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Arquivado em ‘Opinião’

Não dê vitória ao plagiador!!!!

January 11th, 2010 4 comentários

Plágio é roubo!
Imagem meramente ilustrativa.

Outro dia eu havia justamente levantado essa questão do plágio aqui no Saber.

Bom, e se lhe pareceu frescura de blogueiro então veja o que está acontecendo com o metablog Dicas Blogger editado pela psiquiatra Juliana Sardinha.

A título de informação, Juliana vinha mantendo seu blog por hobby fornecendo conteúdo didático para blogueiros usuários da plataforma Blogger. Todo o seu conteúdo é totalmente produzido por ela e destinado a ajudar aos que estão iniciando no ramo blogueiro.
Apesar de mantido por hobby, depositou dedicação, seriedade, credibilidade e conquistou referência no meio em apenas dois anos de vida online.  Possui quase 4 mil leitores de feeds, está no 3º lugar no Ranking Bloblogs, alcançou PR 6 que só caiu para o 4 por mudança de domínio e já foi citado pelo IDGNow como um dos blogs mais populares do Brasil. Em outras palavras, ela não é fraca não!
Claro que sendo médica ela não vive e nem precisa viver de blog, mas isso não faz a menor diferença diante do que ela está enfrentando.

Ocorre que um Zé Ruela comedor de pequi (o infeliz é de Goiânia) vinha plagiando na íntegra vários de seus artigos. E pior, o blog plagiador conseguiu ter uma melhor indexação perante o Google e segundo o que foi apurado, conseguiu faturar uma grana legal com o AdSense. Tudo nas costas de Juliana.
E diante disso e de vários outros casos de plágio que já lhe deram dor de cabeça, Juliana, cansada da falta de vergonha na cara desses pseudo blogueiros,  resolveu jogar a toalha e parar com o Dicas Blogger.

Por conta desse episódio houve até um movimento de apoio à Juliana publicado pelo Byte Que eu Gosto, envolvendo vários blogueiros indignados diante do ocorrido.
E como eu já voei do cabo¹ por situações similares, mas nem de longe tão graves como o que está acontecendo com Juliana, imagino como ela se sente e manifesto também a minha solidariedade.

Só acho que ela não deveria parar com o blog.
Eu não daria esse gostinho e tentaria outras medidas. Quem sabe até uma denúncia ao DMCA, que no caso dela caberia com louvor se o cara não tivesse deletado o que foi copiado.

Se fosse no WordPress eu também poderia sugerir dois plugins indicados pelo Castrezana, o WP-CopyRightPro e o PictPocket que estou testando no momento.
Mas quem sabe o Blogger também possua ferramentas e scripts dentro desse contexto que possam surtir o mesmo efeito, né?
O que não pode deixar é que estes isentos de originalidade saiam ilesos e condenem ao limbo blogs de conteúdo relevante como o Dicas Blogger.

É isso Juliana. Don’t give up!!
Não dê vitória ao plagiador!! ;)

1 Ficar furiosa, ficar P da vida, soltar fogo pelas ventas…
Categories: Blogs, Opinião, Tudo

Quer ser blogueiro?? Então se liga em mais uma regrinha básica…

January 3rd, 2010 25 comentários

Fico uns dias sem postar e quando volto descubro de novo um troço que me faz ter vontade de fechar o blog de vez.
Eu sei que esse é só mais um entre dezenas de outros episódios desse naipe que já me aconteceram e nem será o último, mas não deixa de me incomodar bastante.

Plágio
Charge do Marcos Teles no Asterisco via B! Carlos Fran

Tudo bem que o conteúdo do meu blog não possui direitos reservados. Não que eu não ache necessário, mas como o Saber não é meu ganha-pão, optei por abrir mão da proteção de direitos autorais, que na verdade só passa a ser útil numa pendenga judicial. Em outras palavras, ter um © estampado na sua página não vai barrar pilantras plagiadores. Fato.

SÓ QUE… sempre quero acreditar que ainda existe ética e respeito pelo esforço alheio. Eu sei. A ingenuidade é um dos meus defeitos.

