R.I.P. Michael Jackson
Lembro como se fosse hoje.
Eu tinha uns 12 ou 13 anos, época em que Michael Jackson criou, dançou e fez do moonwalk ou breakdance uma febre sem precedentes.
Tinha uma festa no ginásio do colégio onde Thriller e Billie Jean tocavam alto por várias e várias vezes. O carinha mais badalado da escola era o centro das atenções fazendo a dancinha robótica e mandando muito bem, diga-se de passagem.
Foi assim que conheci e me iniciei na Jackson’s fever. E é essa época até meados dos anos 90 quando Michael ainda parecia gente, que eu guardo com pesar.
O escroto que ele havia se tornado nos últimos anos, não só pela aberração física mas principalmente comportamental, não manchou seu legado musical mas já o matou quando tudo isso começara.
Por mais insensível que isso possa parecer, ninguém por mais fã que seja, irá lamentar a morte da pessoa Michael Jackson como se num passe de mágica fosse possível esquecer por completo seus escândalos e suas excentricidades. Não sejamos hipócritas.
Ele não era nenhum exemplo a ser seguido. Ouvido sim, mas seguido nunca!
Michael se tornou a referência musical de gerações. Só.
Mas não vou ficar divagando e remoendo o que já foi dito a rodo por aí. Prefiro deixar alguns links excelentes com várias interpretações sobre a passagem do astro pop em suas vidas e sobre o que ele representou para a música.
Leituras recomendadíssimas!
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