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PresidentE ou PresidentA? Tem primeira-dama? – E agora José?

1, novembro, 2010 Ester Castro 6 comentários

E o Brasil agora tem a primeira mulher na história do país comandando essa bodega.
Sendo mulher, eu deveria ter um ataque feminista e olhar para o primeiro homem na minha frente e bradar um “rá, é nóis!”, mas para ser sincera isso não faz a menor diferença pra mim. Seja lá quem for, independente de partido e sexo, aquele que presidir o país precisa fazer jus à condição e fazer um bom governo. É o mínimo.

Esse ano não votei e não teria votado na Dilma. Mas não vou torcer contra o seu governo por conta disso, afinal eu moro aqui. Apenas cabe ao povo cobrar o que é de direito e se a coisa não funcionar, que se repita o que aconteceu em 1992.

Imagem ilustrativaMas indo ao que interessa, com Dilma Rousseff eleita, como ela deverá ser chamada:

PresidentE ou PresidentA?

As duas formas estão corretas. O uso é livre e não incorre em erro ortográfico, somente uma questão de semântica. Portanto não se justifica o uso de aspas na palavra presidenta, a menos é claro, se for por puro sarcasmo. :=)

No Dicionário Aurélio: Presidenta – S.f. 1. Mulher que preside. 2. Mulher de um presidente.

No Dicionário Houaiss: Presidenta – Acepções ¦ substantivo feminino

1 mulher que se elege para a presidência de um país
Ex.: a p. da Nicarágua

2 mulher que exerce o cargo de presidente de uma instituição
Ex.: a p. da Academia de Letras

3 mulher que preside (algo)
Ex.: a p. da sessão do congresso

4 Estatística: pouco usado.
esposa do presidente

E já que a presidente ou presidenta do Brasil é mulher, tem primeira-dama?
Bom, se Dilma tiver um cônjuge, ele passará a ser denominado primeiro-cavalheiro. Embora pareça estranho, não temam, é o termo correto.

É isso. Agora vamos seguir com nossas vidas…

Fonte Direto da Redação e Wikipedia

Crossdressing masculino – tem que ser muito macho pra fazer!

18, setembro, 2010 Ester Castro 20 comentários

Crossdressing é um termo que se refere a pessoas que vestem roupa ou usam objetos associados ao sexo oposto, por qualquer uma de muitas razões, desde vivenciar uma faceta feminina (para os homens), masculina (para as mulheres), motivos profissionais, para obter gratificação sexual, ou outras. O crossdressing (ou travestismo, no Português Europeu, e frequentemente abreviado para “CD”), não está relacionado com a orientação sexual, e um crossdresser pode ser heterossexual, homossexual, bissexual ou assexual. O crossdressing também não está relacionado com a transsexualidade. [Fonte]

Crossdressing masculino
Imagem via Flickr by Christine_3830

Eu sei que parece ser bem complicado acreditar que alguém, principalmente um homem que se diz hétero, costuma praticar o crossdressing.
Esse da imagem acima, adota o nickname Christine, diz que é casado e que sua mulher sabe de sua prática aceitando muito bem a situação, embora não tenha sido assim no início. Imagino que não deve ter sido fácil acostumar com o marido usando calcinhas até mesmo enquanto usa roupas normais.
Mas ele diz que agora ambos vão ao shopping juntos para comprar make e roupas, como duas amigas…. dá pra acreditar??


Imagem do modelo Jing Cheng via Flickr by Akane

Já este outro crossdresser acima é absurdamente impressionante. Nem por mil roscas eu imaginaria que se tratava de um homem até ver um post no Trans Data Base, um blog voltado a esse universo onde o editor também é praticante.

Guitarrista Hizaki da banda Versailles
Guitarrista Hizaki da banda Versailles

O crossdressing também está associado ao visual kei ou visual j-rock, um estilo musical japonês onde o modo de vestir está intimamente ligado à música sendo tão importante quanto.
Como exemplo cito a banda japonesa Versailles, que aliás esteve no Brasil em junho deste ano. O grupo tem cinco integrantes que adotam looks variados dentro do visual kei, e o que mais enfatiza o crossdressing é o guitarrista Hizaki, assumindo quase que sempre um look medieval feminino.
E o garoto tem talento. Saca só um solo de guitarra dele.

