O que você faria se o seu namorado lhe desse de presente de aniversário uma Ferrari?
Sei que muitas mulheres, talvez a maioria, iriam surtar ou dariam a alma pra isso acontecer. Mas e quando uma mulher de fato ganha essa Ferrari, avaliada em quase meio milhão de reais, e simplesmente recusa o presente?
Foi o que fez, segundo o The Sun, a estudante de fisioterapia Melanie Slade ao receber a caranga de presente de seu namorado, o atacante do Arsenal,Theo Walcott.
Ela simplesmente esnobou a máquina dizendo que não se sentiria bem ir pra faculdade com ela enquanto muitos dos colegas dão duro pra juntar grana até mesmo pra comer. Além disso considera o carro “vulgar”.
Acho que ela quis dizer que ostentar é vulgar. Altamente epic fail e brega, inclusive.
E aí mulherada, a louraça está orgulhando a classe ou isso não passa de estratégia?
Afinal seria mole recusar uma Ferrari se ela no futuro poderia ter mansões, closets entupidos de grifes e quiçá um divórcio milionário uma vez que o namorado e futuro pretenso marido fatura algo em torno de quase 200 mil reais por semana. Dinheiro demais só pra dar bicuda em bola, né não??
Mas enfim, eu prefiro acreditar que de fato houve semancol da parte dela. Existem sim mulheres que ainda apelam para o bom senso e estão longe de ser fúteis. A garota se diz satisfeita com o Beetle branco que ganhou dele há três anos e não acreditou que ele pudesse ter gasto tanto dinheiro num carro alegando que isso foi totalmente desnecessário e supérfluo.
Sério. Fiquei fã. Ela fez o que as marias chuteiras brazucas não fariam nem em sete vidas.
Ou fariam?
.
.
.
.
.
NOT!!
Fico uns dias sem postar e quando volto descubro de novo um troço que me faz ter vontade de fechar o blog de vez.
Eu sei que esse é só mais um entre dezenas de outros episódios desse naipe que já me aconteceram e nem será o último, mas não deixa de me incomodar bastante.
SÓ QUE… sempre quero acreditar que ainda existe ética e respeito pelo esforço alheio. Eu sei. A ingenuidade é um dos meus defeitos.
Sei que vendo meus posts copiados letra por letra em outro blog sem uma referência sequer não vai me deixar mais pobre, mas mesmo assim causa uma profunda irritabilidade. O desânimo toma conta. Afinal você fica semanas pesquisando e elaborando um post pra neguinho copiar SUAS falas assumindo como se fossem dele e REpublicar o conteúdo num piscar de olhos.
(Pra acessar o post plagiador amplie a imagem e copie a URL. Não vou dar um link de presente pro cara nem mesmo com unfollow.)
Posts originais aqui e aqui.
Mas essa é a graça do “copy e paste”. Pra quê perder horas e dias num computador pra elaborar alguma coisa se posso pegar tudo prontinho e mastigado num outro blog, né não?
Pois se você acha isso lindo e acha que precisa lançar mão disso pra editar um blog, DESISTA! Você já é um loser antes mesmo de começar a blogar.
Ah, mas a internet é de todos e todo mundo replica conteúdo!
Sim, concordo. A maioria do que eu posto aqui é retirado de outros blogs mas eu SEMPRE procuro agregar algo meu depositando a minha personalidade em algo que foi visto em outro lugar e SEMPRE procuro citar o fonte de onde encontrei. E se preciso citar dizeres que não são meus então faço uso de aspas e itálico pra deixar bem claro que estes não me pertencem.
Isso é o mínimo que alguém que lida com conteúdo alheio pode fazer. E é ainda mais lamentável ter que lembrar isso à alguém.
Portanto caro pretenso blogueiro, quer se dar bem no meio? Tente não ser odiado e rechaçado. Não se aposse de conteúdo alheio independente de direitos reservados ou não.
O segredo pra ser aceito é conquistar o respeito da classe e também do leitor.
Citar a fonte de suas postagens não irá lhe tirar o mérito mas sim lhe agregar credibilidade.
Esse lance daquele senador sem noção me deixou pensativa.
