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Breast Slapping – ganhando peitões na porrada!

29, setembro, 2011 Ester Castro Fechado para comentários

Body Slapping

 

Eu vi uma nota de que a tal Mulher Maçã teria aumentado 3 cm do seu busto na base do tapa. Rá, tive que googlar essa história…

Parece que ela teria aderido a uma técnica tailandesa chamada Body Slapping (tapa no corpo), que numa interpretação livre significa nada menos que apanhar pra ficar bonita.

Defensora da técnica, a tailandesa Khemmikka Na Songkhla, mais conhecida como Khunying Tobnom, teria aprendido esse método nada convencional com sua avó, que por sua vez descobriu notando mudanças em seu corpo ao aplicar cremes dando “tapinhas” para incorporá-los melhor na pele.
Ela diz que os tapas funcionam atuando na transferência da gordura de uma área para outra. Dessa forma os excessos de adipócitos são “sovados” para migrar até a região desejada, garantindo então um aumento significativo da mesma.
Só que há um porém. Esse método não funciona em mulheres muito magras com seios muito pequenos. Pelo jeito é preciso ter sustança pra coisa funcionar hauahauahauahaua

Bom, se para nós isso soa como charlatanismo, acreditem ou não, o Body Slapping, que se divide em Breast Slapping (atua nos seios), Buttock Slapping (atua nas nádegas) e Face Slapping (atua no rosto), tem o reconhecimento do Ministério da Saúde Tailandês.

 

E aí, quem se habilita? Afinal no pain, no gain. :=)

Via Mail Online

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Nova forma de funeral: liquefação do corpo, vulgo, sopa de defunto!

17, setembro, 2011 Ester Castro Fechado para comentários

Modernidade e tecnologia são constantes e estão presentes em todos os setores inimagináveis, inclusive num mero funeral.

O ritual de velar e sepultar o corpo dentro de um caixão corre o risco de ficar no passado. Além da cremação, outro ritual já bastante usado, também está surgindo agora a liquefação do corpo onde o de cujus é submetido ao que chamam de hidrólise alcalina.

Liquefação do corpo

Imagem: BBC News

A máquina foi criada pela Resomation Ldt. e a pioneira na comercialização do processo é a funerária Anderson-McQueen, localizada na Flórida. Trata-se de uma alternativa prática – ela quebra as moléculas do corpo em água alcalina aquecida e, como se fosse mágica, o falecido dissolve.

 

Ao que consta, o corpo é submerso em uma solução de água e hidróxido de potássio sendo pressurizado e aquecido a 180° durante umas duas ou três horas. O que sobra são os ossos, que podem ser moídos e devolvidos à família. Os órgãos e tecidos ficam totalmente dissolvidos e o líquido é despejado no esgoto. Os amálgamas dentários, que na cremação acabam emitindo mercúrio no ar, também podem ser facilmente separados recebendo um destino seguro.

Os criadores da liquefação de corpo defendem que se trata de um sistema totalmente sustentável, ou seja, os resíduos não oferecem riscos ao meio ambiente, o processo produz três vezes menos gases de efeito estufa e gasta um sétimo da energia usada para a cremação. Então tá então, né?

Mas de qualquer forma, independente do modo como serão suas exéquias ou quaisquer que sejam suas escolhas, virar adubo, pó ou sopa, o mais importante é defender a doação de órgãos. Não há um final mais digno. ;)

Fontes: Super Interessante e BBC News

A origem do eletrocardiograma e como era feito o primeiro ECG de repouso

3, setembro, 2011 Ester Castro 7 comentários

Essa semana eu estava dando um up no meu treinamento e num livro sobre Eletrocardiografia Prática que tenho aqui, tinha a imagem de como era feito o primeiro exame de eletrocardiograma (ou ECG) no início do século passado. Fiquei curiosa e fui fuçar mais na internet a respeito.

Mas antes,  pra quem pegou o bonde andando, eu contei aqui no início do ano que me tornei técnica em eletrocardiograma, ou seja, faço a parte prática realizando os exames para que o médico, no caso meu marido, possa fazer a leitura e o laudo.