Sei que vendo meus posts copiados letra por letra em outro blog sem uma referência sequer não vai me deixar mais pobre, mas mesmo assim causa uma profunda irritabilidade.  O desânimo toma conta. Afinal você fica semanas pesquisando e elaborando um post pra neguinho copiar SUAS falas assumindo como se fossem dele e REpublicar o conteúdo num piscar de olhos.

Plagiador
(Pra acessar o post plagiador amplie a imagem e copie a URL. Não vou dar um link de presente pro cara nem mesmo com unfollow.)
Posts originais aqui e aqui.

Mas essa é a graça do “copy e paste”. Pra quê  perder horas e dias num computador pra elaborar alguma coisa se posso pegar tudo prontinho e mastigado num outro blog, né não?

Pois se você acha isso lindo e acha que precisa lançar mão disso pra editar um blog, DESISTA! Você já é um loser antes mesmo de começar a blogar.

Ah, mas a internet é de todos e todo mundo replica conteúdo!
Sim, concordo. A maioria do que eu posto aqui é retirado de outros blogs mas eu SEMPRE procuro agregar algo meu depositando a minha personalidade em algo que foi visto em outro lugar e SEMPRE procuro citar o fonte de onde encontrei. E se preciso citar dizeres que não são meus então faço uso de aspas e itálico pra deixar bem claro que estes não me pertencem.
Isso é o mínimo que alguém que lida com conteúdo alheio pode fazer. E é ainda mais lamentável ter que lembrar isso à alguém.

Portanto caro pretenso blogueiro, quer se dar bem no meio? Tente não ser odiado e rechaçado. Não se aposse de conteúdo alheio independente de direitos reservados ou não.
O segredo pra ser aceito é conquistar o respeito da classe e também do leitor.
Citar a fonte de suas postagens não irá lhe tirar o mérito mas sim lhe agregar credibilidade.

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UPDATE: O sujeito retirou o post do ar. :evil:

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Em tempo, a outra regrinha básica está aqui.

Categories: Blogs, Comportamento, Opinião, Tudo

O que é mais ofensivo e violento: games, filmes, desenhos animados ou a bíblia?

December 9th, 2009 124 comentários

Esse lance daquele senador sem noção me deixou pensativa.
Fiquei imaginando o que ele viu nos games, se é que já passou perto de algum console, que não tenhamos visto em filmes, em desenhos animados ou até mesmo na bíblia?

Vamos por partes.

Os filmes passeiam entre o real e a fantasia sem limites. Violência, drogas, sexo, traição, vampirismo, magia negra e muito mais. É de sua prerrogativa explorar isso e é de nossa alçada desfrutar disso com o devido discernimento. Aliás, o que nos atrai é justamente essa possibilidade de brincar com o impossível e o inimaginável. Não é diferente com os livros e tampouco com os games.
A diferença é que com relação aos filmes há uma classificação etária e poderia inclusive ser aplicado aos games como bem sugeriu o Vitor nos comentários ao invés de proibí-los sumariamente.

cartoons

Okay, e os desenhos animados?
Vejam os fofinhos e engraçadinhos Tom e Jerry e Pica-Pau por exemplo, que passam a rodo nas TVs abertas. Não existe um episódio em que um não destroça o outro e  ainda ensina desvios de conduta como trapacear, mentir e  tirar vantagem em tudo a qualquer preço.
Miolos explodindo, tortura e maldade são a máxima em um alguns clássicos cujo público alvo são crianças e que na prática partem da premissa de não só divertir mas também de ensinar.
A violência nos cartoons foi inclusive inspiração para uma exposição numa galeria de arte em Londres, há um tempo atrás.

Bom, e o que dizer da bíblia?