Fiquei imaginando o que ele viu nos games, se é que já passou perto de algum console, que não tenhamos visto em filmes, em desenhos animados ou até mesmo na bíblia?
Vamos por partes.
Os filmes passeiam entre o real e a fantasia sem limites. Violência, drogas, sexo, traição, vampirismo, magia negra e muito mais. É de sua prerrogativa explorar isso e é de nossa alçada desfrutar disso com o devido discernimento. Aliás, o que nos atrai é justamente essa possibilidade de brincar com o impossível e o inimaginável. Não é diferente com os livros e tampouco com os games.
A diferença é que com relação aos filmes há uma classificação etária e poderia inclusive ser aplicado aos games como bem sugeriu o Vitor nos comentários ao invés de proibí-los sumariamente.
Okay, e os desenhos animados?
Vejam os fofinhos e engraçadinhos Tom e Jerry e Pica-Pau por exemplo, que passam a rodo nas TVs abertas. Não existe um episódio em que um não destroça o outro e ainda ensina desvios de conduta como trapacear, mentir e tirar vantagem em tudo a qualquer preço.
Miolos explodindo, tortura e maldade são a máxima em um alguns clássicos cujo público alvo são crianças e que na prática partem da premissa de não só divertir mas também de ensinar.
A violência nos cartoons foi inclusive inspiração para uma exposição numa galeria de arte em Londres, há um tempo atrás.
Bom, e o que dizer da bíblia?
Bem, já é por si só uma ofensa ensinar que a raça humana surgira de Adão e Eva, mas é melhor não entrar nesse mérito né?
No entanto, já pararam pra pensar como o Livro Sagrado usado para catequizar e evangelizar possui as piores atrocidades possíveis como incesto, infanticídio, impiedade, genocídio e por aí vai?
Mas como se trata da bíblia, é lindo, sublime e aceitável matar o irmão, tomar uma irmã como esposa, dizimar cidades inteiras com fogo, destruir o mundo com água, matar recém-nascidos ou primogênitos de várias famílias. Pelo menos essas são as “lendas” contadas lá e se fossem virar enredo de um game, passaria a ser ofensivo e violento?
O fato é que o Deus do Velho Testamento era tão implacável que faria o Nemesis parecer uma moça e aí entram em cena os falsos moralistas sem conhecimento de causa achando que a humanidade está ameaçada por um brinquedo de gente grande.
Os games apenas exploram a mesma surrealidade da bíblia, de um filme ou mesmo de um desenho e é tido, segundo o nobre senador em questão, como o grande vilão capaz de ameaçar costumes, tradições, credos e o diabo a quatro. Meus queridos, quem endossa isso está exercendo o ápice da ignorância.
Resumo da ópera:
Se for pra caçar chifre em cabeça de cavalo então vamos ampliar o foco. O que eu quero dizer é que se formos olhar tudo sob a mesma ótica veremos que em tudo existem coisas e situações refutáveis. Ou seja, se colocarmos na balança tudo deveria ser proibido.
Já disse e repito. O que faz alguém se tornar violento, ter desvios sociais e de conduta não é estourar a cabeça de um traficante no morro do Rio em Modern Warfare 2, mas sim a falta de amor em família, de comida, de escola, de dignidade. Até porque sabe-se que o índice de criminalidade é bem maior entre os desfavorecidos e estes com certeza não possuem um videogame de última geração pra colocá-los no “mau caminho”.
Eu apenas não consigo aceitar que a hipocrisia se alie à burrice pra cercear um direito com medidas arbitrárias enquanto o que realmente precisa ser mudado continua na mesma. #prontofalei
Fui convidada para escrever um pequeno artigo para a seção Sua Vida do Blog Vital, que faz parte do mais novo programa de relacionamento da Unilever, o Portal Vital.
Faço então um convite para irem até lá dar uma conferida e de quebra conhecer o projeto.
Amanhã é Dia das Crianças.
A despeito de todo o consumismo que a data implica, acho que o verdadeiro presente que pode ser dado à uma criança, independente de data festiva claro, é uma família presente.