Continuando, googlei e achei um monte de coisa sobre a origem do eletrocardiograma, inclusive a tal imagem. Achei que seria massa postar aqui. :)

A história do eletrocardiograma (ECG) remonta ao século XIX. Acredita-se que o primeiro registro de eletrocardiograma em humanos tenha sido realizado em 1872, por Alexander Muirhead (1848-1920), engenheiro elétrico escocês especializado em telegrafia sem fio, enquanto estudava para seu doutorado em Eletricidade, em colaboração com o fisiologista britânico John Burdon Sanderson. Depois disso, o primeiro a se dedicar sistematicamente ao estudo da atividade elétrica do coração foi Augustus Waller, em Londres. Mas o grande avanço veio quando Willem Einthoven (1860-1927), médico e fisiologista holandês, inventou um sistema mais sensível e prático para registrar a atividade elétrica cardíaca. Em 1895, Einthoven distinguiu 5 deflexões no traçado de ECG, denominando-as por letras (P, Q, R, S, T) que foram consagradas e são utilizadas até hoje. Einthoven posteriormente também descreveu características eletrocardiográficas de diversas doenças cardíacas. “Por sua descoberta do mecanismo do eletrocardiograma”, Einthoven recebeu o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina em 1924.

 

Só pra completar, existiram vários precursores da eletrofisiologia no decorrer do século XIX. O primeiro protótipo de eletrocardiógrafo propriamente dito foi inventado pelo fisiologista britânico Augustus D. Waller em 1887, mas o pai da eletrocardiografia mesmo é o médico e fisiologista holandês Willem Einthoven, uma vez que aperfeiçou a técnica com o invento de um galvanômetro de corda em 1903 que possibilitou registros fiéis com uma padronização usada nos dias atuais. Sua atribuição das letras P, Q, R, S e T para as várias deflexões, ou seja, as letras que identificam a sequência dos estímulos elétricos do coração, são usadas até hoje. Aliás, a escolha de tais letras permanece uma incógnita.

Primeiro eletrocardiograma
Eletrocardiógrafo construído pela Cambridge Scientific Instrument of London, 1911.
Créditos imagem: Wikipedia

Agora notem o tamanho da traquitana usada pra fazer os primeiros eletrocardiogramas no início do século XX. Vejam que o paciente tinha que ficar com as mãos e um dos pés imersos na salmoura. Segundo consta, esse procedimento fazia a vez dos eletrodos auto-adesivos ou ventosas atualmente posicionadas no tórax e ligados por cabos ao eletrocardiógrafo.

Mas o que outrora parecia engraçado se tornou um grande passo dentro da medicina. O ECG é um exame preliminar que pode detectar quase todos os problemas cardíacos em menos de cinco minutos! Quer dizer, esse é o tempo de um ECG digital, cada vez mais comum hoje, mas ainda existem locais que utilizam um antecessor analógico que registra o exame em uma fita quilométrica que pode levar de 10 a 15 minutos pra ser feito.
De qualquer forma o que importa é o benefício deste invento e só nos resta fazer uma ode à quem incansavelmente esteve a frente dos estudos e das pesquisas para torná-lo possível. Ah sim e uma ode também à evolução tecnológica que possibilita o seu aperfeiçoamento.

 

ECG digital
Imagem Ilustrativa
Créditos: Fala Rio das Ostras

Bom, mas mudando de pato pra ganso, como eu ainda não tirei nenhuma foto do meu ambiente de trabalho, por coincidência achei a foto acima (apesar de loira, não sou eu!) que traduz bem o que eu faço e que mostra como é feito hoje o ECG de repouso digital.
A técnica acima está usando o programa Wincardio, já eu gosto de usar o ErgoPC, um programa que faz tanto o ECG como o ECG de esforço, vulgo teste ergométrico.

Os pacientes são encaminhados até mim quase sempre com o pedido de exame, faço o cadastro no programa, preparo o paciente posicionando os eletrodos no peito e as pinças no braços e pernas (gel ou álcool são imprescindíveis), faço a conexão dos cabos que vão mandar a informação dos estímulos elétricos para o computador, se está tudo ok sem nenhuma interferência, faço o registro e mando imprimir. Simples assim. Essa é minha rotina de trabalho, também toda trabalhada no jaleco branco e amando muito o que eu faço.

