixonates, seres abençoados.

    Bjus Ester fica com deus!

    Responder

  • @Luiza Gomes
    Obrigada Lu!!!
    Eu era doida com ele, mas quando ele começou com os passeios noturnos, eu já meio que previa que isso não iria acabar bem. Ainda mais que ele era do tipo molengão sabe, não tinha a malandragem de um vira-lata pra se safar dos perigos.
    Me conforta saber que ele foi muito amado e bem cuidado. Ficam as boas lembranças…
    Beijo!
    :bye:

    Responder

  • Ana Paula says:
    Prezada Ester, sou leitora de seu blog (assinante dos seus feeds) há muito tempo, e muita admiração e respeito tenho por você.

    Mas desta vez (já tive esta vontade outras vezes), sinto ser impossível evitar lhe pedir, encarecidamente, para que leia isso:

    http://www.mopibichos.com.br/acessoarua.htm

    Me desculpe se pareço insensível neste momento, mas espero que, pelo menos um dia, você caia em si e entenda que minhas intenções são sinônimo de um “querer bem” e não o contrário.

    Realmente sinto muito pelo seu gatinho (muito mais por ele, que por você, me perdoe a sinceridade).

    Tenho mais de 20 gatos em casa (vivendo “indoor”) e sempre tive gatos minha vida toda. Amo todos os animais e já fiz muitos sacrifícios não somente pelos meus como até pelos dos outros…

    Para você ter idéia, a maioria de meus gatos (também tenho outros animais, como cães) foram resgatados da rua em diferentes idades (bebês, jovens, adultos e velhos) e situações (doenças, abandono, inanição, etc) e morreram de velhice, com mais de 16 anos.

    E acredite, todos eles são muito felizes por viverem dentro de casa.

    São alimentados com ração de qualidade, vacinados, castrados (fêmeas e machos), são aquecidos no inverno e refrescados no verão, tem brinquedos, distrações, muito amor e carinho, amigos (são todos unidos entre si e estabelecem muitas relações sociais), enfim, são protegidos e bem cuidados contra tudo o que possa lhes causar mal, afinal, eles agem por instinto e NÃO sabem discernir com clareza o perigo. Essa tarefa, cabe sim, a nós, seus “donos”. É o que é chamado – sabiamente – de “posse responsável”.

    Aliás, essa “responsabilidade” cabe a todos que, de uma forma ou de outra, está encarregado de “cuidar” do próximo indefeso. É como ser pai ou mãe, e não largar os filhos ainda crianças (lembre-se que, animais são como “eternas crianças”) soltos no mundo, a mercê de seus instintos mais básicos e das consequências dessa falsa “liberdade”.

    Bem, acho que já falei até mais do que devia, e apesar da rude franqueza, peço que tome esta mensagem como um “compartilhamento de experiência” de alguém que também já cometeu muitos erros com animais por não saber como agir apropriadamente, e que foi aprendendo a lição a duras penas…

    Me despeço torcendo para que sua dor de agora seja um novo ponto de partida para você se tornar, no futuro, uma “mamãe de peludos” extraordinária. Potencial para isso, com certeza absoluta, não lhe falta. Mas se ninguém nasce sabendo, por que você nasceria?

    Resumindo, não se feche para outros gatinhos (nem para outros animais). Tem muitos deles por este mundo, sofrendo com o abandono, crueldade e doenças, precisando muito de alguém que lhes dê uma nova oportunidade de vida, um novo renascimento. Tenho certeza que, o seu Garfield, de onde ele estiver, vai sentir que sua prematura partida não foi em vão, que no lugar ficou uma semente de esperança para outros bichinhos.

    Responder

  • Jane says:
    Pôxa, que chato Ester. Eu sinto muito. Já perdi um bichinho e sei como dói. Espero que você superem isso logo.
    Bjs, fiquem com Deus!
    Jane

    Responder

  • @Ana Paula
    Nossa que horror!!! Entrei no link que você deixou… como é possível que pessoas cometam tanta violência contra um animal ????
    Só não entendi o restante da sua colocação… não me sinto culpada pelo Garfield ter saído. Apesar de muros altos, eles acabam pulando e eu jamais enjaularia meu gato para mantê-lo seguro.
    Amo felinos e acho que o que me falta mesmo aprender é estar preparada para o inevitável quando se trata de machos.
    A minha gata fica esperando no portão da garagem aberta eu voltar de carro e não sai…
    Infelizmente a rua é perigosa para animais soltos, principalmente gatos, mas não há nada o que fazer quando se trata do instinto de boemia de um gato macho…
    :sad:

    Responder

  • Ana Paula says:
    Ester, o que eu quis dizer é que, animais devem ficar presos e não soltos por aí – e gatos não são excessão. Não se trata do animal ser “macho” ou não. Não é porque ele é macho que deve ficar vagando por aí, atormentado pela tortura do cio, correndos riscos que podem ser evitados e pior: ainda tornando outras gatas prenhas, colaborando para colocar no mundo mais animais que irão ficar abandonados (uma gata e suas crias, em 7 anos, podem dar origem a 420 mil gatos – é uma loucura populacional que pode ser evitada só com o ato responsável – e amoroso – da castração). Se você pensa que “prender” um gato é cruel, está na hora de rever seus conceitos ou tomar uma decisão racional e radical de nunca mais ter gatos na vida, optando apenas por animais compatíveis com sua forma de pensar, agir e viver. Veja sua gatinha… está prenha de novo. O que você vai fazer com estes filhotes qdo nascerem? O que fez com os outros da outra cria (tá vendo como sou sua leitora fiel, hehehe)? Deixou para a natureza cuidar ou foi atrás de pessoas para adoção? Se doou, como será que eles estão hoje? Sabia que gatas não castradas tem uma tendência enorme para ter câncer? Sabia que o cio as deixa absolutamente exaustas, irritadas e muito vulneráveis a doenças? Permitir tudo isso acontecer com um gato(a) que está sob seus cuidados e que certamente você ama, é certo? Se você achar que é, ou mesmo tentar justificar isso, confesso, será um choque enorme (e uma decepção de uma fã sua), pois eu te acho uma das pessoas mais inteligentes da blogosfera brasileira (é verdade, não to rasgando seda não), e acredito realmente que, se você ainda pensa de forma tão equivocada (“macho é boêmio”, “não vou enjaular pra manter seguro”, etc), só pode ser por falta de informação suficiente. O que é uma pena, pois você tem muitos leitores, um canal super bacana para conscientizar outras pessoas, e oportunidades excelentes de fazer isso (como já fez tantas vezes com outros tópicos). Veja só, seu gatinho faleceu tragicamente. Quantos outros vão ter o mesmo destino porque os donos acham legal deixar os bichanos soltos por aí? Talvez você não tenha se dado conta, mas você fez seu post e justificou esse acontecimento com total conformismo quando disse coisas do tipo “eu já meio que previa…”, também fez uma colocação muito equivocada dando a entender que o problema maior era o fato de ser “macho”, quando na verdade o problema era seu gato não ser castrado e estar solto. Muita gente vai ler isso e concordar com você, ou aprender que isso é o certo, afinal, você tem credibilidade e seu blog serve de referência para muitas opiniões. Agora imagina o contrário… Imaginou? Pois é, seria um “exemplo” fantástico para muita gente (tem pessoas que nem sabem que gatos podem ser castrados, podem viver maravilhosamente bem dentro de casa, podem viver até 20 anos, etc), e quem ganharia no final das contas, com o aprendizado de seus donos, seriam os bichinhos. Enfim, Ester, o fato é que, através do seu blog, você é um exemplo para os outros (querendo ou não). E isso tem seu lado bom e ruim. O ruim é ter que refletir muito antes de tornar pública certas opiniões que podem ter o poder de influenciar (negativa ou positivamente – a escolha é sua) a forma de agir de outras pessoas.

    Responder

  • @Ana Paula
    Agradeço muito a sua sinceridade e entendo perfeitamente o seu ponto de vista.
    Eu tinha cogitado a hipótese de castrar o Garfield quando ele ainda era um “menino”, mas a veterinária disse que isso poderia ajudar muito a diminuir as escapadelas, mas não iria evitar por completo. Então acabei deixando. Inclusive ele era super caseiro e pensamos que ele nem chegaria a sair. Foi um engano.
    Já as ninhadas da minha gata foram todas doadas e sempre para as mesmas pessoas: meu pai e um tio que tem fazenda, portanto eles vivem super bem livres e soltos e bem cuidados. Tá uma gataiada só! :D

    Posso lhe garantir que se eu tivesse a quantidade de gatos que você tem eu tomaria os mesmos procedimentos que você toma, com certeza. E concordo que isso seja um ato de amor. Acontece que quando se tem um ou dois apenas, acabamos deixando a natureza seguir seu curso… e minha gata então, apesar de adulta e já ter sido mãe outras vezes, é muito serelepe e brincalhona. Adorável!
    Mas pensarei com carinho na possibilidade de um macho castrado. :cool:

    Responder

  • Ana Paula says:
    Ester, continuo sua fã! Obrigada por ter levado na boa as coisas que eu disse (eu sei que não fui lá muito “simpática”). Quando quiser (ou precisar) de qq ajuda com gatos e cachorros, ou apenas bater um papo sobre qualquer coisa ou coisa nenhuma, pode me procurar (vc tem meu email). Ah, e qdo você tiver seu gatinho castrado, vai descobrir que gatos castrados também “dão no couro”… portanto, a natureza continua seguindo seu curso do mesmo jeito. :yep:

    Responder

  • Rics says:
    Gatos são animais interessantes. Todo mundo diz que são muito independentes e que não servem pra fazer compania a ninguém, mas quem a teve a sorte de conviver com eles sabe que a realidade pode ser bem diferente. Eles são carinhosos, extremamente inteligentes e tem uma personalidade tão forte que rapidamente passam a fazer da nossa família, quase como se fossem humanos mesmo. São incríveis!

    Muito triste ler essa notícia Ester. O Garfield era mesmo lindão!

    Boas coisas.
    Rics

    Responder

  • Vera says:
    Hey…

    Nossa…
    Eu tenho umgato, vira lata, que está comigo faz 12 anos. Durante alguns anos ele me deu trabalho, mas ele foi castrado e agora está tudo bem.
    Fora esse eu tenho mais 2 gatos. Um deles nunca me deu trabalho. Nunca saiu de casa, nunca brigou com outros gato, ou seja, é super fofo.
    Já o outro, nossa, meu Deus, que gato bagunceiro. hehe!

    bjuss!

    Responder

  • Que pena Ester, se não me engano eu lembro quando você comprou ele né? Não faz muito tempo. Comprou com um dinheirinho que tinha recebido de publicidade?
    Caraca, parece que eu vi ele “nascer”. Fico triste por você mais do que por ele, já que a tristeza maior com certeza é de quem fica pra trás.
    Mas, essas coisas são que nem término de relacionamento. A gente diz “nunca mais” até se apaixonar de novo :cool:
    Melhoras aí. Bju

    Responder

  • Sandrix says:
    Tive 22 gatos quando morava com meus pais, e foi uma experiência incrível, pois cada um deles tinha sua personalidade, o que me fazia observar e curtir o jeito independente e mesmo carinhoso, cada um a sua maneira. Tive uma gata preta e amarela, a quem chamava de loira, com personalidade bem Garfield também, e confesso que foi uma das que mais me entristeceu quando se foi, vítima como os outros de envenenamento pela vizinhança.
    E Beatriz, faça o possível pra guardar as melhores lembranças com ele. Essa é a parte boa que sempre irá te acompanhar e até te fazer sentir mais forte pra se apaixonar por outros bichanos. Beijo pra ti.

    Responder

  • Allan says:
    Olá Ester.
    Sinto muito pelo seu gatinho.
    Desculpa ser chato numa hora tão triste mas, me sinto obrigado a reforçar a idéia da castração.
    Faço parte de uma ONG que tenta encontrar lares para animais abandonados e conscientizar a população sobre posse responsável.
    Ester, tente ver a coisa da seguinte forma: quando você deixa de castrar seu gatinho para “a natureza seguir seu curso”, você não está apenas aumentando as chances de um atropelamento ou morte por ataque de um cão. Um gato, quando dá uma escapadela, não sai só pra passear, sai pra cruzar com quantas gatas de rua no cio estiverem por perto. Os filhos de seu gato, provavelmente serão gatinhos abandonados, sem dono, que, se não morrerem também se multiplicarão “ad infinitum”. Apenas uma gata não esterilizada e seus filhotes podem gerar, em 06 anos, mais de 60.000 descendentes!!
    Quanto à sua gatinha, que ótimo que você encontrou lares para todos os seus filhotes. Mas, por outro lado, isso tirou a chance de dezenas de outros filhotinhos de rua de serem adotados.
    Se puder, dá uma olhada em nosso blog, ou de qualquer outra entidade que faz o mesmo trabalho. Encontrar lares para animaizinhos abandonados é um trabalho, ao mesmo tempo prazeroso e frustrante, porque não tem fim.
    Um abraço e, sinto muito de novo pelo seu gatinho.

    Allan.

    Responder

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