Não me refiro à presença física, mas a presença no amor, na segurança, na educação, na atenção e tudo mais que possa fazer uma criança sentir que realmente existe alguém por ela. Alguém que lhe servirá de alicerce para ser um adulto de bem, íntegro e humano.
As crianças geralmente se espelham nos pais e tendem a imitar o que são e o que fazem. Portanto faça ou seja algo que valha a pena ser imitado.
Achei que esse vídeo encontrado por acaso de uma campanha antifumo feita há um ano, cairia como uma luva para ilustrar o post.
Na verdade mata dois coelhos com uma cajadada só. Exemplifica o que eu quero dizer e alerta sobre o problema de fumar perto de crianças.
Tenham todos um ótimo feriado e lembrem-se: não dê presente, dê exemplos!
Todos nós já fomos crianças e sabemos muito bem que a disciplina, o controle e a força de opinião não é o ponto forte nessa fase. A tentação e a ideia do proibido geralmente servem de combustível para que qualquer tentativa de autocontrole caia por terra.
O vídeo abaixo testa muito bem isso.
Resolveram colocar várias crianças a sós em uma sala face to face com um delicioso e tentador marshmallow. Foi dito à elas que poderiam escolher entre comer a guloseima imediatamente ou não comer e aguardar alguns minutos até a volta para serem recompensados com outro marshmallow.
Ontem a novela Caminho das Índias exibiu as cenas do ritual que acontece quando uma mulher se torna viúva. A personagem de Juliana Paes que aliás está dando um show de interpretação, teve que incorporar a situação humilhante de uma viúva hindu.
A despeito de todo o notório glamour que a novela global afere à cultura hindu, a sina das viúvas na Índia talvez seja de longe a mais cruel.
Uma viúva deve sofrer até a morte, preservada e casta; A mulher virtuosa, que permanece pura após a morte do marido, ganha o paraíso ; Uma mulher infiel ao seu marido vai renascer no útero de um chacal.
(As Leis de Manu, capítulo 5, versículo 156-161, Dharamshastras)
[Via De Tudo Um Pouco]
Nos primórdios dos tempos elas eram de fato queimadas junto com seus maridos num ritual chamado Sati, porém fazendo um caminho inverso ao velho dito “sair da frigideira pra cair no fogo”, a viúva hindu se livrou do fogo para amargurar o resto da vida praticamente como uma escória inclusive nos dias de hoje.
Embora haja uma lei estabelecendo que as viúvas tenham tratamento igual às outras mulheres, a tradição e os costumes daquele povo tem maior força. Elas acabam sendo consideradas um fardo pela família do falecido e acabam sendo obrigadas a viver nas chamadas Casas de Viúvas vivendo na mais completa miséria e despojadas de tudo. Nada de jóias, maquiagem, saris bordados coloridos e abstinência total em todos os sentidos.
Algumas tem até seus cabelos raspados, passam fome e vivem de mendicância… Cruzes! Isso é como morrer em vida!
Para entender e saber mais sobre o assunto, faço um convite à leitura do texto As Viúvas na Índia escrito por Denise Arcoverde, editora do excelente Síndrome de Estocolmo.
Em tempo, depois dessa beijei o chão com vigor dando graças por não ter nascido mulher na Índia!
O vídeo abaixo é a parte mais chocante de um filme de 30 minutos, feito pela Tredegar Comprehensive School em conjunto com o Gwent Police, respectivamente uma escola tradicional e o departamento de polícia de Gwent, um antigo condado do País de Gales.
A premissa é clara. Fazer um alerta contundente aos jovens, a princípio daquela região, sobre o uso irresponsável de celulares ao volante em especial enviando SMS. O foco é conscientizar tanto os adolescentes como também os futuros motoristas.
O curta metragem denominado COW tem no roteiro uma jovem de nome Cassie Cowan, carinhosamente chamada entre amigas pelo nick homônimo Cow, que mata quatro pessoas num acidente de trânsito provocado por ela quando digitava um SMS enquanto dirigia.
Ao que consta, esse filme é uma sequência de um documentário chamado Lucky Luke que foi produzido há 14 anos atrás e que visava mostrar as consequências devastadoras da direção perigosa.