Deus

Bem, já é por si só uma ofensa ensinar que a raça humana surgira de Adão e Eva, mas é melhor não entrar nesse mérito né?
No entanto, já pararam pra pensar como o Livro Sagrado usado para catequizar e evangelizar possui as piores atrocidades possíveis como incesto, infanticídio, impiedade, genocídio e por aí vai?
Mas como se trata da bíblia, é lindo, sublime e aceitável matar o irmão, tomar uma irmã como esposa, dizimar cidades inteiras com fogo, destruir o mundo com água, matar recém-nascidos ou primogênitos de várias famílias. Pelo menos essas são as “lendas” contadas lá e se fossem virar enredo de um game, passaria a ser ofensivo e violento?
O fato é que o Deus do Velho Testamento era tão implacável que faria o Nemesis parecer uma moça e aí entram em cena os falsos moralistas sem conhecimento de causa achando que a humanidade está ameaçada por um brinquedo de gente grande.

Os games apenas exploram a mesma surrealidade da bíblia, de um filme ou mesmo de um desenho e é tido, segundo o nobre senador em questão, como o grande vilão capaz de ameaçar costumes, tradições, credos e o diabo a quatro. Meus queridos, quem endossa isso está exercendo o ápice da ignorância.

Resumo da ópera:

Se for pra caçar chifre em cabeça de cavalo então vamos ampliar o foco. O que eu quero dizer é que se formos olhar tudo sob a mesma ótica veremos que em tudo existem coisas e situações refutáveis.  Ou seja, se colocarmos na balança tudo deveria ser proibido.

Já disse e repito. O que faz alguém se tornar violento, ter desvios sociais e de conduta não é estourar a cabeça de um traficante no morro do Rio em Modern Warfare 2, mas sim a falta de amor em família, de comida, de escola, de dignidade. Até porque sabe-se que o índice de criminalidade é bem maior entre os desfavorecidos e estes com certeza não possuem um videogame de última geração pra colocá-los no “mau caminho”.

Eu apenas não consigo aceitar que a hipocrisia se alie à burrice pra cercear um direito com medidas arbitrárias enquanto o que realmente precisa ser mudado continua na mesma. #prontofalei

Categories: Comportamento, Game, Opinião, Tudo

O senador Valdir Raupp e seu projeto de lei contra games “ofensivos”

December 6th, 2009 17 comentários

Senador Valdir RauppPor incrível que pareça eu soube disso por um grande blog gringo enquanto lia os feeds.
O senador Valdir Raupp (PMDB-RO), aquele mesmo que sofreu denúncia por crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, conseguiu a aprovação do Senado para seu projeto de lei que torna crime fabricar, importar ou distribuir jogos de videogames ofensivos aos costumes e às tradições dos povos, aos seus cultos, credos, religiões e símbolos”.
Para que passe a vigorar precisa ainda ser votado pela Comissão de Constituição e Justiça. Leia mais…

Bom, nem preciso ressaltar que a notícia virou piada a julgar pelos comentários feitos no tal blog e também nem preciso frisar aqui sobre o que eu penso disso. Quem me conhece sabe que parto em defesa dos games e que estes na realidade poderiam ser sim grandes aliados contra o mal social.

É de rir alto vendo este senhor achar em sua vã consciência que os videogames seriam a raiz dos males desse país. Bullshit!!


Aqui ó!!
Aqui ó!!

Mas sabe o que eu realmente acho “ofensivo”?

É a maioria da corja política desse país receber altos salários e regalias “trabalhando” sob ar-condicionado fazendo merda nenhuma, salvo arquitetando planos infalíveis para desvios de verbas, enquanto o bóia-fria envelhece sob o sol em fúria trabalhando pesado ganhando merreca e fazendo malabarismo econômico no final do mês.

Categories: Game, Gente, Notícia, Opinião, Tudo

Robin Williams é um gamer fanfarrão!

December 1st, 2009 19 comentários

Cara, eu ri muito com esse trecho da entrevista recente que o ator americano Robin Williams deu no programa Late Night do Jimmy Fallon.
Ele admite gostar de games e faz uma narrativa hilária de como é jogar Call of Duty na live.

Quanto ao fato de ter batizado sua filha de Zelda, diz ter sido meramente ocasional…
Ah tá!!! rsrsrs
Confiram!

