Oiii queridos!!!! Foi mal aí pela demora em atualizar o blog, mas vocês já estão carecas de saber que meu trabalho me consome até a última gota e o tempo disponível está cada vez mais limitado. Mas quando não posto por aqui, posto algumas coisinhas rápidas na fanpage do Saber, portanto dá um like e a gente se vê por lá!
Fuçando no meu Google Reader achei esse vídeo. Mostra o garoto Michael Testa de apenas 7 anos (idade do meu caçula) fazendo aquelas manobras de arremesso de massa que os pizzaiolos costumam fazer. Aliás qual é o propósito disso mesmo?
Bom, o fato é que o garoto cresceu vendo o pai fazendo uma pizza atrás da outra na pizzaria dele em Jersey City, nos EUA. Além de ser bonito ver um filho aprender o ofício do pai e gostar de fazer isso, é impressionante a habilidade nata com que o pequeno Michael lida com a massa no ar.
Há quem diga que isso não é nada fácil de fazer e o próprio pai do garoto teria levado décadas pra “pegar o jeito”.
Mas indo direto ao ponto, quando o veterinário Fael entrou na casa, bastou alguns dias pra concluir que o cara levaria o prêmio. Ele tinha os ingredientes certos.
É simples, humilde, franco, transparente e tem um jeito songó que caiu no gosto do público.
Sabia que ele ia ganhar. Tuitei isso no final de janeiro.
Hoje tentei entrar em contato com a Sky e acumulei OITO protocolos de atendimento em cerca de meia hora e não tive meu problema resolvido. No site eles não resolveram nada e disseram que tem que ser por telefone.
Eu queria apenas diminuir o pacote no qual pago 299,00 para o pacote básico de 49,90. Liguei no 10611 e quando consegui falar com um atendente, este me disse que eu teria que ligar em outro número, o 4004-2888, pois naquele não poderia atender minha solicitação. Liguei. Novamente a mensagem gravada afunilava (depois de muita ladainha) até a a opção “mudança de pacote” que pedia para apertar 1 para aumento do pacote e 2 para a diminuição do pacote. Ao clicar em 2 e ouvir a mensagem “aguarde que você já será atendido” a ligação simplesmente ficava muda como se tivesse caído.
Fiz CINCO tentativas repetindo esse procedimento esperando um tempo a mais pra ver ser voltava a ligação, mas foi tudo igual. Pela sexta vez, cliquei na opção 1 (aumentar pacote) e adivinha??? Fui atendida na hora!!
A essa altura eu já estava nos cascos e após explicar a situação e o que eu queria, a atendente me deu um outro número, o 4004-1001, alegando que neste também não poderia fazer nada. Como assim?? Podia aumentar o plando, mas não podia diminuir? Tudo bem. Liguei.
Após passar por todas as opções do menu pela SÉTIMA vez, de novo nada resolvido e o atendente disse que o número destinado ao que eu queria é o 10611, o primeiro que eu havia ligado!!! Completamente alterada e cansada de ser feita de palhaça sendo jogada para todos o lados, eu exigi uma solução. Sem resultado. A Sky parecia claramente fazer isso de propósito. Na hora de contratar o plano todos estão prontos a lhe atender, mas na hora de cancelar ou diminuir o plano, não acho um FDP pra resolver o meu problema.
Disse ao atendente que faria uma última tentativa e se não desse certo eu iria fazer barulho.
Pois bem. Tentativa falida. Pela oitava vez, não consegui ser atendida. Então tá então. Vou acionar Procon, Anatel e o diabo, mas vou infernizar o máximo que eu puder pra ter meu direito de consumidora assistido.
A Sky demonstrou não só uma falta grotesca de respeito com o cliente, mas também uma infinita falta de profissionalismo e competência apresentando o pior SAC que eu já tive o desprazer de usar, ou melhor, de tentar usar.
A novela Fina Estampa terminou devidamente cheia de falhas, “defeitos especiais” e desfechos nonsenses como é o final de toda e qualquer novela.
É isso, vamos encarar os fatos. A gente fica igual besta perdendo meses de um tempo precioso acompanhando uma trama que depois terá um final idiota, como se isso fosse de praxe.