A direção é de Peter Watkins, perito em documentários e comerciais de carga dramática e o elenco foi composto por atores e atrizes locais.
O que chama a atenção, além do propósito em si, foi a perfeição dos efeitos especiais da cena do acidente. Ficou extremamente realista e ao meu ver endossa ainda mais a ideia proposta: alertar!
Acompanhe:
Não consegui encontrar o filme inteiro mas achei um fragmento com uma cena que acontece antes do acidente que imagino ser a primeira parte do filme [link], e um fragmento de uma cena depois do acidente [link].
Se alguém souber onde posso achar o filme na íntegra, por favor informe nos comentários.
Bom…, acho que esse conteúdo deveria ser reproduzido a nível mundial em tudo quanto é canal de televisão. Sou a favor sim de fazer alertas despudorados sobre questões que envolvem a segurança coletiva. Infelizmente é preciso chocar pra fazer cair a ficha.
Quantas e quantas vezes uma atitude inconsequente de uma só pessoa pode gerar uma tragédia envolvendo vários inocentes. Isso acontece muito. Não só “brincando” com celular ao volante mas também dirigindo embriagado, com sono ou fazendo ultrapassagens perigosas entre tantos outros fatores.
É óbvio que campanhas não resolvem os problemas mas muitas vezes é preciso um tapa na cara como esse para pelo menos fazer pensar. Quanto mais se falar e refletir a respeito de um problema recorrente, maiores são as chances dele ir de encontro à solução.
Outro dia o jornalista Luiz Carlos Prates se manifestou contra os concursos de beleza infantil. Bom e se antes alguém ainda estava reticente em concordar com ele, quem sabe o vídeo abaixo possa ser mais convincente.
As imagens foram gravadas para um documentário no canal HBO há algum tempo atrás e a intenção foi mostrar o outro lado dos concursos de beleza infantil.
Enquanto as meninas permaneciam no backstage para serem preparadas, a tristeza quase que mesclada com pavor estava estampada em seus rostinhos como se estivessem numa sala de tortura. Acompanhe:
Este tipo de concurso é comum nos Estados Unidos desde a década de 60. É uma indústria muito lucrativa que continua em crescimento e movimenta em torno de um bilhão de dólares ao ano na América. [fonte]
Pais “orgulhosos” investem fortunas na preparação de suas filhas com o objetivo de conquistar a faixa. E como uma criança entre 6 e 10 anos não possui o menor discernimento e muito menos é apta a decidir, nos leva a concluir que o que fomenta esse tipo de concurso são pais aloprados que sobrepujam qualquer desconforto e sofrimento da criança para alcançar uma meta cujos maiores interessados são eles mesmos. Lamentável.
Errrrr…. a noiva do Chucky, é a do meio…
E como se não bastasse todo o ritual preparatório extremamente fatigante, eles deformam a criança de tal maneira que o que menos se vê é beleza. Está mais para um ensaio de escolha da versão carne e osso da Tiffany, noiva do Chucky. Vejam as fotos!
As meninas ficam bizarras!!!
Aqui no Brasil infelizmente também são feitos concursos de miss desse naipe em algumas regiões. Sou totalmente contra e voto pelo fim de tudo isso. É como se os pais, ou as mães propriamente ditas, estivessem compensando na filha as frustrações vividas no passado impondo que a mesma realize o que não conseguiu realizar. Um absurdo!
Todo o stress, preocupações, frustrações e decepções gerados numa competição de beleza certamente não farão nada bem na cabecinha de uma criança.
Deixa a criança brincar e viver a sua própria época da forma que tem direito. É na infância, período mais curto de nossas vidas, que será moldado o adulto de amanhã. E tudo o que uma criança menos precisa nessa fase é se sentir excluída, diminuída ou preterida.
Deixe-a exercer a única coisa que sabe fazer com propriedade: ser criança!
Antes de mais nada, não sou fumante. Mas confesso que já experimentei pra ver qual é a graça da coisa.