É claro que vez ou outra pego pacientes que acabam me deixando deprimida como foi o caso de um bebê de UM MÊS que precisava de um ECG pra risco cirúrgico porque ia fazer uma cirurgia cardíaca. Era um anjinho com o peito tão pequeno onde mal cabiam os eletrodos e que havia nascido com um problema de válvula. Sendo eu mãe, era impossível não me consternar.

Mas também há momentos gratificantes. Fiz um ECG num senhorzinho de 94 anos que eu jurava não ter mais do que 60 e mais, que AINDA DIRIGE!!! Quando perguntei a data de nascimento para efetuar o cadastro, me disse claramente sem hesitar (já teve gente de 50 que precisou pegar a ID porque não tinha certeza do ano) numa lucidez e vivacidade invejáveis. Perguntei à ele qual era o segredo de uma longividade tão feliz e ele disse que era ter o coração limpo de todo e qualquer sentimento ruim e saber ouvir. Marejei os olhos.
Claro que o fato dele nunca ter fumado e nem beber, passou a ser só um detalhe. :D

See ya!!

Fontes e leituras complementares: Cardiologia Sem Fronteiras, Wikipedia, ECG Library, História da Medicina, Health in Hand

A doença do filme “Como se Fosse a Primeira Vez” existe!

26, agosto, 2011 Ester Castro 3 comentários
Michelle Philpots

Imagem: reprodução

Lembram do filme Como se Fosse a Primeira Vez (50 First Dates-2004) em que a mocinha esquece tudo o que acanteceu no dia anterior? Aliás um filminho bem gostoso de ver…

Pois a britânica Michelle Philpots vive esse mesmo drama. Tal qual no filme ela também foi vítima de um acidente de carro e desde então sofre o que os médicos chamam de amnésia anterógrada.

Perda da habilidade de formar novas memórias a partir de um determinado ponto no tempo. Esta condição pode ser de origem orgânica ou psicogênica. A amnésia anterógrada organicamente induzida pode ocorrer seguida a um trauma cranicerebral; ataques; anóxia e outras condições adversas que afetam as estruturas neuronais associadas com a formação de memória (ex., o hipocampo; fórnix (cerebral); corpos mamilares e núcleos talâmicos anteriores).

É uma condição bastante rara, mas possível.
Michelle lembra de tudo até o dia do acidente, mas após o trauma precisa ser lembrada pelo homem que acorda ao seu lado, de que estão casados há 13 anos. Sempre que ela demonstra sinais de dúvida, precisa mostrar a foto do casamento. Além disso, todos os telefones, compromissos e coisas importantes são anotados e expostos para serem relembrados no dia seguinte.

Caramba, isso deve ser horrível! Imagina acordar todos os dias achando que ainda é 1994, data do acidente, e viver todos esses anos nessa rotina de lembra e esquece? E pra piorar, pedindo licença para um raciocínio infame, ela não deve conseguir empréstimo, nem comprar fiado e o marido deve ir pra esbórnia todo dia! :80:

Fonte: Daily Mail

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Dia Mundial do Rock – sabe como surgiu?

13, julho, 2011 Ester Castro 1 comentário

Dia Mundial do Rock

Em 13 de julho de 1985, Bob Geldof organizou o Live Aid, um show simultâneo em Londres na Inglaterra e na Filadélfia nos Estados Unidos. O objetivo principal era o fim da fome na Etiópia e contou com a presença de artistas como The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phil Collins (que tocou nos dois lugares), Eric Clapton e Black Sabbath.[1]

Foi transmitido ao vivo pela BBC para diversos países e abriu os olhos do mundo para a miséria no continente africano. 20 anos depois, em 2005, Bob Geldof organizou o Live 8 como uma nova edição, com estrutura maior e shows em mais países com o objetivo de pressionar os líderes do G8 para perdoar a dívida externa dos países mais pobres erradicar a miséria do mundo.

Desde então, o dia 13 de julho passou a ser conhecido como Dia Mundial do Rock. [source]

 

E o site da Abril.com disponibiliza um especial pra comemorar a data com inúmeros links que falam sobre grandes nomes do rock além de curiosidades sobre o assunto. Vale a visita! ;)

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