Imaginem poder jogar com ele? Ficaria com cãibras nas bochechas…. :=)

Via O Velho

E por falar nisso…

Ocorre que o ator também esteve em outro talk show, desta vez no programa de David Letterman e fez uma piada sobre o Rio de Janeiro ter conseguido sediar as Olimpíadas. Acompanhem o vídeo:

Aí a Comissão dos Jogos Olímpicos Rio-2016 ficou toda doída e pretende analisar as medidas judiciais cabíveis contra o ator. E tudo por conta de um comentário que na opinião de muitos, teria sido de mau gosto e grosseiro.

Onde está o problema? Onde está o senso de humor brasileiro? Que culpa o ator tem? Infelizmente é assim que enxergam o país la fora.

Ou será que devemos esperar que acreditem que o pó branco vendido nos morros, favelas e subúrbios é talquinho pra assadura e que as mulheres brasileiras tiram a roupa pelo calor e não por dinheiro? Ah tenha dó!!!!

O Brasil é um país lindo e temos sim muitas coisas pra se orgulhar. Mas também temos que admitir que o que temos de podre é notícia no mundo e como a parte ruim infelizmente sempre cai em reincidência e piora cada vez mais, a evidência é óbvia.
Ficar ofendido por alguém lembrar disso vez ou outra não é a solução. Só fará nossa vergonha aumentar.
O ator não fez nenhuma acusação, apenas brincou com as possibilidades que temos.

Eu como brasileira não me ofendi. Não sou hipócrita.

Fonte: O Globo

FarmVille e Harvest Moon – déjà vu?

November 26th, 2009 24 comentários

Nos últimos tempos os usuários do Facebook estão às voltas com vários aplicativos tomadores de tempo e alimentadores de ócio disponíveis por lá.

Um deles é o FarmVille.
Bastou eu plantar a primeira beringela que a mazela estava feita. Me rendi por completo e viciei na coisa. :=)

Apesar de ter todas as limitações inerentes à um aplicativo e nem de longe pode ser comparado com um jogo propriamente dito, FarmVille ainda assim consegue ser deveras divertido. Aliás virou uma febre entre os usuários.

A ideia é simples. Cuidar de animais, árvores, plantar, colher, fazer dinheiro e ampliar a propriedade. Em meio a tudo isso você se vê motivado a executar tarefas para conquistar os ribbons que dão prêmios como grana, presentes, liberam novos ítens para comprar e dão XP que te faz subir de level.
Tem também a interação entre os fazendeiros e vizinhos através da troca de presentes e favores como por exemplo fertilizar a lavoura um do outro.

Eu estou lá, porém longe de ser uma latifundiária. Enquanto meu nível está nos míseros 24  já tem gente no level 44 entre os meus vizinhos.
Claro que existe um meio mais fácil e rápido de ampliar a fazenda que é comprar em dinheiro real mesmo, as farm coins e o farm cash, moeda local que também é conseguido a cada subida de level. Não é o meu caso e não acho que isso seja divertido. A partir do momento que você passa a tirar dinheiro do bolso, deixa de ser brincadeira.

No entanto o FarmVille também atende o lado social e suporta a campanha Sweet Seeds for Change: Haiti, onde as sementes que contêm o respectivo selo e são vendidas mediante farm cash, levantam parte da renda que beneficia famílias e crianças pobres no Haiti. Isso sim eu achei bem bacana.

FarmVille FarmVille FarmVille
Tirei uns prints da minha modesta Ester’s Farm… :p
(Clique para ampliar)

——

Bom, mas o que realmente me fez cair de amores por FarmVille foi a inevitável nostalgia por lembrar Harvest Moon – A Wonderful Life, um game de simulação lançado em 2004 que eu joguei atééééééé mesmo no bom e velho Game Cube. Mas também tem ele para o PS2.

Sim, eu não jogo só os hardcores da vida mas alguns jogos “menininhas” também, tá!  :=)

A série Harvest Moon é imensa tendo vários títulos e versões para várias plataformas, mas é A Wonderful Life o melhor disparado na minha opinião. Tem também o Another Wonderful Life, que nada mais é que um remake do outro só que com o personagem feminino.