Sabe como é né, adolescência, baladas, amigos que fumavam… enfim, aquela ideia rota de que fumar era bonito e teria lá o seu charme. Ou seja, tive o juízo de uma ervilha.
Felizmente eu não manifestei propensão ao vício. Não levei a insanidade adiante. Foi a minha sorte em meio a burrice de acender o primeiro cigarro.
Hoje sou antitabagista confessa. Não odeio quem fuma. Muito pelo contrário. Tenho parentes e amigos queridos que fumam e obviamente o cigarro não mensura o caráter de ninguém e não diminui o respeito que merecem.
Só não gosto que fumem perto de mim. O cheiro impregna feito praga. Também fico estarrecida quando vejo uma grávida com cigarro na mão ou mesmo pais com criança no colo enquanto fumam vigorosamente. E acho broxante a visão de jovens lindos acendendo um cigarro. Sinto pena…
Tenho meio que uma aversão sobrenatural ao fumo. Talvez meu marido, que é cardiologista e antitabagista ferrenho, seja um dos maiores responsáveis por isso.
Já vi gente morrendo por causa dos pulmões fodidos. E uma morte agonizante em busca de ar não é nada lindo de se ver…
Ocorre que infelizmente a grande maioria dos tabagistas não fumam com consciência (hein?), ou seja, perdem o senso crítico fumando perto de quem não fuma, especialmente em lugar fechado e não estão nem aí se incomoda ou não. Tipo eu sou cool e você é careta, portanto os incomodados que se retirem. Não é assim?
Em outras palavras, como se fosse pouco um fumante cometer suicídio a crediário, existe também a questão do fumante passivo, ou seja, o cara que escolheu não fumar pode morrer pelo mal do cigarro fumado por quem tá do lado. Foda-se, né?
É aí que entra a questão da Lei Antifumo que vigora a partir de hoje em São Paulo, onde ficará expressamente proibido fumar em recintos fechados de uso público.
Isso gerou nos últimos dias uma infinidade de comentários via blogs e ânimos alterados via Twitter sobre o assunto. Tem até não fumantes tomando as dores de fumantes alegando arbitrariedade que fere o direito à liberdade em seu sentido amplo e que haveriam coisas “realmente necessárias” com que se preocupar. Mas como assim?
No geral as opiniões estão divididas e levantam aquela briga: fulano quer manter o direito de fumar onde quiser e ciclano quer ter o direito ao ar puro.
E aí? Como se pode medir quem tem mais direito nesse caso?
Eu respondo perguntando se lhe parece justo sobrepor o direito de praticar o vício ao direito de querer ter uma vida saudável? O que vale mais, uma vida ou um cigarro fumado? C’moooonnnnn…
Quem é fumante precisa entender que as restrições da lei não estão impostas à pessoa. Que ele continua sendo cidadão brasileiro com os mesmos direitos e obrigações que os demais. E que assim como os portadores de HIV estão conscientes de que não se deve expor um terceiro aos riscos de contraí-lo (sendo inclusive crime em alguns casos), um fumante deve ligar o desconfiômetro e concluir que alimentar o seu vício perto de alguém, estará lhe causando um mal igual ou maior que a si próprio.
Acho a lei lamentável sim. Mas é lamentável por ser necessária muito embora ela não produza efeito nos lares onde filhos, maridos ou esposas estão expostos continuamente praticamente submetidos à uma morte lenta e compulsória. Porém espera-se que o tabagista, ao se acostumar a não fumar em lugares públicos, passe a não fumar mais dentro de casa. A coisa tem que virar lei sim pra ficha cair, infelizmente…
Bom, e se os chiliques pela aplicação da lei ainda persistirem, vale lembrar que o fumante passivo é considerado hoje a 3ª maior causa de morte evitável no mundo segundo o INCA. Morte evitável se ninguém fumar por perto, claro.
Veja o vídeo da matéria exibida no Fantástico no último domingo, que deixa claro o quanto um não fumante é prejudicado:
Ah, e tem mais. Anualmente são gastos pelo SUS algo em torno de R$ 338,6 milhões de reais no tratamento de patologias relacionadas ao cigarro. [Fonte]
Quem sabe ao invés da Lei Antifumo, fosse acertado que estes gastos sejam repassados às indústrias tabagistas que por sua vez fariam o repasse ao consumidor final, né?
