Garfield se foi…
Se gostou do post, envie para alguém!Lembram quando eu apresentei meu Garfield à vocês?? Pois então, da mesma forma, achei que deveria dizer também que eu o perdi no último fim de semana.
Ele morreu vítima de algum trauma que a princípio achamos de ter sido por atropelamento mas com base no tipo dos ferimentos, acreditamos que pode ter sido um ataque de cachorro. Foram três dias tentando de tudo, inclusive com sinais de reação, mas em vão…
Garfield tinha um único defeito – era macho. Achei até que ele demorou bastante para pôr em prática os seus instintos de vadiagem ao começar a fazer seus passeios noturnos. E infelizmente ele tinha uma manemolência própria de sua personalidade que não lhe permitia o preparo e a destreza de um vira-lata, tornando-o um péssimo e vulnerável boêmio. Com apenas duas ou três escapadelas ele acabou se tornando vítima do seu instinto.
As fotos acima foram tiradas cerca de duas semanas antes do acontecido. Como ele tinha acabado de tomar o seu primeiro banho e estava todo cheiroso parecendo ainda mais felpudo, felizmente registrei o momento. São as últimas e queridas imagens que tenho dele… Vou sentir falta do meu bola de pêlos me acordando de manhã com o seu miado quase insonoro…
Mas eu decidi uma coisa: não quero mais ter um gato macho. Criá-lo desde pequenino, me afeiçoar a ele e depois perdê-lo de forma gratuita… não quero passar por isso de novo. Isso não foi a primeira vez porque já tive outros machos antes, mas espero que seja a última. A menos é claro que eu caia novamente de amores por um filhote assim como foi com o Garfield. Mas enfim, vou tentar não me apaixonar e passar a preferir as fêmeas.
Eu ainda tenho a minha gata SRD que adotei e está comigo já faz muito tempo. Continua firme, forte e é uma companheirona querida. Ela inclusive está prenha novamente pela mílésima vez!!!
Continuarei apenas com ela até me sentir novamente preparada para ter mais felinos…





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Admin


Realmente os machos são mais rueiros do que as femeas, tenho uma femea que é bem caseira, agora adotei um machinho e ja sinto a diferença, ele quer rasgar as telas e aprontar por todo lugar.
Tenho certeza que essa bolinha amarela felpuda esta em um bom lugar junto com papai do céu.
Gatos são apaixonates, seres abençoados.
Bjus Ester fica com deus!
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Obrigada Lu!!!
Eu era doida com ele, mas quando ele começou com os passeios noturnos, eu já meio que previa que isso não iria acabar bem. Ainda mais que ele era do tipo molengão sabe, não tinha a malandragem de um vira-lata pra se safar dos perigos.
Me conforta saber que ele foi muito amado e bem cuidado. Ficam as boas lembranças…
Beijo!
:bye:
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Mas desta vez (já tive esta vontade outras vezes), sinto ser impossível evitar lhe pedir, encarecidamente, para que leia isso:
http://www.mopibichos.com.br/acessoarua.htm
Me desculpe se pareço insensível neste momento, mas espero que, pelo menos um dia, você caia em si e entenda que minhas intenções são sinônimo de um “querer bem” e não o contrário.
Realmente sinto muito pelo seu gatinho (muito mais por ele, que por você, me perdoe a sinceridade).
Tenho mais de 20 gatos em casa (vivendo “indoor”) e sempre tive gatos minha vida toda. Amo todos os animais e já fiz muitos sacrifícios não somente pelos meus como até pelos dos outros…
Para você ter idéia, a maioria de meus gatos (também tenho outros animais, como cães) foram resgatados da rua em diferentes idades (bebês, jovens, adultos e velhos) e situações (doenças, abandono, inanição, etc) e morreram de velhice, com mais de 16 anos.
E acredite, todos eles são muito felizes por viverem dentro de casa.
São alimentados com ração de qualidade, vacinados, castrados (fêmeas e machos), são aquecidos no inverno e refrescados no verão, tem brinquedos, distrações, muito amor e carinho, amigos (são todos unidos entre si e estabelecem muitas relações sociais), enfim, são protegidos e bem cuidados contra tudo o que possa lhes causar mal, afinal, eles agem por instinto e NÃO sabem discernir com clareza o perigo. Essa tarefa, cabe sim, a nós, seus “donos”. É o que é chamado – sabiamente – de “posse responsável”.
Aliás, essa “responsabilidade” cabe a todos que, de uma forma ou de outra, está encarregado de “cuidar” do próximo indefeso. É como ser pai ou mãe, e não largar os filhos ainda crianças (lembre-se que, animais são como “eternas crianças”) soltos no mundo, a mercê de seus instintos mais básicos e das consequências dessa falsa “liberdade”.
Bem, acho que já falei até mais do que devia, e apesar da rude franqueza, peço que tome esta mensagem como um “compartilhamento de experiência” de alguém que também já cometeu muitos erros com animais por não saber como agir apropriadamente, e que foi aprendendo a lição a duras penas…
Me despeço torcendo para que sua dor de agora seja um novo ponto de partida para você se tornar, no futuro, uma “mamãe de peludos” extraordinária. Potencial para isso, com certeza absoluta, não lhe falta. Mas se ninguém nasce sabendo, por que você nasceria?
