Alguns filmes que andei vendo e recomendo…ou não (10)
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O sensacional Das Leben der Anderen (2006) ou The Lives of Others, é o filme alemão que venceu o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2007.
Um suspense político juntamente com dramas pessoais, o filme é ambientado na Berlim Oriental, nos anos anteriores à queda do muro. Perseguições políticas, a liberdade de expressão tolhida, o medo e a submissão ao regime contadas de forma magistral nesse brilhante roteiro. Uma tremenda aula de história no que se refere a situação vivida na época da Guerra Fria. Acho que o filme também ensina valores raros e marcantes numa das lições de caráter mais lindas retratadas no cinema, na minha opinião. Vale cada instante por seu desfecho magnífico!! Precisa ser visto.
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Também gostei muito do estrangeiro Mongol (2007), dirigido e escrito pelo russo Sergei Bodrov. A fotografia é fantástica e o roteiro conta a trajetória e a vida de Temudjin, aquele que viria a ser Genghis Khan, o maior conquistador da história da humanidade.
Eu penso que se ele sofreu tudo aquilo mesmo que é contado no filme, não fica difícil de entender porque ele se tornou tão temido e famoso por sua crueldade nas conquistas.
É outra aula de história e um ótimo filme. Vale a pena ver.
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O The Ruins (2008) é um suspense/horror mediano. Tudo gira em torno de uma galera jovem, em férias no México e que se aventura rumo à uma ruína Maia, em busca do irmão de um dos rapazes do grupo.
Achei assim que se não fosse pelo ótimo trabalho de direção e edição, os ingredientes como atores comuns pouco ou nada conhecidos e “a protagonista” do horror em questão, o filme renderia um bom trash B. Mas o trabalho ficou bom, bastante tenso e angustiante. Assistível.
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Quem acompanha a série How I Met Your Mother vai adorar ver o “Marshall” (Jason Segel) fazendo quase o mesmo papel em Forgetting Sarah Marshall (2008). Lembrando que é uma comédia romântica pra gente grande. Em outras palavras, tirem a molecada da sala. Jason, que é Peter Bretter no filme, aparece desinibido com o pengolão de fora sem cortes e a trama segue com momentos bem apimentados. Ele é muito engraçado e se envolve em situações hilárias pra tentar esquecer seu grande amor. É um filme mediano. Nada de diferente, porém divertido. Apesar de tudo, ficam duas lições: só se dá valor naquilo que se perde e ninguém é insubstituível.





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Admin


O resto, fica anotado pra eu ver :-)
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Vou ver Mongol com certeza, me deixa só por minha lista de filmes em dia hehehe
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