Já pensou que lindo seria?
Vou encerrar recomendando mais uma vez aqui por ser extremamente pertinente, o artigo Tutorial: Como fumar sem ser odiado escrito pelo brilhante amigo Christian Gump.
A primeira vez que ouvi falar no jornalista Luiz Carlos Prates foi através de um post do nosso guru blogosférico Alexandre Inagaki.
Fiquei fã logo de cara desse senhor famoso pela forma concisa e contundente de falar ao público no programa Jornal do Almoço exibido no canal RBS em Santa Catarina, onde é comentarista.
O jeito de descer a lenha no que não concorda me fez concluir: esse é dos meus!
Abaixo um vídeo recente em que ele comenta a questão das frivolidades de concursos de beleza infantil. Acompanhe:
Filhos? Melhor não tê-los. Mas se não tê-los, como sabê-los?
Vinícius de Moraes
E se pudéssemos sabê-los antes de tê-los poderíamos optar por aqueles que nunca nos fariam chorar.
Isso foi insensível e cruel, Ester!!
Pode ser. Mas que tal olhar a coisa de outro ângulo.
Antes de ser mãe eu também sou filha. Reconheço que não fui uma adolescente fácil. Tinha a vantagem de não beber, não fumar e muito menos me drogar, mas quando o lance era namorar alguém que meus pais não aprovavam, o bicho pegava.
Na época eu não entendia mas hoje sendo mãe, descobri que brota nos pais um sentimento egoísta em relação aos filhos: NUNCA alguém será bom o bastante para eles.
Não que isso deva ser levado a termo afinal todos temos defeitos, mas os pais se tornam seletivos mesmo que involuntariamente.
Só que os filhos crescem e vão para o mundo. Não dá pra fugir disso. Mas também não dá pra fugir do medo que os pais tem de que todos os ensinamentos e a base familiar sólida não consigam sobreviver às influências do meio. Medo esse que quase sempre se concretiza.
Mas tudo bem. Continuando.
Você foi para o mundo? Conheceu alguém e se casou em uma semana? Pegou todo mundo de surpresa e ninguém entendeu nada? Foda-se! Todo mundo é livre pra tentar a felicidade ou quiçá ferrar com a sua própria vida como bem entender desde que seja macho o bastante para enfrentar as consequências, não é mesmo?
MAS…..indo direto ao ponto…
Não importa o caminho escolhido, se está feliz ou não, JAMAIS esqueça de onde veio.
Não aja como se tivesse nascido de chocadeira bradando aos quatro ventos que não precisa mais de pai e mãe (ainda precisando) e que chegou até onde está pelos próprios méritos. Bullshit!
Não aumente a sua gama de erros tripudiando sobre os nove meses que sua mãe passou deitada pra garantir que você nasça vivo ou dos anos de sol e chuva na cacunda do seu pai trabalhando duro para que você pudesse ter as regalias que seus irmãos mais velhos não tiveram.
Não meu querido. Não se esqueça que você é o que é, porque teve a honra de ter os pais que tem. Se você consegue o mínimo de respeito de alguém, é graças ao nome que teu pai te deu.
E se você deve alguma gratidão à alguém, é somente, única e exclusivamente à quem te criou, mesmo que você tenha se tornado um produto do meio e jogado no ralo o que você herdou de berço.
E tenha mais uma certeza. Se amanhã a vida te colocar na merda, os únicos dotados de todo o amor incondicional do mundo que irão lhe estender a mão, serão aqueles aos quais você agora tanto menospreza. Acredite, o tempo é mestre em pregar essas ironias…
Quer um conselho? Deixe a soberba de lado e volte a dar aquele abraço apertado de filho amoroso enquanto você ainda pode e não tenha medo de dizer um muito obrigado.
Esse é o lenço que sua mãe espera…
.
.
.
.
.
.
Esse texto eu escrevi para alguém que está ocupado demais com os venenos e caprichos alheios para ler o que sua irmã escreve. Whatever…
Eu tenho preguiça de MSN. É sério!