Resumindo, não se feche para outros gatinhos (nem para outros animais). Tem muitos deles por este mundo, sofrendo com o abandono, crueldade e doenças, precisando muito de alguém que lhes dê uma nova oportunidade de vida, um novo renascimento. Tenho certeza que, o seu Garfield, de onde ele estiver, vai sentir que sua prematura partida não foi em vão, que no lugar ficou uma semente de esperança para outros bichinhos.
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Bjs, fiquem com Deus!
Jane
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Nossa que horror!!! Entrei no link que você deixou… como é possível que pessoas cometam tanta violência contra um animal ????
Só não entendi o restante da sua colocação… não me sinto culpada pelo Garfield ter saído. Apesar de muros altos, eles acabam pulando e eu jamais enjaularia meu gato para mantê-lo seguro.
Amo felinos e acho que o que me falta mesmo aprender é estar preparada para o inevitável quando se trata de machos.
A minha gata fica esperando no portão da garagem aberta eu voltar de carro e não sai…
Infelizmente a rua é perigosa para animais soltos, principalmente gatos, mas não há nada o que fazer quando se trata do instinto de boemia de um gato macho…
:sad:
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Agradeço muito a sua sinceridade e entendo perfeitamente o seu ponto de vista.
Eu tinha cogitado a hipótese de castrar o Garfield quando ele ainda era um “menino”, mas a veterinária disse que isso poderia ajudar muito a diminuir as escapadelas, mas não iria evitar por completo. Então acabei deixando. Inclusive ele era super caseiro e pensamos que ele nem chegaria a sair. Foi um engano.
Já as ninhadas da minha gata foram todas doadas e sempre para as mesmas pessoas: meu pai e um tio que tem fazenda, portanto eles vivem super bem livres e soltos e bem cuidados. Tá uma gataiada só!
Posso lhe garantir que se eu tivesse a quantidade de gatos que você tem eu tomaria os mesmos procedimentos que você toma, com certeza. E concordo que isso seja um ato de amor. Acontece que quando se tem um ou dois apenas, acabamos deixando a natureza seguir seu curso… e minha gata então, apesar de adulta e já ter sido mãe outras vezes, é muito serelepe e brincalhona. Adorável!
Mas pensarei com carinho na possibilidade de um macho castrado. :cool:
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Muito triste ler essa notícia Ester. O Garfield era mesmo lindão!
Boas coisas.
Rics
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Nossa…
Eu tenho umgato, vira lata, que está comigo faz 12 anos. Durante alguns anos ele me deu trabalho, mas ele foi castrado e agora está tudo bem.
Fora esse eu tenho mais 2 gatos. Um deles nunca me deu trabalho. Nunca saiu de casa, nunca brigou com outros gato, ou seja, é super fofo.
Já o outro, nossa, meu Deus, que gato bagunceiro. hehe!
bjuss!
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Caraca, parece que eu vi ele “nascer”. Fico triste por você mais do que por ele, já que a tristeza maior com certeza é de quem fica pra trás.
Mas, essas coisas são que nem término de relacionamento. A gente diz “nunca mais” até se apaixonar de novo :cool:
Melhoras aí. Bju
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E Beatriz, faça o possível pra guardar as melhores lembranças com ele. Essa é a parte boa que sempre irá te acompanhar e até te fazer sentir mais forte pra se apaixonar por outros bichanos. Beijo pra ti.
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Sinto muito pelo seu gatinho.
Desculpa ser chato numa hora tão triste mas, me sinto obrigado a reforçar a idéia da castração.
Faço parte de uma ONG que tenta encontrar lares para animais abandonados e conscientizar a população sobre posse responsável.
Ester, tente ver a coisa da seguinte forma: quando você deixa de castrar seu gatinho para “a natureza seguir seu curso”, você não está apenas aumentando as chances de um atropelamento ou morte por ataque de um cão. Um gato, quando dá uma escapadela, não sai só pra passear, sai pra cruzar com quantas gatas de rua no cio estiverem por perto. Os filhos de seu gato, provavelmente serão gatinhos abandonados, sem dono, que, se não morrerem também se multiplicarão “ad infinitum”. Apenas uma gata não esterilizada e seus filhotes podem gerar, em 06 anos, mais de 60.000 descendentes!!
Quanto à sua gatinha, que ótimo que você encontrou lares para todos os seus filhotes. Mas, por outro lado, isso tirou a chance de dezenas de outros filhotinhos de rua de serem adotados.
Se puder, dá uma olhada em nosso blog, ou de qualquer outra entidade que faz o mesmo trabalho. Encontrar lares para animaizinhos abandonados é um trabalho, ao mesmo tempo prazeroso e frustrante, porque não tem fim.
Um abraço e, sinto muito de novo pelo seu gatinho.
Allan.
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