Se quem passa primeiro por FarmVille fosse conhecer Harvest Moon, certamente iria delirar. Enquanto um está repleto de limitações o outro realmente simula uma vida na fazenda com tudo que tem direito.

Lá você vivencia as quatro estações do ano com muita chuva, neve e belos dias ensolarados. Amanhace e anoitece e você precisa dormir e se alimentar bem como alimentar e cuidar dos animais quando estão doentes. As vaquinhas ficam prenhas e quando parem dão leite que pode ser vendido ou transformado em queijo ou manteiga. Mas se você não ordenhar, escovar e dar carinho ao animal o leite seca.
Ou seja, existe todo um cuidado real que você precisa ter com as plantas e os bichos da fazenda, do contrário haverá consequências.

Dá pra fazer fortuna quando os vegetais e frutas plantados começam a dar frutos. Estes geram novas sementes que podem ser vendidas e por aí vai. Trabalhando à beça você consegue dinheiro pra melhorar e equipar a fazenda.

Harvest Moon - Wonderful Life

O legal é que o fazendeiro também precisa ir até a cidade conversar com as mocinhas de lá até conquistar uma que será sua esposa. Aí ele precisa trabalhar duro pra sustentar mulher e um filho que virá depois. E mais, o filho cresce e você precisa educá-lo.
Enfim, tem uma série de outras coisas pra fazer inclusive ajudar os habitantes da região, pescar e até cozinhar.

É um jogo sensacional que aliás é recomendadíssimo para crianças porque ensina muito, principalmente a ter disciplina e responsabilidade através da rotina diária de afazeres. Sem falar nas noções de economia, negócios e investimento. Show demais!!

Achei que seria interessante colar um vídeo do review pra quem não conhece ter uma noção da engine de Harvest Moon. Aos que conhecem, bem-vindos ao flashback!

——

PS¹ Quem quiser me adicionar no Facebook pra ser meu vizinho do FarmVille, sijoga!

PS² Uma dica é você deixar o seu avatar (fazendeiro) preso num cercado. Assim as tarefas se executam sem precisar esperar o personagem ir até ela e os vizinhos que entram na sua fazenda para fertilizá-la não ficam irritados. Tudo fica mais fácil e rápido.

PS³ Experimentem Harvest Moon, mas cuidado! Se FarmVille vicia, este então é passível de overdose.
;)

Categories: Game, Opinião, Tudo, Vídeo, Web

Plane Stupid e sua campanha estúpida

November 23rd, 2009 4 comentários

planestupid
“Avião Estúpido
Trazendo a indústria da aviação de volta para a terra!”

Eu concordo que campanhas e ONGs voltadas e engajadas na luta pela preservação do meio ambiente são necessárias e válidas.
Mas por outro lado existem também os extremistas que na sede de buscar a solução, perdem o bom senso.

Veja o caso do grupo europeu Plane Stupid que tá fazendo barulho pra barrar a expansão da aviação. O objetivo básico deles é acabar com vôos curtos, impedir a ampliação de aeroportos e propagandas de aviões e ainda conseguir uma justa transição para trabalhos e transportes sustentáveis.

A alegação? Segundo eles, a alta contribuição da aviação para o aquecimento global que se resume no slogan final do vídeo abaixo, tão estúpido e perturbador quanto o projeto em si.

“Um vôo europeu comum produz mais de 400kg de gases estufa por cada passageiro…
este é o peso de um urso polar adulto.”

Precisa disso tudo? Acho que não.
Sou a favor de campanhas que chocam desde que sem apelar.

E também sou da opinião de que regredir não é o caminho pra conter a devastação do planeta. É preciso fazer uso das tecnologias para buscar e encontrar meios sustentáveis que possibilitem a coexistência entre progresso e meio ambiente.
Preservar o planeta sim, radicalizar e querer barrar o progresso, não.

Via Comunicadores