Só uso em último caso quando for estritamente necessário. No máximo algumas palavras com os mais próximos muito de vez em quando.
Eu sei que quem trabalha e brinca na internet precisa sem dúvida lançar mão desse tipo de ferramenta e similares, mas eu raramente consigo ficar conectada. A Dani já me chamou de “senhora offline” por causa disso hauahauahauahau
A verdade é que se alguém precisa falar comigo, sabe como me encontrar e se eu tenho algo pra falar com alguém, eu procuro. Nada de trocentas janelinhas piscando no meu monitor…, não mesmo!
Além do mais o “ministério da produtividade” adverte: o uso indiscriminado do MSN causa esterilidade das funções.
Mas mudando de pato pra ganso, recebi esse texto hilário do brilhante Arnaldo Jabor, em que ele faz uma crítica não à ferramenta, mas à sua forma de uso.
UPDATE: O texto abaixo não é de autoria de Arnaldo Jabor mas sim de Cleber Paradela do site Canalhinhas!! O título original do texto é “Menina caliente acabou de entrar”.
Agradeço muitíssimo ao Demian que me avisou nos comentários!
Achei que valeria transcrever cada vírgula e você acompanha o texto na íntegra clicando em “Saber mais”.
A menina de 9 anos grávida de gêmeos pelo padrasto que a violentava desde os 6, foi manchete em tudo quanto é veículo de comunicação.
Não vou nem remoer isso.
A demência do protagonista dessa atitude escrota é por demais complexa. Por mais que eu exaura os minguados neurônios do meu cérebro de loura para tentar entender ou encontrar uma explicação, vejo que é inútil. Melhor deixar pra lá antes que minha massa cefálica sofra um tilt.
Ocorre que o caso desfechou ontem quando a menina teve a gravidez interrompida por um aborto induzido, aborto esse amparado pelos dois incisos do Art. 128 do Código Penal:
Art. 128 – Não se pune o Aborto praticado por médico:
Aborto Necessário
I – se não há outro meio de salvar a vida da gestante;
Aborto no Caso de Gravidez Resultante de Estupro
II – se a gravidez resulta de estupro e o Aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal.
Também não é necessário entrar no mérito dessa questão por razões óbvias. Até mesmo os que acreditam que 2+2 seria 5 irão concordar com a decisão dos médicos. Uma criança gerando outras duas crianças oriundas de um estupro é uma violência não só ao corpo mas também ao espírito. É um caso em que a razão precisa e deve prevalecer.
Mas o que me deixou ainda mais perplexa foi a postura da igreja diante desse aborto. Ahhh tenha dó!!!
Com o perdão da expressão chula, vai cagar na latinha e limpar com a beirada !!!!!
Pra variar o lado conservador da igreja gera uma polêmica em torno de algo que sequer merecia ser questionado.
Todo aquele papo de lei superior divina e princípios morais devem ser mesmo mais importantes do que a vida de uma criança que já sofreu o inimaginável e que seguiria pagando toda a sorte de preços por algo de que não tinha culpa, não é mesmo?
Resultado: os envolvidos na decisão favorável ao aborto, entre eles os médicos e a mãe da criança, receberam todos a excomunhão da igreja.
Imagino a cara de preocupação dos excomungados…
……….
Segundo o arcebispo da proeza, a igreja é benévola.
Sim… é tão benevolente que excomunga aqueles que de fato salvaram a menina enquanto que aquele filho de uma quenga causador do mal não recebe nenhuma punição “divina”.
Existe alguma coerência nisso??
Olá queridos!!! Aos finais de semana as atualizações do blog ficam meio "preguiçosas" então faço um convite para que dêem uma vasculhada pelos arquivos! Tem muita coisa bacana para conferir e rever!
O mesmo vale para quem chega até aqui por um artigo antigo indicado pelas buscas. Aproveite para clicar em "Home" e descobrir o que foi postado ultimamente neste blog. Beijoka à todos!
Estes foram os blogs/sites que mais enviaram acessos ao Saber no mês de Fevereiro no período de 01/02/2010 a 02/03/2010.