O que eu penso disso?
Nada contra embora eu ache estranho um hétero assumido ter esse tipo de fetiche. Mas se a orientação sexual está bem resolvida, que mal tem. Se é feliz assim e não tem o menor pudor de assumir a condição de crossdresser, palmas pra ele. Poucos tem essa coragem.

Pra quem quiser conferir mais, tem uma vasta galeria de crossdresser japonês no Flickr.

Dica do maridão que garante que jamais fará crossdressing…  :=)

2º Concurso Cultural Universitário do Festival Brasileiro de Publicidade

18, agosto, 2010 Ester Castro Fechado para comentários

Olha aí uma dica super bacana pra quem ainda é estudante e já quer dar um up no seu currículo. Confira!

A ABPAssociação Brasileira de Propaganda, em parceria com o IEEInstituto Empreendedor Endeavor, está realizando o 2° Concurso Cultural Universitário do Festival Brasileiro de Publicidade, que destina-se a selecionar e premiar a criação publicitária experimental de alunos dos cursos universitários de Publicidade, Marketing e Propaganda de todo o Brasil.

Para participar do concurso, basta estudar o briefing, criar o anúncio sob o tema “Empreender para evoluir” e se inscrever pelo site, anexando o trabalho de uma peça de anúncio para página simples de revista em JPG. O briefing completo está disponível aos universitários no site do concurso.
O júri do 2º Concurso Cultural Universitário, mesma comissão julgadora do Festival Brasileiro de Publicidade, fará uma pré-seleção pela Internet dos 10 melhores trabalhos, que irão à votação durante o Festival pelo mesmo júri, para eleição dos 3 melhores.

A premiação para os vencedores acontecerá na mesma solenidade de entrega dos prêmios do Festival Brasileiro de Publicidade, no Hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro.

– 1º colocado: receberá o troféu da Lâmpada de Ouro

– 2º colocado: receberá o certificado da Lâmpada de Prata

– 3º colocado: receberá o certificado da Lâmpada de Bronze

Cronograma e prazos de inscrição:

Até o dia 30 de Setembro de 2010 – Inscrição de até 500 trabalhos de estudantes de comunicação pelo site.

Até dia 14 de Outubro – Pré-seleção dos 10 melhores trabalhos inscritos no site pelo júri de mídia impressa do Festival Brasileiro de Publicidade.

Dias 20 e 21 de Outubro – Eleição dos três melhores trabalhos pré-selecionados pelo júri.

Dia 22 de outubro – Entrega dos prêmios aos vencedores, na mesma cerimônia do Festival Brasileiro de Publicidade.


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Categories: Cultura, Dica, Publicidade, Tudo

Vamos musicalizar um pouco?

15, agosto, 2010 Ester Castro 1 comentário

Acho fascinante a forma como passamos a gostar de um grupo, cantor, de uma música em si. O que te leva a querer ouvir mais e mais aquelas melodias?

Temos várias formas de sermos apresentados para uma nova música, pela TV, rádio (meio em baixa ultimamente), amigos e hoje principalmente pela internet. Sendo assim estava passeando pelo Youtube e deparei com um vídeo de uma música que me cativou de cara, essa:

Não me pergunte como cheguei nesse vídeo, não fui capaz de reproduzir os passos divagantes que me levaram ali… como quase sempre é quando navego no Youtube, um vídeo leva a outro e de repente estamos lá.

Voltando a minha auto análise de como gostei da música: não foi pela letra, pois não consigo tirar as letras em inglês assim tão facilmente. Foi pela melodia, o clipe bem feito, e algo que tinha muito há dez, vinte anos atrás: um bom conjunto musical.
Lembrou-me de Skank, Jota Quest, do saudoso Legião Urbana, e vários outros que no momento temos tão poucos ainda ativos. Mas da melodia vem a curiosidade da letra, afinal, não só a melodia nos cativa. A surpresa foi bem vinda quando vi o refrão:

“What would you leave behind when all your fields are dead?
When your territories are dried out and your cities drowned and swept
What would you leave behind when those who bear your name
Are born in that place that you wrecked?
What would you leave behind when you’re no longer there?”