Aí você faz uma promessa a si mesmo de que nem por um decreto irá começar a acompanhar a novela seguinte pra não incorrer no mesmo imbróglio. Mas sabemos que não é assim. Por alguma força sub-humana você acaba repetindo o erro. Noveleiros assumidos e não assumidos sempre seguirão uma novela pra passar raiva depois.
E as chamadas para Avenida Brasil, a próxima novela global das 9, estão fazendo lá a sua parte para atrair o telespectador.
Foto: João Miguel Jr./ TV Globo
Mas indo direto ao ponto, vi o making of da abertura de Avenida Brasil (se o link não abrir, tem cópia aqui) e segundo informa a matéria, os dançarinos estariam dançando charme, só que ao ritmo de kuduro.
Fiquei em dúvida. Pelo que se sabe, o charme é um estilo musical e de dança, que aliás será bastante abordado em Avenida Brasil, é uma vertente da black music americana com influência do soul e do funk americano, tendo uma pegada que lembra o hip hop e o street dance. Me corrijam se eu estiver errada.
Já o kuduro, que também é tanto gênero musical quanto dança, surgiu em Angola, portanto de origem africana com alguma influência de reggae e rap. Originalmente tem uma conotação mais humorada, mais desengonçada e brincalhona por se dançar com o “quadril duro”. No entanto deram um jeito de atribuir uma nuance mais caliente à dança.
A música de abertura é uma versão de Vem dançar kuduro do português-francês Lucenzo, que para abrasileirar foi transformada em Vem dançar com tudo na voz de Robson Moura e Lino Krizz (não, não é a versão de Latino).
Pra entender melhor, veja os bastidores da aula de charme feita pelos atores da novela e veja abaixo o original de Lucenzo junto com Big Ali (ele também gravou com Don Omar que foi trilha de Velozes e Furiosos 5) mostrando um pouco do ritmo kuduro.
Então, daí a dúvida. Se é charme, porque o som é kuduro? É tudo a mesma coisa ou tá havendo uma confusão aí?
Não que esclarecer isso mudará o destino da humanidade, mas que fiquei intrigada, fiquei…
Pra quem ainda não sabe, pego a estrada pelo menos três manhãs por semana. Tabalho junto com meu marido que é cardiologista e ele atende pela rede pública nesse período em duas cidades vizinhas.
Hoje pela manhã indo pela GO-330, a poucos quilômetros do destino, nos deparamos com um tamanduá no meio da estrada. Não tenho certeza se era um tamanduá-mirim ou um filhote de tamanduá-bandeira, mas o fato é que ele devia ser pouco maior que um quati.
A sorte é que ele estava bem na linha que divide a pista, do contrário talvez não fosse possível desviar dele. Mais que depressa pedi ao meu marido pra parar o carro pois eu queria dar um jeito de tirar o bichinho da estrada. Seria atropelado em dois tempos se permanecesse ali.
Infelizmente a mortalidade de animais silvestres nas rodovias que cortam o cerrado é grande e preocupante. Já perdi a conta de quantos tamanduás, jaratatacas, tatus e várias outras espécies já encontrei mortos no acostamento. É de fazer dó.
Desci do carro e fui em direção a ele com a intenção de espantá-lo em direção ao mato. Pra minha surpresa ele ficou em pé e de braços abertos como se quisesse um abraço de bom dia hauahauahauahaua Mas é claro que aquilo foi seu instinto de defesa se manifestando. É a forma que ele tem de intimidar quem lhe oferece perigo.
Recuei alguns passos para que ele baixasse a guarda e continuasse a caminhar. Nisso eu estava ali aflita com medo de algum carro aparecer. A parte boa é que antes das oito da manhã, aquele trecho de rodovia estadual fica bem tranquilo e quase vazio.
Fiquei ali atenta esperando ele caminhar com sua paciência mastodôntica até a mata, pronta pra gesticular feito um boneco de posto movido a vento para qualquer carro que aparecesse. Precisava garantir a sua segurança.
Quando ele já estava no acostamento corri para o carro pra pegar o celular pra fotografar, mas quando voltei, ele já tinha sumido no meio do capim alto… vivo e livre!
Não consegui fotografar o ilustre pedestre, mas senti um alívio por ter feito algo, ainda que ínfimo, para proteger um dos animais mais vulneráveis do meu Goiás amado.