“O que você deixaria para trás quando todos os seus campos estão mortos?
Quando seus territórios estão secos e suas cidades afundadas e varridas
O que você deixaria para trás quando aqueles que herdam seu nome
nascem no lugar que você arruinou?
O que você deixaria para trás quando você não está mais lá?”

Já foi o suficiente para me cativar e me prender para ver o resto do trabalho do grupo, que agora compartilho com vocês.

The Cat Empire

É uma banda australiana composta de seis integrantes criada em 1999, com ritmo bastante misto, influenciado por vários tipos musicais como Jazz, Blues, Latino, etc (ê wikipédia!). De cara já nos deparamos com um excelente vocal por Felix Riebl e também com Harry James ( o trompetista). Sem querer criar uma biografia da banda, ou review, já que temos muito disso pela net, apenas mostrarei o caminho de se tornar um fã.

Logo depois de escutar “No longer there” fui atrás das outras músicas para tirar a dúvida de ser ou não um grupo de uma música só. Na sequência  sem conhecer nada da banda, no Youtube mesmo, vejo essa maravilha de clipe que é “So Many Nights”.  O bom gosto deles por video clipes ajuda demais nesse processo de se aderir cada vez mais ao grupo. Vejam se não tenho razão.

Assim cada vez mais absorvido pela música, começo a me apaixonar pelo som do trompete (espetacular nesse grupo), nas músicas abaixo:

E se quiserem ver um magnífico solo de trompete vejam isso!

Enfim, depois de basicamente ver toda discografia, em que notei boas letras, boas músicas, encomendei meus cds e já vou escutando pela net. Bom, é isso, só queria expor esse grupo para que mais pessoas apreciem como eu fiz. Pela net se encontra quase tudo deles, se alguém quiser mais dicas estou aqui.

The Cat Empire

Abraços e até a próxima …

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Entre tramas, rendas e fuxicos

23, julho, 2010 Ester Castro Fechado para comentários

Ontem recebi um exemplar do livro Entre tramas, rendas e fuxicos que acabou me subtraindo várias horas. Me deslumbrei com esse rico apanhado histórico da teledramaturgia brasileira que mostra fotografias e informações inéditas sobre todo esse legado da Rede Globo.

Um super presente pra quem é apaixonado pela arte, em especial o backstage de sua criação, como por exemplo os figurinos.

Eu pude rever vários looks de personagens que bem ou mal, ditaram moda em suas épocas, como também entender o processo de criação de cada um deles.
Lembram da Babalu (Letícia Spiller) em Quatro por Quatro (1994) com seu look ingênua sexy e sandálias de salto largo com meias soquetes coloridas que mais tarde foram reassumidas por Darlene (Débora Secco) em Celebridades (2003)?
Nossa, muito legal!


Fotos minhas via celular

Entre Tramas, Rendas e Fuxicos – O Figurino na Teledramaturgia da TV Globo é um merecido tributo a uma categoria especial de profissionais, os figurinistas. Com fôlego enciclopédico, o livro tem a marca do ineditismo: nunca o ofício do figurinismo da TV brasileira foi estudado com tamanha ambição e profundidade. Apoiado em incomparável acervo iconográfico, a obra traz 400 páginas recheadas com mais de 200 deslumbrantes fotos de cena e de personagens, além de uma rica seleção de croquis, projetos originais de figurinos, pedidos de costura e imagens de materiais cedidos por profissionais que atuam ou atuaram na criação de indumentárias para a ficção.

Fruto do trabalho desenvolvido pelo Memória Globo (centro de documentação histórica ligado à TV), o projeto do livro envolveu intenso esforço de pesquisa, que incluiu cerca de 40 horas de entrevistas, sobretudo com figurinistas, além da garimpagem num acervo de mais de cem depoimentos feitos por profissionais que ajudaram a fazer a TV do Brasil. Tudo com o objetivo de esmiuçar a atividade dos artistas especializados em criar a indispensável “segunda pele” que ajuda os atores a encarnarem seus personagens. Uma “segunda pele” que – aprendemos no livro – não se resume ao vestuário, mas se estende à maquiagem, ao penteado e aos acessórios, conferindo ao figurino uma expressão muito mais ampla.

Muito obrigada ao Departamento de Mídias Sociais da Rede Globo! Adorei!! ;)

Categories: Cultura, Dica, Tudo, Vida Pessoal