Esse alívio durou apenas até alguns metros adiante, quando ao seguir nosso rumo, nos deparamos com um (mais um…) tamanduá-bandeira (seria a mãe?) enorme morto por atropelamento.
Foi frustrante. Salvei um animal hoje que possivelmente terá o mesmo fim amanhã…
Essa campanha da MTV alemã não é recente, talvez tem um ano ou mais, porém o seu recado não tem prazo de validade.
O sloganSexo não é acidente, sempre use camisinha chama a atenção para o sexo sem juízo. Ou seja, esse papo de que “aconteceu”, “foi tão rápido que não deu tempo” e blá blá blá, é desculpa de inconsequente.
Sempre existe alguns segundos de lucidez antes do lesco-lesco pra cobrar e fazer uso do preservativo.
É isso aí! Perca o juízo, mas com juízo!
Advertising Agency: Grey Worldwide, Düsseldorf, Germany
Chief Creative Officers: Andreas Henke, Sacha Reeb
Creative Directors: Moritz Grub, Regner Lotz
Copywriter: Janus Hansen
Art Directors: Alphons Conzen, Frederico Gasparian, Reto Oetterli
Illustrator: Gary Davidson
Art Buyer: Sabine Campe
Account Manager: Marco Köditz
Fiquei muito curiosa pra ver um filme mudo em preto e branco feito nos moldes da década de 20, que este ano ganhou o Oscar juntamente com o prêmio de melhor ator para o protagonista Jean Dujardin. Eis que então eu vi The Artist(2011)
Bom, e depois de ver ele e ter visto o excelente Hugo, achei que Hugo (entre todos os indicados que vi) de fato deveria ter levado a estatueta, pois foi lindo, brilhante e emocionante.
The Artist também é lindo e conta com maestria em meio a um romance, a transição entre o fim do cinema mudo, o início do falado e o boom dos musicais, em especial a dança e o sapateado. Cheguei a me lembrar de Fred Astaire. Mas talvez seja só por isso que tenha sido vencedor. Um filme altamente nostálgico realmente agradaria a Academia com sua maioria conservadora.
Contudo é um filme que vale ser visto sem dúvida! Vejam sem preconceito. Uma aula de talento e de cinema.
Título em português: O Artista Trailer
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Volta e meia acabo vendo um filme coreano. Não adianta. Aprendi a gostar e não tem mais volta. Como já disse outras vezes, o mix de sensações que estes filmes passam é contagiante. Não importa o gênero, eles possuem um feeling que muitos dos demais não tem. The Chaser (2008) já está aí há algum tempo e não merece ser deixado no limbo. Um drama policial de nota 7.9 (yep!) no IMDb que possui uma trama clichê, mas com um roteiro pronto pra te deixar perplexo em algum momento crucial. Um ex-policial atuante no underground da cidade tem seu caminho atravessado por um serial killer. A partir daí tudo pode acontecer e realmente acontece. Filme pra lá de angustiante e eletrizante. Recomendo com afinco.
Título em português: O Caçador Trailer
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Antes, só pra constar, o primeiro game da série Driver lançado em 1999 foi inspirado em um filme de 1978. E por tabela, este Drive (2011) foi inspirado em ambos. É outro filme thriller com notaça no IMDb. Ele traz o lindo Ryan Gosling, que em 2004, foi escolhido pelo diretor do ótimo The Notebook por, pasmem, não ser bonito e nem ter naipe de galã. Herege esse diretor, não?
Ele faz um cara modafóca no volante que ganha uns extras dirigindo pra gente da pesada. Um filme denso que mescla boas cenas de ação e violência com diálogos longos que se contrapõe ao jeito silencioso e intrigante do protagonista. E por falar em game, achei que o filme tinha bem um Q de GTA…
Altamente recomendável pra quem gosta do gênero.
Título em português: Drive Trailer
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Nota: Com relação as dicas dos filmes, quero deixar claro que não é tentativa de resenha, não vou colocar ficha técnica (já deixo link direto para o IMDb) e nem pretendo fazer spoiler. São recomendações simples que carregam a minha visão e opinião diante dos mesmos e que passo adiante como se falasse à amigos.